Convention & Visitors Bureau Joinville promove VI Rodada de Negócios

No dia 02 de abril de 2013, o Joinville Região Convention & Visitors Bureau promoverá a VI Rodada de Negócios do Turismo de Eventos de Joinville e Região, evento que reunirá organizadores/promotores de eventos e potenciais clientes do mercado, otimizando as relações do setor turístico. O encontro será na V12 Lounge de Eventos, localizado na Rua Visconde de Taunay, 1103 (na Via Gastronômica de Joinville) a partir das 13h30m.

Fornecedores de várias categorias do segmento de eventos participarão, oferecendo seus produtos e serviços  para empresas que durante este ano,  realizarão eventos na cidade. Cada participante terá uma agenda, com períodos de 15 minutos, para apresentar seu portfólio a estas empresas, denominadas de Empresa Âncora, O evento oportuniza a aproximação entre compradores e fornecedores, contribuindo desta forma, com a geração de novos negócios.

A participação na rodada será garantida mediante a inscrição, que começará a ser realizada a partir de 1º de março. Aos associados do Convention, o valor é de R$ 60,00, para os não associados R$ 350,00. Outras informações através do e-mail:administrativo@eventosemjoinville.com.br ou pelo telefone 47 3433-3483.

Brasil tem mais de 1 milhão empreendedores individuais

Em março deste ano, ao anunciar a adesão de um milhão de trabalhadores ao programa do EI (Empreendedor Individual) as entidades parceiras do programa estipularam a meta de 500 mil novos cadastros até o final de 2011. Este número foi alcançado nesta terça-feira (30/08). Segundo dados da Receita Federal, o Brasil atingiu a marca de 1.503.762 empreendedores individuais cadastrados no Simples Nacional.

Para o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, este número deve-se em grande parte à redução da alíquota para 5% determinada pelo governo federal nos últimos meses. “ A nossa avaliação em relação a este número é bastante positiva. Desde o início, o objetivo dessas medidas é incentivar ainda mais a formalização destes trabalhadores e permitir que tenham acesso à cobertura previdenciária”, destacou o ministro.

O trabalhador que possui o próprio empreendimento e tem faturamento bruto de até R$ 36 mil por ano pode se cadastrar como empreendedor individual no Portal do Empreendedor na internet (www.portaldoempreendedor.gov.br). São quase 500 ocupações nas quais o trabalhador pode ser enquadrado como empreendedor individual, entre elas o pipoqueiro, a manicure, o artesão, a bordadeira etc. A lista completa das atividades pode ser consultada no site da Previdência Social (www.previdencia.gov.br).

Benefícios – O empreendedor individual paga imposto “zero” para o governo federal e tem alíquotas reduzidas para as demais contribuições. O custo da contribuição é de R$ 27,25 (5% sobre o salário mínimo vigente) para a Previdência Social, mais R$ 1,00 de Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) para o Estado caso atuem em atividades do comércio e indústria. Aqueles que trabalham como prestador de serviço pagam a contribuição previdenciária mais R$ 5,00 de Imposto sobre Serviços (ISS). O custo máximo de formalização para quem realiza atividade mista é de R$ 33,25 por mês.

O trabalhador cadastrado como empreendedor individual tem acesso aos seguintes benefícios previdenciários: aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-reclusão.

SMABC

Índice de inovação aponta que Brasil melhorou, mas ainda inova pouco

Inovar é a chave do crescimento econômico e prosperidade, prega o Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês), que acaba de lançar o ranking 2011. Saltando do 60º lugar, em 2010, o Brasil aparece este ano na 47ª posição, à frente de países como Rússia, Índia e Argentina, mas atrás de China (29º), Portugal (33º), Chile (39º) e Costa Rica (45º), numa lista de 125 países.

As primeiras colocações não são de causar espanto: a Suíça lidera o GII, a Suécia vem logo em seguida, os Estados Unidos aparecem em sétimo e a Alemanha em 12º lugar. Se a inovação sempre foi responsável pelo relativo sucesso desses países, agora, numa realidade de crise e corrida pela estabilidade, “mais do que nunca, ela é ainda mais decisiva”, avalia Ben Verwaayen, do conselho do GII, que tem entre seus membros diversos órgãos das Nações Unidas e a Comissão Europeia.

O Brasil tem um contexto bastante peculiar. Apesar da acelerada evolução do conhecimento científico no país, toda essa sabedoria produzida em território nacional não foi transformada em riqueza na mesma proporção. O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia, Ronaldo Mota, admite as dificuldades. “Os contrastes do imenso Brasil também se refletem no campo da ciência”, disse em entrevista à Deutsche Welle.

Ainda assim, Mota se diz otimista quando considera o perfil do brasileiro. “Somos um povo criativo, mas isso não quer dizer inovador. Inovar é transformar esse potencial de criatividade em negócios. Associar isso à geração de produtos, processos, definir novas funcionalidades para produtos antigos. Há um espaço enorme para o Brasil crescer, temos potencial.”

Por outro lado, o agronegócio brasileiro conseguiu transpor esse vão e dar ao país a posição de liderança em muitos setores, como grãos, exportação de carne bovina e de sucos. E isso aconteceu não só porque o solo brasileiro é bom, como destaca Mota: “Mas essencialmente porque foi uma área em que soubemos transformar a tecnologia de ponta e inovação em negócios. Esse mesmo sucesso não repercutiu igualmente no setor industrial.”

Por anos a fio, o setor industrial brasileiro se abasteceu de importações de tecnologia. O investimento no chamado setor de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) é relativamente recente. Segundo Paulo Mol, quando se compara com o resto da América Latina, o Brasil não está tão mal: o investimento em inovação chega a 1% do PIB brasileiro. No entanto, nos países ricos essa cifra chega a 3%. Sobre a diferença de resultados em comparação com o agronegócio, Mol comenta: “O nível de complexidade na indústria é muito maior.”

Para inovar, o empresário brasileiro precisa vencer burocracia – e enfrenta atualmente ainda a questão dos altos custos. “O produto mais caro: recursos humanos. O custo de um pesquisador brasileiro, frente a outros países, é muito alto. Isso se deve também à valorização do real”, aponta Mol.

Abismo e divórcioNos anos de 1990, o Brasil era responsável por apenas 1% da produção científica global. No final da década de 2010, a participação cresceu para 2,7%. “Isso é muito bom. Significa que o país, em todas as áreas teve um crescimento significativo na sua capacidade de produzir conhecimento”, afirma Mota, acrescendo que a produção científica brasileira cresce em ritmo cinco vezes maior do que o mundial.Dw-word.de