Adoção: Redes sociais do CNJ contam histórias de internautas

Pessoas que optaram pela adoção para compor ou ampliar a família contam nas redes sociais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suas histórias de amor e dedicação.

Relatos e fotos de famílias constituídas por meio da adoção serão exibidas no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube. A campanha possui o slogan “Adoção é um ato de amor: não tem idade, sexo, nem cor”, que orienta as identidades visuais criadas especialmente para os canais do CNJ na internet, durante todo mês de maio.

O intuito é divulgar peças para desmistificar o processo de adoção e tirar as principais dúvidas dos internautas. Além disso, o CNJ vai repostar fotos do Instagram, Facebook e Twitter publicadas nessas redes com as hashtags #FilhoDoCoração, #FilhosDoCoração, #MãeDoCoração #PaiDoCoração e #FamíliaDoCoração.

A campanha nas redes sociais prevê também a divulgação do novo Cadastro Nacional de Adoção (CNA), apresentado em 12 de maio. Os usuários conhecerão os requisitos, o passo a passo para ingressar com um processo de adoção na vara de infância e juventude e os tipos de adoção (internacional, por familiares, solteiros ou casais homoafetivos).

Adoção no Brasil
Comemorado no dia 25 de maio, o Dia Nacional da Adoção foi criado pela Lei n. 10.447, de 9 de maio de 2002. Atualmente, a lista de pretendentes à adoção alcançou a marca de 33.594 para 5.646 crianças em busca de uma nova família.

Desde a sua criação, em 2008, o Cadastro Nacional de Adoção (CNA) já registrou 3.931 adoções. O cadastro é uma ferramenta desenvolvida pelo CNJ para facilitar a atuação dos juízes das varas de infância e juventude nos processos de adoção.

Importante levar em consideração que um registro não é equivalente apenas a uma criança, mas sim à adoção, que pode ser de irmãos ou de mais de uma criança.

Com informaçòes da Agência CNJ de Notícias

Vacinação: Campanha vai imunizar crianças menores de cinco anos contra 18 doenças

No próximo sábado, 24, começa em todo o Estado a Campanha de Multivacinação, cujo objetivo é imunizar crianças menores de cinco anos contra até 18 tipos de doenças, dentre elas sarampo, rubéola, caxumba, hepatite B, poliomielite, coqueluche, pneumonia, tétano, alguns tipos de meningites e formas graves de tuberculose. A campanha segue até dia 30 de agosto.

A orientação da Secretaria de Estado da Saúde é para que os pais levem seus filhos aos postos de vacinação dos 295 municípios do Estado, portando a caderneta de vacinação.

O dia “D” de mobilização nacional será neste sábado. Conforme explica o gerente de imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), Eduardo Macário, em Santa Catarina, 425.388 crianças menores de 5 anos de idade deverão comparecer aos postos de vacinação. “As crianças serão avaliadas em relação a sua situação vacinal e aquelas que estiverem com alguma vacina em atraso serão vacinadas”, destaca Macário.

Os 1.087 postos de vacinação do Estado funcionarão das 8h às 17h. Serão disponibilizados 11 tipos de vacinas que fazem parte do calendário básico infantil do Programa Nacional de Imunização (PNI): BCG, hepatite B, pentavalente, poliomielite inativada (VIP), poliomielite oral (VOP), rotavírus, pneumocócica 10-valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche).

De acordo com Luciana Amorim, chefe da Divisão de Imunização da DIVE, o esforço de mobilização nacional nesta semana tem o objetivo de aumentar as coberturas vacinais. “Com isto, espera-se reduzir a ocorrência de doenças para as quais as vacinas garantem proteção. E, assim, ajudar a eliminar do Brasil doenças como sarampo e poliomielite”, enfatiza.

Luciana lembra que as crianças só podem ser consideradas imunizadas de fato quando completam todo o esquema vacinal. “A grande maioria das vacinas no Brasil exige mais de uma dose, acrescida do reforço”, explica a chefe de imunização.

As crianças que apresentarem alguma contraindicação para vacinação ou que estiverem com alguma doença febril aguda serão avaliadas e orientadas quanto à continuidade do esquema. “Por isso é tão importante que pais ou responsáveis levem seus filhos ao posto de vacinação mais próximo”, reforça o gerente de imunização da DIVE.

Do Governo do Estado

Ministério do Meio Ambiente promove campanha para reduzir uso de sacolas plásticas

O Ministério do Meio Ambiente lançou hoje (19), na Rodoviária de Brasília, a segunda fase da campanha Saco é um Saco, que tem por objetivo conscientizar a população para a redução do uso de sacolas plásticas.

A diretora do Departamento de Produção e Consumo Sustentável da Secretaria de Políticas Ambientais do MMA, Laura Valente, distribuiu sacolas reutilizáveis. Segundo ela, é preciso mostrar à população alternativas para que as sacolas plásticas não sejam mais utilizadas. “A melhor coisa a se fazer é consumir só aquilo que precisa. Use uma opção retornável em vez de uma que é danosa ao meio ambiente”, disse.

Ela defendeu campanhas mais efetivas para que a população se conscientize de evitar o uso de sacolas plásticas. “A conscientização é importante quando aliada com campanhas efetivas no setor de mercados, para que não disponibilize mais sacolas. A gente tem que reverter esse hábito de 50 anos”.

A estratégia de lançar a segunda fase da campanha no Natal é para chamar a atenção das pessoas quanto ao uso das sacolas plásticas nas compras de fim de ano. “A escolha da sacola plástica implica problemas para todos, como poluição do solo e mares e a degradação da biodiversidade. Tudo isso é consequência do padrão de consumo que temos e de como tratamos essa questão”, disse Laura Valente.

A campanha agradou a estudante de administração Adriana Batista. “Gostei muito da iniciativa das sacolas reutilizáveis. As pessoas precisam se conscientizar sobre preservação do meio ambiente para as próximas gerações”. Já a contadora Elza Nascimento defende ações mais eficazes dos órgãos que promovem a campanha. “O governo não faz campanhas suficientes. Elas sempre são deixadas de lado depois de algum tempo. Deveria haver maior cobrança e fiscalização. Mas essa campanha é um bom passo”, defendeu.

Uma sacola reutilizável de cinco metros, feita de banners reciclados, foi instalada no dia 15 de dezembro na Rodoviária de Brasília, onde ficará exposta por duas semanas. Foram distribuídos também panfletos informativos sobre ações sustentáveis. Esta segunda fase faz parte da campanha Vamos Tirar o Planeta do Sufoco, iniciada em São Paulo, em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e a Associação Paulista de Supermercados (Apas). Em São Paulo, mais de 100 municípios aderiram à campanha.

Agência Brasil

Campanha por licença-paternidade de 30 dias chega à internet

Por iniciativa da deputada federal Erika Kokay (PT-DF), começou nesta segunda-feira (28) a coleta de assinaturas para pressionar deputados a aprovarem o Projeto de Lei (PL) 879/11. De sua autoria, o projeto amplia de cinco para 30 dias a licença-paternidade e tramita na Comissão de Seguridade Social e Família. A parlamentar espera mobilizar trabalhadores e a sociedade civil pela causa. Para aderir à campanha, os internautas devem acessar a página do projeto na internet.

O PL beneficia funcionários de empresas que integrarem o Programa Empresa Cidadã. A proposta dá o mesmo direito para pais de crianças adotadas, como forma de estimular o estreitamento de laços e a criação de vínculos do pai com o filho ou filha.

Segundo a deputada Kokay, a ampliação do período é necessária e pode trazer grandes benefícios para a criança e para o fortalecimento das relações familiares. “A licença-paternidade de cinco dias em nada contribui para a criança. Com mais tempo para ficar junto ao filho, o pai tem um contato direto com a criança nos primeiros dias de vida pode e também dar todo o apoio e auxílio para a mãe”, opina.

Há dois meses, quando nasceu sua filha, o engenheiro ambiental Gabriel Martins ficou apenas uma semana com a recém-nascida. Ele conta que sua preocupação com mãe e filha teria sido bem menor caso ele tivesse ficado com elas mais tempo. “Nos primeiros dias eu não via a hora de ir pra casa e ficar um pouco com a minha filha. Sei que certas funções na empresa dependem de mim, mas acho que um tempo maior com elas seria essencial e muito bom para nós”.

A preocupação que Gabriel teve em relação às faltas no trabalho deve ser o maior obstáculo para que o projeto de ampliação da licença paternidade seja aprovada. Isso porque, diferentemente da licença-maternidade, paga pela Previdência Social, a que se pretende proporcionar aos pais deverá ser custeada pelo empregador.

Em outras partes do mundo, a licença-paternidade pode chegar até três anos sem remuneração. É o caso da Alemanha e da França. Nos EUA, o tempo é de três meses sem remuneração. O Brasil fica à frente de outros países da América Latina como Argentina e Paraguai, que têm apenas dois dias de licença-paternidade remunerada.

Pelo menos 10 projetos tramitam na Câmara referente à extensão da licença. O mais avançado é o projeto de lei da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), que amplia o benefício de cinco para 15 dias. Para que não precise ir a plenário e apenas aguardar sanção presidencial, a proposta precisa ser aprovada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Rede Brasil Atual

Adeus campanha

Essa campanha eleitoral para a Presidência da República não deixará saudades. Um festival de acusações para todos os gostos, e até comédia com uma bolinha de papel que levou candidato a fazer ressonância – ou será tomografia? – foi tema para uma eternidade de matéria em jornal das oito da noite.

Tenho certeza de que o povo já definiu seu voto, e nada vai mudar o destino dessa decisão. Até porque o que a maioria queria mesmo é ter encerrado essa novela já no primeiro turno, e por muito pouco isso não ocorreu. O que se vê neste segundo turno horroroso é um festival de besteiras, que cansou os eleitores. Tempo perdido. Certamente muitos que votaram para ter segundo turno logo se arrependeram.

Que venha o novo ano, com o país e seu novo presidente ou presidenta, para a continuidade desse bom momento. Negar os avanços econômicos e sociais é insistir na cegueira que leva à bancarrota. Graças ao bom Deus, domingo acaba o desatino do segundo turno, e a vida correrá novamente em seu rumo normal.