Polícia Militar de SC completa 185 anos

A Polícia Militar de Santa Catarina está completando nesta terça-feira, 05, cento e oitenta e cinco anos cumprindo suas mais diversas atribuições no âmbito da segurança pública em Santa Catarina. Para o comandante geral, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior, a corporação tem muito ao que comemorar mesmo num momento tão difícil para a sociedade catarinense, que é a pandemia causada pelo Covid-19. “Será certamente um aniversário diferente. Um momento reflexivo, mas que devemos também valorizar pelo trabalho que a PMSC está realizando no combate à propagação do coronavírus e continuando na linha de frente nas operações contra o crime organizado, no atendimento à população e na garantia da segurança do cidadão catarinense”, completou.

O tempo passou e a instituição evolui ano após ano, cada vez mais presente na vida dos catarinenses. Pautada na técnica e na inovação, hoje em dia, a PMSC é uma instituição conectada com suas causas e com seus desafios. Por meio de suas ferramentas de gestão e recursos tecnológicos, a PMSC se aperfeiçoa cada vez mais e procura ir de encontro aos anseios de suas atribuições conferidas.

História – Criada por Feliciano Nunes Pires, então presidente da Província de Santa Catarina, por meio da Lei Provincial Nº 12, de 5 de Maio de 1835, a “Força Policial”, substituiu os ineficazes Corpos de Guardas Municipais Voluntários, que tinham como missão manter a ordem e a tranquilidade pública, além de atender as eventuais requisições de autoridades judiciárias e policiais.

Além disso, se fez presente no período Imperial e atuou em conjunto com o Exército Brasileiro (EB) em diversas ocasiões, tanto repelindo agressões externas, como também contribuindo em muito para a definição e defesa dos limites territoriais tanto do Brasil quanto do Estado de Santa Catarina.

Em 1916, a Força Policial recebeu a denominação de Força Pública e, em 1917, passou a ser considerada, através de acordo firmado entre União e Estado, força reserva do Exército de 1ª Linha.

Já em 10 de janeiro de 1934, em novo acordo entre União e Estado ela acabou sendo elevada à categoria de força auxiliar do Exército Brasileiro. Neste mesmo ano, a Constituição Federal também passou a considerar automaticamente todas as forças públicas como sendo auxiliares do Exército, conferindo-lhes assim, status constitucional.

Em 1946, a Constituição Federal alterou, mais uma vez, sua denominação para Polícia Militar, descrevendo como sua principal missão a segurança interna e a manutenção da ordem.

No ano de 1967, a Constituição Federal previu que a União passaria a controlar também o efetivo das PMs, criando assim, a Inspetoria Geral das Polícias Militares (IGPM), momento em que a PM teve de voltar-se exclusivamente às atividades policiais.

Já em 1988, a Constituição Federal previu como missão da PM, em seu artigo 144, a sua missão de garantir a segurança pública, que é dever do Estado, e direito e responsabilidade de todos, por meio de ações que visem a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

https://www.pm.sc.gov.br/noticias/pmsc-completa-185-anos-nesta-terca-e-lanca-video-comemorativo

185ANOS #presentesEprotegendo #ConfieNaPM #SantaCatarina #Aniversário #PMSC

Parabéns Joinville 165 anos! O Palavra Livre te homenageia!

PalavraLivre-joinville-165anosDe Joinville produzimos nosso trabalho para todos os cantos do mundo, em Joinville fazemos história e ajudamos a informar tudo o que a nossa gente é capaz de produzir em todas as áreas!!

Com a nossa palavra, através de nossas matérias, opiniões, reportagens, contribuimos para que a maior cidade catarinense tenha uma informação independente, crítica e construtiva, para que a cidadania se estabeleça de forma plena!

Por tudo isso, Parabéns Joinville, 165 anos, continuaremos contando a sua história!

* Equipe Palavra Livre, blog independente de informação e jornalismo.

Udesc completará 50 anos em maio com programação especial

No dia 20 de maio a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) completará meio século de história.

A instituição pública, que leva ensino superior gratuito e de qualidade a todas as regiões de SC, é considerada a quarta melhor universidade estadual do Brasil e a 18ª no geral entre 192 avaliadas pelo Ministério da Educação (MEC), além de ser a sétima do País na área de graduação e a primeira no Estado.

Para comemorar a data, a universidade preparou uma extensa programação até novembro deste ano nos 12 centros, distribuídos em dez municípios catarinenses, assim como em polos de ensino a distância.

A abertura oficial das comemorações está marcada para 13 de maio, às 19h, no Museu da Escola Catarinense (Mesc), em Florianópolis. Haverá o lançamento de um documentário especial sobre a história da universidade e de um selo comemorativo dos Correios, além de homenagens aos aposentados, primeiros diretores e técnicos mais antigos da instituição.

A programação terá outros destaques, como a palestra magna do sociólogo espanhol Manuel Castells em 14 de maio, às 20h, no Teatro Governador Pedro Ivo, na Capital, e a Operação Elpídio Barbosa, do Núcleo Extensionista Rondon (NER), da Udesc, de 15 a 25 de julho, em mais de dez cidades do Norte do Estado.

O evento principal ocorrerá em 20 de maio, às 19h, no Teatro Ademir Rosa (CIC), com o lançamento da “Revista Udesc 50 anos: a trajetória da Universidade dos Catarinenses”, com artigos de reitores e diretores que passaram pela universidade, além de linha do tempo e panorama atual da instituição.

Nessa cerimônia, os 14 reitores (ou familiares) que estiveram à frente da Udesc nos primeiros 50 anos e as pessoas que contribuíram para o fortalecimento da universidade serão homenageados com a Medalha Governador Celso Ramos.

Em 27 maio, haverá uma sessão solene na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Também ocorrerão sessões solenes nas câmaras dos municípios com centros de ensino da Udesc. “A programação valoriza as pessoas que construíram nossa universidade e busca nos aproximar ainda mais da sociedade”, afirma o reitor em exercício da Udesc, Marcus Tomasi, que preside a Comissão dos 50 anos.

Outras atividades do Jubileu de Ouro
O Jubileu de Ouro da Udesc terá atividades acadêmicas, como seminários de ensino, pesquisa e extensão, nas unidades do Oeste e de Ibirama; o 11º Encontro de Extensão, em Laguna; o Udesc na Praça, em Chapecó; e o Udesc Cefid no Parque, na Capital.

Também serão realizados a Semana de Educação Fiscal e o lançamento da cartilha “Empreendedorismo Mirim”, da Udesc Esag, em Florianópolis, e ações como o plantio de 50 ipês na unidade de Balneário Camboriú.

Haverá ainda a Semana da Faed, marco inicial da universidade – a Faculdade de Educação foi criada em 8 de maio de 1963 e, em 20 de maio de 1965, incorporada à Udesc. O destaque será o lançamento do livro “Faed/Udesc – 50 anos de educação (1963-2013)”. Já a Orquestra Acadêmica da Udesc fará apresentações em Florianópolis e São Bento do Sul, com lançamento de um CD.

Haverá também uma exposição de fotografias no Mesc; a Mostra de Dança Udesc Cefid, na Capital; o 1º Festival de Música Universitária e Cultura de SC, em Lages; a Semana da Udesc Ceart, em comemoração aos 30 anos do Centro de Artes; e a Semana Cultural da Udesc Joinville, que fará 50 anos em 1º de agosto. Um livro sobre o cinquentenário da unidade de Joinville também será lançado.

No esporte, a programação prevê volta ciclística em Lages, a organização dos Jogos Universitários Catarinenses (JUCs), em Pinhalzinho, e os jogos internos dos alunos e dos servidores. A exposição de fotografias “Olhares Pedagógicos” encerrará as comemorações do cinquentenário da Udesc em novembro, nos polos de ensino a distância.

Vocacionada para o desenvolvimento
A Udesc chega aos 50 anos com uma estrutura multicampi, com 12 unidades distribuídas em dez cidades do Estado de Santa Catarina, na Região Sul do Brasil, além de 27 polos de apoio presencial para o ensino a distância, em parceria com a Universidade Aberta do Brasil (UAB/MEC).

Os cursos oferecidos são das áreas de saúde, tecnologia, educação, arte e socioeconômicas, sempre voltados para o perfil das regiões catarinenses.

Atualmente, são 15 mil alunos distribuídos em 53 cursos de graduação e 38 mestrados e doutorados. Mais de 95% dos professores efetivos são mestres e doutores.

O ingresso na universidade pode ser feito via vestibulares (Verão e Inverno), Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e editais de transferência. Ao todo, são oferecidas mais de três mil vagas todos os anos, sendo 20% delas para estudantes de escolas públicas e 10% para alunos negros.

A Udesc mantém 142 grupos de pesquisa certificados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento e Tecnológico (CNPq), nas oito grandes áreas do conhecimento: Ciências Agrárias; Biológicas; da Saúde; Exatas e da Terra; Humanas; Sociais Aplicadas; Engenharias; e Linguística, Letras e Artes.

Os professores e alunos da Udesc realizam cerca de 500 ações de extensão por ano em diversas áreas para levar o conhecimento obtido no ensino e na pesquisa ao público externo. As ações gratuitas beneficiam mais de 600 mil pessoas anualmente.

A Udesc oferece completa estrutura, como bibliotecas e laboratórios, em todas as suas unidades. A instituição conta ainda com outros diferenciais, como o Hospital Veterinário, o Laboratório de DNA, a Clínica Escola de Fisioterapia, o Museu da Escola Catarinense, a Editora Universitária, o Escritório de Direitos Autorais e três emissoras de rádio FM.

Com informações da Ascom/Udesc

Agradecendo mais um ano de vida

Dia-Gratidao1O que dizer de um dia como esse, 22 de maio? O dia que vim a este mundão para ver, viver e vencer? Só posso agradecer, e muito. Agradecer a Deus, o Criador de todas as coisas por ter me concedido a graça de vir de minha mãe, dona Isolde, e de meu saudoso pai, seu Zeny.

Agradecer pela vida, tudo que ela me ensinou. Das dificuldades, dos problemas, das alegrias, vitórias. Agradecer pela saúde, pela família, pelos trabalhos e projetos que tive e tenho, em todos os setores que as oportunidades me abriram, e eu abri também.

Agradecer pelos inúmeros amigos e amigas que tive e se foram; que tive e estão longe; que tive e se afastaram; que tive e me ajudaram, que tive e ajudei, que tenho, todos, virtuais, virtuais e físicos, amigos, tantos que me emocionaram com centenas de mensagens carinhosas que chegaram, que ainda chegam, e que chegarão! Nem tenho como agradecer a todos… muuuuitoooo obrigadooooo a todos!

Agradecer finalmente à quem acredita neste homem que ainda é criança, e que busca ser e fazer a verdade a cada dia de vida que é concedido. Que busca ser alguém melhor, fazer algo de bom sempre… Agradecer imensamente a minha esposa Gi Rabello, mulher que é luz em minha vida, parceira e amiga de todos os momentos, todos mesmo, que me faz feliz em plenitude, junto com a filhota Rayssa.

Obrigado, obrigado mesmo a todos e todas que ainda acreditam que o mundo possa ser mais humano, solidário, bastando para isso pequenos gestos, respeito e gentileza, honestidade e valores, pequenos gestos de carinho e atenção como recebi hoje, desde a primeira hora do dia!

Obrigado, sou grato por tudo que a vida me proporcionou até hoje! Abraços a todos e todas!

Pirabeiraba prepara programação dos seus 154 anos

pirasA programação para comemorar os 154 anos do distrito de Pirabeiraba une a confraternização dos moradores ao incentivo à cultura, ao esporte e ao lazer. A partir desta sexta-feira (12/4), Pirabeiraba está em festa e uma série de eventos é organizada para marcar o aniversário do distrito, que acontece na próxima segunda-feira, dia 15 de abril.

Um jantar comemorativo ao aniversário acontecerá na noite de sexta-feira (12/4), a partir das 19 horas. O evento, voltado para entidades e instituições que atuam em Pirabeiraba e autoridades, será na Sociedade Guarani. No sábado (13/4), acontecerá o tradicional Stammtisch, que contará com a participação de 55 grupos. Além dos estandes, haverá a exposição de trabalhos artísticos e artesanais, apresentações de bandas germânicas, degustação de comidas típicas e a realização do mercado de pulgas. Mais de 6 mil pessoas são esperadas para o evento, que acontecerá na rua Olavo Bilac, a partir das 10 horas.

O 1º Passeio Ciclístico de Pirabeiraba acontecerá no domingo (14/4), encerrando as atividades em comemoração ao aniversário. As inscrições para o evento podem ser feitas na Subprefeitura do Distrito de Pirabeiraba, na rua Joinville, nº 1.350. O Passeio acontecerá a partir das 8h30, saindo em frente à Subprefeitura.

Minha Crônica: “45”

Não, não é campanha política não gente! É que comecei a fazer umas contas aqui, assim, 1, 2, 3, 4… e já cheguei aos 45! Como um flashback, imagens, sons, momentos e vivencias que já tive me ocupam a mente por todos esses dias. Parece que foi ontem que estive no colo de meu tio Rui sem saber ao certo o que estava acontecendo, quando ele soltava foguetes em plena rua. Meu ouvido doía, e só depois vim a saber que era a comemoração pelo tri da seleção brasileira no México. Também me vejo a correr em frente à casa esperando minha mãe que não saía daquele quarto nunca! Pudera, ela estava trazendo ao mundo o meu melhor amigo, meu irmão Zeny Jr, que infelizmente não pôde contar os anos assim como faço aqui. Sua contagem parou no 33. Saudades.

Da casa de madeira, fogão a lenha e banho de banheira porque não tinha água encanada no bairro Floresta, lembro muito bem. As ruas de chão batido, valas enorme a céu aberto, e os campinhos onde jogávamos futebol com bolas de plástico furadas. Jogar peca (bolinhas de gude), pião e brincar de carrinho eram outros passatempos, além claro de chorar para ir com meu pai para suas caçadas e pescas na região do rio Piraí. Mas o futebol, esse sim sempre foi minha necessidade. Magrelo e até amarelo pela anemia, e com grandes crises de amidalite, sempre fui preterido, discriminado. Coisa que sempre tive de enfrentar aliás, até os dias de hoje. Mas assim mesmo, teimando, joguei pela minha escola e por várias equipes, sendo campeão em todas as modalidades. Perseverar é preciso, sempre.

Desses 45, aliás mais da metade deles, tive a dádiva de conviver com uma das almas mais caridosas, um anjo que ajudou a forjar minha personalidade e caráter: a dona Alcina Ribeiro, a quem apelidei quando bebê como “Táta”. Essa mulher foi também minha segunda mãe. Os dias mais felizes da minha vida passei em sua casa simples de madeira, meu refugio. Lá onde tinha o “guarda-comida”, o fogão a lenha onde assamos muitas lingüiças para comer com pirão d’água, onde as tardes pareciam não ter fim regidas por conversas do bem, da paz. Por entre pés de pitangas, carambolas, laranja-lima, goiabas, araçás e uma imensa cerejeira, brincava com latas e carretéis, criando um mundo só meu. Belos dias aqueles.

Com sua conversa franca, direta, e observando a simplicidade com que levava sua vida, ajudando crianças com seus chás para curar o “chiado”, ou “chiasso” ou ainda bronquite, e sempre pronta a ajudar quem precisava, inclusive minha mãe, Táta me inspirou a ser bom, sempre em qualquer circunstancia. Claro que nem sempre consegui, afinal a vida é dura. Mas creio que dos 45 uns 44 eu orgulhei a dona Alcina. Que Deus a tenha sempre em bom lugar. A perdi quando perdi também negócios em sociedade. Depois perdi meu pai, grande amigo e meu norte de seriedade e da coisa certa a ser feita. Casei, ganhei filhos maravilhosos. Depois perdi empregos, ganhei outros. Perdi meu irmão, companheiro. Casamento acabou. Filhos estão longe, por enquanto, acredito. Vida bem vivida.

Oportunidades peguei, aproveitei, venci a todos os obstáculos, e ainda os continuo vencendo, cada um a seu tempo, a seu modo. Encontrei o amor verdadeiro, empreendi, e continuo empreendendo tudo que meus instintos e sonhos me motivam. Vida plena é o que tive até aqui, mesmo que recheada de traições, puxadas de tapete, inimigos gratuitos, adversários duros, mais muito, muito mais amigos e amigas que fazem os 45 valerem à pena. Sinto que a vida só começa agora, novamente. Creio que esses 45 não são os do segundo tempo, mas apenas o início desse jogo maravilhoso que Deus nos concede, a vida. Um jogo em que não é o resultado que vale, mas sim todas as jogadas, bem ou mal sucedidas. O que vale é a construção de cada passo, cada emoção, cada momento. Eu de minha parte, só tenho a agradece a tudo ao Criador. E que venham mais 45!

* crônica para comemorar meus 45 anos completados este mês glorioso de maio.

Feliz Aniversário João Pedro, muita saúde, paz e amor no coração filhote

João Pedro em 2007/2008 mostrando sua arte em coletiva da escolinha de artes da Casa da Cultura, lindão do pai!

Só para registrar que hoje, dia 4 de maio, meu filho João Pedro completa 12 anos, um anjo que merece todo o amor que tenho para dar hoje e sempre. Nem mesmo a distância vai apagar a nossa história, nem o amor gigante que existe entre nós. Escrevo neste espaço para que um dia ele possa ler, e saber que seu pai não o esquece, o ama, e o quer perto dele.

Para que ele sinta o carinho que não posso lhe dar pessoalmente, como sempre fiz em todos os momentos de sua vida, e da minha. Meu coração chora, a vó Isolde chora, a Gi e a Rayssa também choram a sua falta em nossa casa. Companheiro, carinhoso, ativo, criativo, parceiro, jogador, um filho maravilhoso, João Pedro com certeza só faz crescer os amigos e admiradores.

Com muita saudade que não cabe neste mundo ou em qualquer outro, desejo a esse menino amado toda luz do Criador, muita saúde, paz, amor, sucesso, alegrias, muitas amizades boas, esperando sempre receber, um dia, o seu abraço e beijo de filho. Te amo eternamente João Pedro, feliz aniversário com milhões de beijos do pai, por toda a vida!

Dona Isolde completa 73 anos com a vida renovada – Parabéns!

Neste dia 6 de junho dona Isolde da Costa, nascida Bäher, completa 73 anos de uma vida bem vivida. Dura, é verdade, cheia de percalços, surpresas, abdicação, voluntariado, superação e tantas outras coisitas mais. Recentemente uma parte da sua vida foi retratada na seção Perfil do jornal Notícias do Dia de Joinville, pelo jornalista e mago das letras, Roberto Szabunia.

Mãe de criação de quatro filhos – Ernani, Elézio (in memoriam), Eliete e Evelyn – do escriturário Zeny Pereira da Costa, e mãe natural deste jornalista que lhes escreve e também de Zeny Pereira da Costa Júnior, já falecido infelizmente, fruto do casamento com Zeny que durou 23 anos, Isolde largou tudo para se dedicar ao seu amor, aos filhos do seu amor, e depois aos seus filhos.

Ajudou a todos os filhos que adotou para serem algo na vida. Seus anos mais viçosos foram inteiramente entregues ao marido e no encaminhamento dos filhos. Nunca reclamou, nem mesmo quando o marido resolveu vender a casa de alvenaria que tanto tinha sonhado, para pagar dívidas e depois retomar a vida de trabalho com um bar na rua Santa Catarina. Trabalho duro fazendo sorvete, fritando bolinhos, limpando o bar na madrugada.

Zeny então adoeceu e veio a morrer de câncer em 1989, a deixando com uma pequena casa de madeira na rua Ibirapuera, 608 com seus dois filhos, Salvador e Zeny Jr. Pensionista, passou a empreender serviço voluntário no CERJ, apoiando a juventude em busca de trabalho e formação, e com isso lutar para colocar seu filho Zeny, que tinha deficiência intelectual, na vida! Em 2005 perdeu Zeny Jr, e sua vida começou a murchar.

Pouco a pouco foi se entregando, sem notar, ao mal da pressão alta, da falência gradual dos rins, sofrendo um AVC hemorrágico em 2007, do qual se salvou porque é forte e queria finalizar aqui a sua tarefa. Hoje, passados quatro anos do derrame do qual ninguém esperava que sobrevivesse, aí está Isolde, forte, bonita, chegando aos 73 anos contando histórias e recebendo o carinho de sua família, familiares, amigos de verdade, da nora Gi Rabello, da neta Rayssa e do filho que escreve essas linhas.

Seus netos Gabriel, Lucas e João Pedro hoje andam distantes, mas certamente não esquecem o carinho e amor que receberam, mesmo quando o foi de forma tímida devido a tantas incompreensões. Parabéns dona Isolde da Costa, que sua saúde se multiplique para continuar a viver agora sim, os bons tempos da vida. Sem pressões, sem trabalho duro, sem abrir mão das suas convicções.

Que Deus a ilumine sempre, com muita saúde e paz, para nos dar a cada dia o exemplo de dedicação, solidariedade e amor ao próximo que marca o livro da sua vida. Beijos enormes meus, da Gi, Rayssa e de tantos os que a conhecem. Parabéns!

Ao meu João Pedro, feliz aniversário com muito amor

João Pedro em seu estado natural, sorrindo, irradiando alegria comigo em jogo final em que seu irmão Lucas foi campeão citadino em 2009

Meu filho caçula, João Pedro da Costa, completa hoje 11 anos de idade, fase de descobrimentos, de superação das dificuldades, quase entrada da adolescência. Eu defendi seu nascimento, o recebi com todo amor como aos outros, Gabriel com 16 e Lucas com 14 anos. Felicidade é sua cara, alegria o encantamento. Há três anos, no dia em que completou oito aninhos, ele quase se foi novamente por conta da irresponsabilidade da pessoa que é sua mãe. Nasceu de novo, forte que é, e desde então nossas vidas foram distanciando, feito o barco ao sair do cais.

 

A separação dos pais o afetou bastante, até porque foi traumática devido à fatores que remetem à maldade, falsidade, violência, mentira, teatralidade, maquiavelismo e outros. Mas ele sempre esteve comigo, como os demais, mesmo morando na casa da mãe. Aos poucos os recursos maldosos foram afastando-os de mim, em que pese eu ser presente, participativo e tudo o mais que não preciso dizer aqui em detalhes, para não cansar os leitores. Enquanto a Justiça, sempre lenta e fria, deixa os estudos sociais para trás. Crianças no meio disso? O que são crianças, não é… eles devem pensar.

Desde novembro o mais velho nem quer me ver, nem fala comigo. O Lucas simplesmente disse ao fone que não viria mais comigo nas visitas, e nunca mais quis falar comigo. E o João Pedro é impedido de atender o telefone, ninguém atende quando ligo, enfim, me impedem de ver e falar com ele. Na tentativa que fiz, angustiado, semanas atrás visitando-o na escola em Joinville, João me recebeu carinhosamente, abraço afetuoso, o jeito dele! Minha felicidade foi imensa, e entreguei a ele um livro, coisa que sempre que posso dou de presente.

Feliz, voltei na véspera de Páscoa para entregar os chocolates a ele, na mesma escola, para todos os três, e fui impedido pelo diretor e sua auxiliar sob o pretexto de que há decisão que diz sobre visitas de quinzenais, pode? Se tornaram juízes, os ditos mestres, a auxiliar inclusive amiga da mãe deles. Misturaram educação com amizade, bom senso com ato sorrateiro. Hoje tentei novamente abraçá-lo por seus 11 anos, mas nem na escola ele esteve, ou saiu escondido por alguém. Flagrei, no entanto, a mãe deles saindo da mesma escola, no mesmo horário! Que coincidência não é?

Acionados meus advogados, vou lutar até o fim contra esse mal. Meus filhos são meus tesouros, mesmo que digam a eles que eu não os quero, mintam e muito mais. Meu amor é incondicional, eterno, e com João Pedro tenho especial afinidade. Quero protegê-lo de todos os males psicológicos, e por isso mando todo meu amor e energia mental com muitas orações. Sei que meu abraço de pai que o ama eternamente, vai chegar a ele e o envolver carinhosamente. Tenho o presente dele comigo, um livro e um casaco para que não passe frio no inverno, comprado também com o carinho de minha companheira Gi Rabello, da vó Isolde, da Rayssa, que sofrem tudo isso comigo. E ainda vou entregar a ele, em suas mãos lindas, olhando em seus olhos de anjo, filho amado.

Parabéns João Pedro! Que esses 11 anos sejam o início de uma nova vida, como teu pai sempre quis prá você, com paz, felicidade, futebol – né artilheiro? – saúde e amor, muito amor que mandamos prá você. Estarei sempre contigo, mesmo longe, e sempre a te esperar de braços abertos, coração apertado, chorando de saudade. Não importa o quanto dure essa separação involuntária entre nós. Te espero sempre, você e também teus irmãos, porque são meus maiores tesouros, que luto para preservar do mal. Beijos do pai, da Gi, da Vó e da Rayssa. Seja feliz, sempre meu amor!