Obras inacabáveis do rio Mathias é tema de reunião hoje na Câmara de Vereadores em Joinville (SC)

Após a inédita passeata de empresários – e também desempregados dos comércios fechados – contra a administração emedebista de Udo Döhler cobrando a finalização daquele desastre que se vê há seis anos na maior cidade catarinense com as inacabáveis obras do rio Mathias no centro de Joinville (SC), agora os empresários da área central da cidade vão cobrar os vereadores em reunião na Comissão de Urbanismo na tarde desta terça-feira (14) às 15 horas em reunião virtual devido à pandemia.

Importante ressaltar que além dos vereadores, o secretário de Infraestrutura, Romualdo França, deve participar desta reunião para dar explicações sobre como as coisas chegaram a este ponto, que inclusive gerou fechamento de comércios, restaurantes, desempregou pessoas e faliu inúmeros empreendimentos. Você pode acompanhar essa reunião ao vivo pelo link https://www.youtube.com/user/CamaraJoinville.

A Câmara de Vereadores de Joinville deve explicações à população joinvilense por este estado de coisas que acontece na cidade. Uma proposta de CPI para investigar as causas dos atrasos nas obras do rio Mathias não foi aprovada pelos vereadores, faltando apenas um voto para que acontecesse e a cidade soubesse, afinal, quais os erros, as decisões e valores que levaram ao estágio atual.

Aliás, agora a Câmara de Vereadores, sob a presidência do vereador do MDB, Cláudio Aragão, precisa explicar também a suspeita compra de café e leite para um lugar que inclusive não funciona administrativamente neste período de pandemia. Depois alguns políticos reclamam que o povo xinga e cobra suas atuações… Convenhamos né…

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

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