Na Copa de velocidade da internet, Brasil é 4º pior

internetA Copa do Mundo já está rolando e, como não poderia deixar de ser, a seleção brasileira é favorita ao título de campeã mundial de futebol por jogar em casa e ter um bom time. Também não é novidade que o país carece de muitas outras coisas que não são o futebol. Uma delas é a internet.

Com base nos relatórios mais recentes da empresa americana de internet Akamai, referentes ao último trimestre de 2013, o site Olhar Digital criou a Copa do Mundo de Velocidade da Internet, que leva em consideração os relatórios periódicos da empresa.

As regras são simples: observamos a velocidade média de internet dos países participantes do torneio e organizamos uma tabela, com a conexão mais rápida em primeiro lugar, e a mais lenta em último. Os resultados podem ser conferidos abaixo

Reprodução

Os resultados não têm muito a ver com o que se espera nos gramados. A Coreia do Sul lidera com muita folga, seguida de Japão, também sem muita tradição no futebol. O terceiro lugar fica com a Holanda, primeiro país com grande história no esporte a aparecer no ranking.

Na ponta de baixo, temos um vergonhoso 24º lugar para o Brasil, que fica como quarta pior internet entre os participantes da Copa. O país só não fica atrás de Costa Rica, Irã e Argélia. Este último fica com o posto pouco honroso de pior internet entre os país no Mundial de futebol.

Vale observar que a Akamai não disponibiliza informações de Camarões, Costa do Marfim, Honduras, Nigéria e Gana, que, portanto, não figuram no ranking.

Do Olhar Digital.

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

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