Aprenda a elogiar no trabalho sem ser “bajulador”

bajuNinguém pode prescindir de uma boa relação com o chefe. Mas, em vez de adular, o ideal é ter paciência para estabelecer pontos reais e consistentes de afinidade. Melhor, sempre, manter a sinceridade e se fazer notar naturalmente pelo trabalho.

Vou ou não vou?
Quatro questões envolvidas no ato de bajular

Por quê 
O que motiva a vontade de adular. A pessoa está com desempenho baixo? Quer conquistar uma promoção? Clareza de objetivo ajuda a analisar se é hora de elogiar.

Relação custo-benefício
O bajulador calcula se o elogio vai colar. Ou seja, o risco de parecer puxa-saco será compensado por uma promoção?

Vítima
É preciso medir quanto o chefe ou o colega está suscetível a cair na armadilha. Se o bajulador
não tem certeza de que o elogio soará sincero, melhor não fazê-lo.

Situação 
A ocasião faz o bajulador. Deve-se avaliar o humor do chefe, a cultura da empresa para a troca de elogios e as pessoas que estão em volta ouvindo o elogio mal-intencionado.

Do Exame.

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

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