Chuva e caos em Joinville. Fatalidade ou mau planejamento?

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A chuva que ocorreu ontem, terça-feira (04), gerou um verdadeiros caos nas ruas de Joinville. As pessoas que tiveram o azar de estar nas ruas durante a ocorrência da chuva com certeza viu cenas chocantes que fazem qualquer um refletir, carros circulando pela contra mão, acidentes de trânsito, ruas e mais ruas alagadas.

A área central e as regiões da zona Sul foram as mais afetadas. Nos bairros Petrópolis, Guanabara, Profipo e João Costa, os agentes de Defesa Civil atenderam ocorrências de quedas de muros e deslizamentos de terra. Os casos visitados até o final da noite eram sem gravidade.

Entre as ruas Nove de Março, 15 de Novembro, Jerômino Coelho, Rio Branco e Itajaí o nível da água atingiu em média 1 metro, algumas pessoas precisaram ser retiradas de barco pelos bombeiros do terminal e levadas para um local seco. A chegada e partida dos ônibus ficaram suspensas por cerca de duas horas, até haver condições de tráfego.

As principais vias para a zona Sul, entre a Getúlio Vargas, Barra Velha e Monsenhor Gercino, tiveram pontos de alagamentos. Conforme a Defesa Civil, choveu entre 70 e 75 milímetros em uma hora, volume significativo no curto período. No Centro, a maré agravou a situação e a água demorou a abaixar. “A maré estava no pico dela, embora não fosse muito extrema. O problema foi a precipitação concentrada em pouco tempo”, considerou Maiko Richter, coordenador de prevenção da Defesa Civil.

Infelizmente a chuva de ontem  não veio apenas para dar uma amenizada nas elevadas temperaturas, mas sim para trazer transtornos e prejuízos para o bolso da cidadão joinvilense. Resta saber se a proporção do ocorrido poderia ter sido amenizada caso o planejamento urbano da cidade fosse mais eficaz.

E você leitor, o que pensa a respeito? Deixe aqui sua opinião!

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Com Informações e imagens ND Online.

Por Rebeka Futuro.

 

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

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