Opinião: Governo Udo Döhler entra no segundo ano com gestão pobre e ineficiente

Servidores sempre em estado de alerta no Governo Udo
Servidores sempre em estado de alerta no Governo Udo

O governo Udo Döhler (PMDB) em Joinville (SC), já em seu segundo ano, tem se revelado de uma pobreza na gestão pública que dá dó. A começar pela falta do estacionamento rotativo, superlotação do Hospital São José, e um secretariado tão fraco (ou tão sem autonomia) que já caiu boa parte. Licitação do transporte coletivo que se arrasta, prorrogada com base na pretensa abertura democrática de ouvir as pessoas, etc, etc, etc…

Esta reforma anunciada é outro factóide a criar uma cortina de fumaça, visando claro encobrir a palidez de um governo que se promoveu como revolucionário. Se há uma pasta neste governo que funciona, esta é a comunicação. Enchem de emails as caixas dos jornalistas e veículos de imprensa, com pretensas açoes de governo, tipo visita aqui e acolá, etc. Mas fazem o trabalho, coisa que pouco se vê nas demais pastas, todas ineficientes, paralisadas, sem atender a população a contento.

Infelizmente, para a cidade, é um quadro que tem muito pouco a mudar, pois o comando é conservador, autoritário, e com ideias antigas para uma cidade que se diz a maior e melhor. Uma cidade sem teatro decente, com as poucas praças e espaços públicos abandonados, tomados pelo mato, sem programa de pavimentação de ruas, com o retorno do drama de falta de água em pontos da cidade, entre outros problemas.

Essa fraca atividade já anima gente que estava deixando de lado o desejo de comandar a maior cidade catarinense, e colocando combustível em outros que já tem o sonho acalentado há muitos anos!

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.