Indústria de bebida é interditada de novo após usar água de poço sem autorização

Fiscais do Procon-RJ fecharam , na semana passada, a sede da Julivan Indústria e Comércio de Bebidas, em Campo Grande, na zona oeste da capital fluminense. A empresa, que produz o guaraná natural Guaraplus, foi fechada, pela segunda vez, por utilizar água de poço na fabricação de seus produtos.

A empresa, cujas atividades foram suspensas pelo Procon em 25 de março do ano passado durante a Operação Paullinia Cupana (nome científico do guaraná), estava funcionando sem resolver suas pendências e sem pedir autorização de funcionamento. Os trabalhos foram novamente interrompidos pelos fiscais e a empresa foi autuada pelo descumprimento da interdição.

A Julivan Indústria e Comércio de Bebidas  também foi interditada no ano passado por utilizar água de um poço para a fabricação de seus produtos sem ter autorização do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Ao retornar agora os fiscais identificaram que a água de poço continua sendo utilizada e não foi apresentada qualquer autorização do Inea.

“As pessoas sempre acreditam na impunidade, que nós não voltaremos aos locais que já fiscalizamos. Mas nós costumamos sempre acompanhar os resultados de nossas operações”, disse a secretária de Proteção e Defesa do Consumidor, Cidinha Campos.

Procurada pela Agência Brasil, a Julivan Indústria e Comércio de Bebidas não quis se pronunciar sobre a interdição.

Do EBC

Autor: Salvador Neto

Jornalista e escritor. Criador e Editor do Palavra Livre, co-fundador da Associação das Letras com sede no Brasil na cidade de Joinville (SC). Foi criador e apresentador de programas de TV e Rádio como Xeque Mate, Hora do Trabalhador entre outros trabalhos na área. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde foi diretor de comunicação.

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