Contratação de aprendizes cresce 40% em maio

A contratação de aprendizes por empresas parceiras do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) cresceu 40% em maio de 2011, aproximando-se dos 26 mil jovens contratados para capacitação profissional.
Sylvana Rocha, gerente do Programa Aprendiz Legal do CIEE, afirma que as perspectivas da adesão de empresas ao programa neste ano são ainda mais promissoras. “Deveremos chegar ao final do ano perto da marca de 30 mil jovens em capacitação em todo o País”, destaca.

De acordo com ela, as organizações estão mais sensíveis à responsabilidade de qualificar os futuros profissionais, além de identificarem no Aprendiz Legal uma excelente ferramenta de formação de talentos para a própria empresa. “Inúmeras empresas, mesmo desobrigadas das cotas, vêm utilizando os programas de Aprendizagem como estratégia de formação e desenvolvimento de talentos”, afirma Sylvana.

A Lei 10.097, de dezembro de 2000, obriga empresas de médio e grande porte a contratar aprendizes em cotas correspondentes de 5% a 15% do quadro de empregados. Outra exigência é que eles recebam aulas de capacitação teórica, formatadas de acordo com a área de atuação, concomitantemente ao treinamento prático. Corretoras e seguradoras também devem atender à exigência legal. “Além de cuidar do recrutamento e seleção, o CIEE oferece a capacitação teórica, pois, além de ter um cadastro com jovens com o perfil exigido pela lei, é uma entidade capacitadora, habilitada a ministrar os cursos durante o período de vigência do contrato”, explica a gerente.

CIEE

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

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