Mas o Museu da Bicicleta vai continuar fechado

Agradecendo ao nobre e grande profissional de prensa, amigo Aires Zacarias, pela resposta à nossa nota questionando sobre a data de reabertura do Museu da Bicicleta, o fato é que continuamos sem data de reabertura do espaço mais visitado por turistas em Joinville. E isso é ruim não só para a imagem da cidade, mas também para o belo trabalho que escolas e instituições realizam ao levar estudantes para conhecer a história da bicicleta e suas peculiaridades.

Joinville já foi considerada a “Cidade das Bicicletas”. Hoje, apesar de ainda constatarmos a existência de milhares delas em circulação, é fato que a cidade não se preparou para continuar com as “magrelas” rodando por nossas ruas de forma segura. Mas isso é outra papo, e para outro momento. Ainda sobre a resposta oficial da Fundação Cultural: é sabido que o processo de recuperação e restauração de um imóvel tombado é mais complicado. Mas é verdade também que essa situação deveria ter sido enfrentada há mais tempo. E olha que o espaço do Museu da Bicicleta foi inaugurado, após reforma, no ano 2001. São apenas sete anos de obras que já se deterioraram? E será que àquela época as questões de restauração, técnicas, foram cumpridas à risca?

Enfim, é preciso que a Fundação Cultural realmente agilize esses trabalhos, busque recursos se é que estão faltando, e com a máxima rapidez. Porque a espera por essas reformas não pode demorar o tempo que a Estação Ferroviária levou para ficar pronta e servindo à população. Uma data definitiva e oficial seria bem vinda.

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

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