Japão chora, e o mundo se alerta

tsunami-japao-950Essa catástrofe da natureza que acertou em cheio um dos países mais avançados do mundo, o Japão, mostra o quanto somos frágeis diante da força do meio ambiente. Todos os alarmes e tecnologias não foram suficientes para evitar a tragédia que ceifou milhares de vidas. O fato é que esse terremoto, tsunamis, enchentes, chuvas em excesso, e calor também em excesso, mostram novamente que a humanidade está fazendo de tudo para destruir o mundo em que vivemos. É a terra que chora a falta de cuidado nosso.

Mais do que falar muito sobre os temas ambientais, sustentabilidade, planos e tudo o mais, o que nos resta é agir. A partir de casa, principalmente. Onde jogamos nosso lixo de cada dia? O que fazemos quando andamos nas ruas com latas de refrigerante, cigarros? Quanto deixamos nossos carros parados evitando mais poluição? Os países, principalmente os ricos, ignoram o apelo da terra pela vida. Continuam a cavar guerras – agora é na Líbia, foi no Egito – tudo para vender mais armas, conseguir mais acesso ao petróleo. Queimar mais petróleo, aumentar o efeito estufa. Há algo de errado nas enchentes frequentes, desabamentos no Rio, em Santa Catarina, em vários pontos do Brasil e do mundo. O mundo tem mesmo de ficar em alerta, e mudar o rumo das coisas, sob pena de todos sermos atingidos por essas fúrias da natureza.

Ainda o Parque Caieira: abandonado pelo poder público e pessoas, mas não pelos caramujos africanos!

Essa é também importante para a saúde a a vigilância sanitária: os caramujos africanos estão tomando conta do Parque Caieira na zona sul de Joinville (SC). Quando você chega ao local de contemplação, próximo ao interditado mirante, o chão está tomado de caramujos africanos.

Também nas paredes dos fornos a infestação se espalha, e como lá vão muitas crianças que podem não só pisar, mas também tocar com as mãozinhas esses animais, é preciso que alguém tome providências urgentes. Secretaria Regional do bairro, da Saúde e tantos outros órgãos precisam ver o que pode ser feito. Enquanto o poder público abandona o Caieira, e as pessoas também, os caramujos africanos cuidam e bem de tomar a área…