Associação Florestal lança segunda edição de anuário estatístico

PalavraLivre-produtos-florestais-sc-silviculturaA Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), com sede em Lages (SC), irá lançar nesta quinta-feira (17) o segundo volume do anuário estatístico de base florestal. A edição concentra informações de área plantada; mercado; importância das florestas plantadas; e os destaques de Santa Catarina no setor.

O estado catarinense é presença crescente no mercado nacional e nas exportações de produtos florestais do país, a partir da expansão de sua produção diversificada e vendas a diferentes mercados.

Em 2015, as exportações brasileiras totalizaram US$ 191,1 bilhões. Santa Catarina exportou US$ 7,6 bilhões respondendo por 4,0% do total nacional. No que tange o setor florestal-madeireiro, a participação de Santa Catarina atingiu cerca de 10%, com US$ 1,0 bilhão do total nacional de US$ 10,3 bilhões.

Pequenas e médias
A indústria brasileira de móveis, com predominância de madeira, se caracteriza pelo perfil de pequenas e médias empresas que atuam em um mercado muito segmentado, e ainda intensivo em mão de obra.

Santa Catarina é um dos estados mais importantes na produção de móveis de madeira do Brasil. Os municípios de São Bento do Sul e Rio Negrinho apresentam a maior concentração de empresas deste segmento no estado e corroboram com a balança comercial estadual ao destinar à exportação grande parte de sua produção.

O Brasil exportou US$ 433,0 milhões em móveis de madeira em 2015. Os Estados Unidos foram o principal destino do produto brasileiro, importando 25% (US$ 109,5 milhões) do total.

O Reino Unido e o Peru seguiram, respectivamente com 19% (US$ 82,4 milhões) e 8% (US$ 36,0 milhões). Incluindo Uruguai e Bolívia, estes cinco países foram o destino de quase dois terços (especificamente 64%) das exportações brasileiras de móveis em 2015.

Santa Catarina é o principal estado exportador de móveis de madeira no Brasil. Em 2015, exportou US$ 192,7 milhões, o que representa 44,5% do total nacional. Entre 2006-2015 houve queda acentuada na taxa de crescimento das exportações de Santa Catarina com -6,3% a.a. e -44,5% no período.

A importância da silvicultura
Após queda registrada desde 2006, ainda sob efeito da crise global, a indústria de móveis de Santa Catarina aumentou a exportação em 2014 e em 2015, estimulada pela alta cambial, principalmente aos Estados Unidos e Europa.

Para aumentar sua participação no mercado externo, as empresas do setor também vêm investindo em qualidade. Atualmente, São Bento do Sul, no Norte do estado, é a cidade que concentra o maior montante da exportação.

Todas estas informações estão no Anuário Estatístico de Base Florestal para o Estado de Santa Catarina 2016 – ano base 2015.

Segundo o presidente da ACR, José Valmir Calori, a intenção é trazer para a sociedade um material que consolida as principais informações do setor florestal em um só documento.

“É mais que um instrumento de pesquisa. O material evidencia, com dados e informações técnicas, a importância que o setor florestal tem para Santa Catarina, para o Brasil e para o mundo todo. Pretendemos, com esta publicação, chamar a atenção das mais diversas instituições para aos benefícios sociais, econômicos e ambientais, diretamente ligados à silvicultura e também como o nosso estado pode ser beneficiado por essa atividade”, explica Calori. Conheça mais sobre a ACR em www.acr.org.br.

Com informações da Ass. de Imprensa

Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado

hortaMuitas pessoas que têm pouco espaço em casa acham que não é possível cultivar seus próprios alimentos. Mas, paisagistas ensinam que mesmo em pequenos ambientes é possível fazer hortas caseiras.

Em 2011, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil  possuem resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. A alternativa então é cultivar seus próprios orgânicos, mesmo que o espaço seja pequeno.

Hoje, o CicloVivo separou o sistema do SERPAR (Serviço de Parques de Lima, no Peru) que ensina a cultivar uma horta quase completa ocupando apenas um metro quadrado.

Ideal para pequenos espaços, esta horta é cada vez mais popular entre os jardineiros urbanos. Ela é suficiente para o abastecimento diário de legumes de uma pessoa por um mês.

Por ocupar um pequeno espaço, a horta permite que o cultivador alcance toda ela para plantar, regar e colher, sem que precise de muito esforço. Além disso, é possível trabalhar na horta ao nível da cintura, o que facilita o cultivo por deficientes físicos.

Este sistema de cultivo é dividido entre quadrados e retângulos menores. Cada espaço tem um legume ou erva diferente.

Veja quais alimentos você pode cultivar e suas categorias:

Plantas pequenas: Rabanete, cenoura, cebola, espinafre, beterraba, alface e salsa.

Plantas grandes: Repolho, brócolis, couve-flor, berinjela e pimentas.

Plantas verticais: Tomate, pepino, vagem, ervilha e feijão.

Na construção da estrutura podem ser usados tubos de ferro ou de PVC utilizados em alambrados ou também é possível adaptar e reutilizar algum outro material, como pedaços de madeira.

As plantas maiores ficam nas fileiras de trás e as menores, na frente, para que todas recebam a luz do sol. As plantas verticais, como os tomates, devem ser penduradas na estrutura. Amarre-as bem para que suportem o peso e o vento.

A rotação de cultivos é automática. Por exemplo, um cultivo que leva mais tempo, como o do tomate, pode ser plantado entre outros cultivos de colheita rápida e que seriam colhidas antes que a planta precise de mais espaço.

Do Ciclo Vivo.

Em um ano de existência, Programa Lixo Zero já aplicou mais de 57 mil multas no Rio

lixozeroO Programa Lixo Zero, criado pela prefeitura do Rio de Janeiro, completa um ano amanhã (20) com balanço de 57.281 multas aplicadas durante o período, a maioria (32.860) por descarte de pequenos resíduos em locais inadequados, como a própria rua, segundo o balanço divulgado pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb). A iniciativa conta com cerca de 400 agentes de fiscalização atuando em 97 bairros cariocas.

A pessoa, inclusive turista, que for flagrada jogando detrito nas ruas, como guimba de cigarro e papel, é solicitado a apresentar documento de identificação oficial e recebe um auto de constatação emitido pelo guarda municipal. Caso se recuse a mostrar o documento, o infrator é encaminhado à delegacia. Depois da abordagem, o autuado deverá imprimir, via internet, o boleto de pagamento da multa, que varia de acordo com o tamanho do lixo descartado, alcançando de R$170 a R$3.400.

O presidente da Comlurb, Vinícius Roriz, acredita que os cariocas estão se conscientizando a respeito do problema do lixo. “As multas aplicadas giram em torno de 5 mil por mês. A gente imagina que, com o tempo, o comportamento do cidadão vai melhorar e a tendência é esses números se reduzirem”, disse.

Ainda de acordo com o dirigente, o programa vai focar este ano “em problemas ainda muito frequentes na cidade”, como o descarte irregular de entulho de obras, a colocação de lixo domiciliar fora dos horários de coleta, as caçambas irregulares e os grandes geradores de resíduos, como bares, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais.

Os dados da Comlurb mostram que, do total de 57.281 pessoas autuadas, somente 17.288 pagaram as multas aplicadas. O órgão lembra que, caso o pagamento não seja feito, o infrator terá o nome inscrito no Serasa. Quem for multado pode entrar com recurso.

Garota de 17 anos inventa sistema portátil que limpa água e produz energia

cynthialamcapaCom apenas 17 anos, a jovem australiana Cynthia Sin Nga Lam desenvolveu um sistema portátil que pode facilitar muito a vida de pessoas que vivem em comunidades isoladas. A pequena tecnologia é capaz de purificar a água ao mesmo tempo em que gera energia.

A invenção foi apelidada de H2prO e tem como base apenas dois agentes principais: dióxido de titânio e luz. Ao entrar em contato com a luz, o titânio absorve a energia ultravioleta e gera radicais que auxiliam o processo de oxidação de compostos orgânicos, que se decompõem para produzir CO2 e H2O.

Os testes que usam o titânio para separar poluentes da água foram feitos pela primeira vez pelo japonês Akira Fujishima e serviram de inspiração para Cynthia em seu experimento. Para tornar o sistema efetivo, a jovem precisou testas diferentes combinações, com a adição de um agente de oxidação, como metanol, gliverol e EDTA, que atuam como excelentes redutores. Essa mistura eleva a produção de hidrogênio, usado como combustível, e tornam a decomposição mais eficaz.

O dispositivo é pequeno e composto por duas partes. A unidade superior é usada para a purificação da água, enquanto a divisão inferior serve para a geração de hidrogênio, conectada a uma célula de combustível e à unidade base para a filtração da água.

Os testes feitos mostraram que o H2prO tem eficiência de 90% na remoção dos poluentes orgânicos, finalizando o processo em até duas horas. No entanto, em relação à produção de energia, o sistema ainda é instável, mesmo que a produção de hidrogênio fotocatalítico tenha sido satisfatória.

A jovem inventora é uma das finalistas do concurso de ciência do Google e, em sua apresentação, ela garante que continuará trabalhando para tornar o sistema ainda mais eficiente. Clique aqui para saber todos os detalhes deste sistema.

Do Ciclo Vivo.

Engenheiro cria máquina que troca lixo reciclável por dinheiro

engO engenheiro zambiano Shanker Sahai criou a Greenbean Recycle, uma máquina que devolve dinheiro a quem insere garrafas de plástico, vidro e latinhas de alumínio em seu interior. Cada pessoa que deposita lixo no sistema ganha um perfil online de interação social, por meio do qual confere a quantidade de materiais já reciclados e ainda pode competir com outros usuários.

De acordo com o criador da máquina, a interação com as outras pessoas é um dos fatores que mais incentivam o descarte de resíduos no sistema. “Quando as pessoas conferem seus nomes em um painel de pontuações, ficam mais estimuladas a usar a máquina novamente, continuando a reciclar”, conta Sahai. Por enquanto, existem nove unidades instaladas nas principais universidades dos EUA, dentre elas Harvard, MIT e Brandeis University, mas a meta é levar as máquinas para estádios, aeroportos e outras localidades em que há grande circulação de pessoas.

O engenheiro civil, que se inspirou nas máquinas de venda reversa dos EUA, também explica que espera mudar a opinião das pessoas em relação ao reaproveitamento do lixo. “Reciclar é uma tarefa bem chata, e, às vezes, não sabemos de que forma o nosso esforço faz a diferença. A máquina mostra, em tempo real, que até uma única garrafa ou latinha faz a diferença, incentivando as pessoas a continuarem a reciclar”, declarou o engenheiro ao portal Co.exist.

Além de fazer depósitos instantâneos na conta dos usuários, o dispositivo também dá créditos em um restaurante de comida mexicana e prêmios nas redes sociais. A máquina também  processa os resíduos, eliminando gastos de transporte até as usinas de reciclagem e o armazenamento em contêineres. Até agora, o Greenbean Recycle conseguiu aproveitar mais de 34 toneladas de lixo, gerando uma economia de energia superior a 73 mil kWh. No vídeo abaixo (em inglês), você fica sabendo um pouco mais sobre a máquina:

Do CicloVivo.

Professor da Califórnia cria biossensor que transforma suor em energia

suorImagine um dispositivo que capta o suor e transforma-o em energia? Parece irreal, mas a tecnologia que converte o esforço de um exercício em produção energética já existe e foi desenvolvida na Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos.

Como uma espécie de tatuagem temporária, que deve ser colada no corpo, o circuito possui um sensor que monitora a saúde da pessoa enquanto ela se exercita. Fina e flexível, essa camada detecta e responde a um composto chamado de lactato, que é presente no suor.

O pesquisador e professor Joseph Wang, da Universidade da Califórnia, desenvolveu uma técnica em que, por meio de um sensor, é possível atrair os elétrons do lactato e gerar uma pequena corrente elétrica.

Para fabricar a biobateria, Wang usou o composto que captura os elétrons do lactato para desempenhar a função de um anodo e adicionou o catodo na forma de uma molécula que aceita elétrons, explica o site Inovação Tecnológica.

Ao mesmo tempo em que a “tatuagem eletrônica” monitora a corrente elétrica, ela avalia o rendimento do atleta em tempo real. O resultado do experimento mostrou que nesse processo foram gerados até 70 microWatts por centímetro quadrado de pele, o que é suficiente para alimentar aparelhos econômicos em termos de consumo de energia.

Curiosamente, dos voluntários – dez pessoas com condicionamento físico diferenciado realizaram os testes -, os que se exercitavam menos produziram mais energia do que aqueles que frequentavam academias. A explicação para esse fato, segundo os pesquisadores, é que os mais sedentários se cansam mais cedo e isso faz com que a glicólise suba mais rapidamente, formando mais lactato.

Ainda não previsão de tornar o produto comercial. Saiba mais sobre o pesquisador aqui.

Do CicloVivo.

Brasileiros criam sistema que transforma caixa d’água em miniusina hidrelétrica

enerEnquanto cientistas em todo o mundo tentam aumentar a eficiência dos grandes sistemas de produção energética, dois empreendedores brasileiros desenvolveram uma solução simples para gerar energia limpa em casa. Apelidada de UGES, a tecnologia transforma as caixas d’água em miniusinas hidrelétricas.

O nome é uma abreviação de Unidade Geradora de Energia Sustentável e a criação é fruto do trabalho dos engenheiros Mauro Serra e Jorgea Marangon. A tecnologia é simples e pode ser utilizada em qualquer caixa d’água, independente de seu tamanho. “A UGES transforma a passagem da água que abastece os reservatórios em um sistema gerador de energia. Vale destacar que o consumo diário de água no país é, em média, de 250 litros por pessoa, consumo que é totalmente desperdiçado como forma de energia. Ao desenvolver um sistema que reaproveita essa energia, podemos gerar eletricidade, sem emissão de gases e totalmente limpa”, destacou Mauro Serra, em entrevista à Faperj.

A ideia já foi patenteada e logo deve estar disponível no mercado. Além de contar com um sistema instalado dentro do próprio reservatório de água, o UGES também precisa de uma unidade móvel para que seja possível transformar toda a energia captada em eletricidade e assim distribuí-la para o uso doméstico. No entanto, ele não precisa de uma fonte externa de energia para funcionar.

“Ao entrar pela tubulação para abastecer a caixa, a água que vem da rua é pressurizada pelo sistema gerador de energia, passando pela miniusina fixada e angulada na saída de água do reservatório”, explica Serra. Depois disso, a pressão gera energia, que é transformada em eletricidade. O empreendedor explica que a produção é ideal para abastecer lâmpadas, geladeiras, rádios, computadores, ventiladores, entre outros aparelhos domésticos. A energia só não é ideal para ser usada em equipamentos de alto consumo, como chuveiros e secadores de cabelo.

Não é possível quantificar com exatidão a produção, pois a variação depende do tamanho da caixa d’água e da quantidade de água consumida. “Se ela for instalada em um sistema de abastecimento de água municipal, poderá, por exemplo, ser dimensionada para gerar energia suficiente para abastecer a iluminação pública. Imagine então esse benefício em certos locais como restaurantes, lavanderias ou mesmo indústrias, onde o consumo de água é grande”, exemplifica o inventor. Outro ponto positivo do sistema é o armazenamento do excedente para uso posterior e a independência – ao menos, parcial – das redes de distribuição.

Fonte: CicloVivo.

Na Austrália, máquina troca garrafas e latinhas por cupons e vale-refeição

recMáquinas que trocam resíduos por recompensas são um jeito diferente de incentivar as pessoas a reciclarem. Recentemente o CicloVivo mostrou um exemplo na Turquia, em que as garrafas plásticas são trocadas por ração para cães desabrigados (clique aqui para ver). Na Austrália, quem recicla ganha tickets para eventos e vales em lanchonetes.

As máquinas, instaladas na capital australiana, funcionam de maneira muito simples. Qualquer pessoa pode participar. Basta passar por uma delas e depositar a latinha ou garrafa plástica vazia. O ideal é que elas não tenham nenhum tipo de líquido dentro e que as latinhas não estejam amassadas. Isso facilita o processo de reciclagem.

Assim que a pessoa deposita o seu resíduo, a máquina oferece as opções de recompensas. Atualmente, nas unidades instaladas em Sidney, os participantes podem escolher entre vale-comida em uma das lanchonetes locais, convites para assistir aos tradicionais fogos de Ano Novo em um local especial, descontos nas passagens de ônibus ou doar para uma ONG.

Em algumas unidades da máquina também é possível juntar os cupons ou manter uma conta em que os créditos são acumulados para depois serem trocados por ingressos e produtos em lojas de conveniência.

Entre as restrições estão as garrafas de vidro, que devem ser encaminhadas à reciclagem de outra forma. O próprio portal de Sidney explica que o sucesso das máquinas de reciclagem é a sua eficiência. Já foram testados outros modelos de lixeiras para a separação dos resíduos, mas a contaminação por restos de alimentos acabava impedindo que a maior parte do material fosse reaproveitada. Este problema não acontece quando a máquina é usada, pois ela apenas aceita os resíduos estipulados e nada mais.

Veja no vídeo como ela funciona clicando aqui.

Torre que transforma umidade do ar em água potável tem versão melhorada

Água potável é um bem que ainda não está acessível a todas as pessoas no mundo. Pensando em uma solução prática para este problema, o arquiteto italiano Arturo Vittori criou a WarkaWater, uma torre que capta o vapor de água atmosférico e o transforma em água própria para o consumo. A ideia deu tão certo, que ele já desenvolveu uma versão melhorada do modelo.

O sistema não consiste em alta tecnologia. Pelo contrário, ele é tão simples que pode ser replicado em qualquer lugar. O melhor é que, além de ser eficiente, o WarkaWater, nas duas versões, é bonito, assemelhando-se a uma grande escultura.

O projeto foi pensado para ajudar comunidades que sofrem com a falta de água na Etiópia. Apesar de ainda não terem sido instalados no continente africano, os arquitetos já providenciaram a construção de um protótipo do WarkaWater2 no Instituto Italiano de Cultura e pretendem levá-lo para a Etiópia já em 2015.


Imagem: Divulgação

A base da torre é modular, feita em bambu ou talos de juncus. Internamente elas são forradas com uma malha plástica, semelhante aos sacos usados no transporte de frutas e legumes. As fibras de nylon e polipropileno ajudam a captar as gotículas do orvalho e quando a água escorre, fica armazenada em uma bacia, instalada na parte inferior da torre.


Imagem: Divulgação

site do projeto explica que toda a estrutura pesa, em média, 90 quilos, divididos em cinco módulos. Para facilitar a sua instalação em locais de difícil acesso, não é necessário utilizar andaimes ou equipamentos elétricos. A estimativa é de que o WarkaWater2 seja capaz de coletar cem litros de água por dia, provenientes da chuva, orvalho e neblina.


Foto: Divulgação

A principal diferença entre a versão atual e o primeiro modelo criado não está em sua estética, mas sim na instalação de uma “coroa” de espelhos na parte superior, que promete manter as aves longe da estrutura. A medida visa reduzir as chances de contaminação da água.


Foto: Divulgação

Clique aqui para ver todos os detalhes do primeiro WarkaWater.

Do Ciclo Vivo.

Máquina troca garrafas plásticas por ração para cães abandonados

maquinaA empresa turca Pugedon teve uma ideia genial para incentivar as pessoas a reciclarem. Através de uma máquina instalada nas ruas, os cidadãos podiam descartar garrafas plásticas e, em troca, alimentar cães e gatos desabrigados.

A ação ocorreu em abril deste ano, com a máquina sendo instalada em um parque de Istambul. O equipamento usado possui espaço apropriado para o descarte do líquido nas garrafas (no caso de ser água, ela é destinada aos próprios animais), enquanto o plástico vai para outro compartimento.

Assim que a pessoa faz o descarte, a máquina libera uma quantidade de ração equivalente à quantidade de material depositado. Ela fica disponível em uma abertura na altura dos animais e qualquer cão ou gato desabrigado pode se servir à vontade.

Veja o vídeo da ação aqui.

Do Ciclo Vivo.