De volta para alegria de uns e desespero de outros… é a vida!

Olá amigos e amigas, leitores e leitoras do Palavra Livre, que este ano seja o melhor ano de suas vidas, com muita saúde, paz, sucesso, oportunidades, bons amigos, bons livros, bons teatros, cinemas, vida a dois, enfim, com tudo o que a vida trouxer a cada um e cada uma que nos acompanha há quase cinco anos. Cinco anos! Sério, em abril completam-se cinco anos dessa aventura de escrever e divulgar informações relevantes para as pessoas.

Quem atua no jornalismo sabe o quanto é dura a vida de quem busca espaço para mostrar seu trabalho. Poucos jornais, e estes poucos nas mãos de poucos, assim como tvs, rádios, etc. Para além disso, imposições de ordem política, econômica, salários baixos, e toda ordem de coisas que impedem, ou dificultam muito, o exercício da profissão. Por isso a internet é uma dádiva, um meio que veio para democratizar de vez a disseminação de informações sem bloqueios, censuras, impedimentos.

A situação de manter um órgão informativo alternativo, seja ele impresso, ou em mídia eletrônica, é a mesma: faltam recursos. Patrocinadores se repetem em órgãos já antigos, conservadores, de grandes grupos midiáticos. Lá despejam milhões. Sobram para os loucos blogueiros como eu o apoio de amigos, de leitores que acreditam no trabalho sério que faço aqui no Blog Palavra Livre, e também no programa Xeque Mate da TV Babitonga Canal 9 da NET Digital da região de Joinville (SC), onde estou desde junho de 2012.

Mas, como conheço um pouco o caminho das pedras, e como desviar de algumas para se chegar ao objetivo final, tenho conseguido altos índices de leitura e compartilhamento do que divulgo, opino e informo aqui e acolá. Por isso me sinto feliz e reconfortado, sempre acreditando e perseverando naquilo que acredito. Porque somos o que sonhamos, e portanto, se somos do tamanho de nossos sonhos, devemos sonhar grande, muito grande, e perseverar muito, acreditar, lutar, trabalhar. Porque o Criador apoia quem trabalha, quem dá o seu melhor e não desiste nunca! Por isso, vamos em frente?

Conto com vocês para fazer um Palavra Livre ainda melhor, mais completo, mais participativo que nunca. Obrigado mais uma vez a todos que acompanham, acreditam e compartilham das palavras que por aqui buscam seus sentidos, e com eles, um mundo mais justo, solidário e feliz. Como já disse no título, estamos de volta para alegria de uns, e muito desespero de outros… Abraços a todos e todas!

Palestra apresenta cenários da tecnologia da informação, nesta terça (6/11)

A Católica de Santa Catarina e a IBM Brasil promovem na terça-feira, dia 6 de novembro, encontro no auditório da Mitra Diocesana de Joinville que apresentará os cenários tecnológicos para os próximos anos. O evento ocorre às 19h30min e vai contar com a participação do executivo Antônio Carlos Canôva, da IBM, abordando o tema “As 4 mais relevantes tendências de Tecnologia da Informação para os próximos anos”. A participação é gratuita e aberta a todos os interessados. Informações e confirmações de presença pelo telefone (47) 3145-9700.

Um dos eixos da fala do especialista é o programa Horizon Watching, lançado em 2006 com o objetivo de incentivar o compartilhamento de informações e colaboração sobre as novas tendências, tecnologias e questões de negócios que irão impactar empresas de todos os tamanhos no futuro.

Como resultado mais recente o projeto destacou as 11 mais importantes tendências tecnológicas para 2012, contemplando três áreas principais: a terceira fase da internet, a terceira fase da computação e a explosão da informação.

Conforme o coordenador do curso de Sistemas de Informação da Católica SC, professor Maurício Henning, neste evento serão destacadas as principais tendências que se destacam neste relatório e as suas implicações para o ambiente de negócios em tecnologia.

A Mitra Diocesana fica localizada na Rua Jaguaruna, 147 – Centro, próximo ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, telefone (47) 3451-3700. Mais informações pelos telefones (47) 3275-8266 ou (47) 3145-9715.

FGTS: saldo já pode ser consultado via torpedo

A Caixa Econômica Federal assinou, nesta quinta-feira (18), um termo de cooperação técnica com as centrais sindicais para divulgar os novos canais de informações da conta vinculada do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

O trabalhador que aderir aos serviços vai receber informação atualizada de saldo, depósitos e saques do FGTS no celular, através de mensagens SMS, além de realizar a consulta do extrato do FGTS pela internet.

O serviço é gratuito e já está disponível aos interessados, que devem fazer a adesão ao serviço de mensagem pelo celular em substituição ao extrato bimestral de papel no site do FGTS.

Para consultar o extrato na internet, basta cadastrar senha no endereço do site do FGTS ou da Caixa.

Com a parceria, a Caixa quer alcançar mais de 27 milhões de cadastros ao serviço de consulta por canais alternativos.

A consulta e acompanhamento da conta vinculada pela internet já é utilizado por cerca de 800 mil trabalhadores e, segundo o vice-presidente de Fundos de Governo da CAIXA, Fabio Cleto, a previsão é que a adesão ao novo serviço chegue a cerca de 3 milhões de contas até o final do ano.

“As informações enviadas por SMS possibilitam que o próprio trabalhador se transforme no maior fiscal de sua conta vinculada”, disse Cleto, em nota.

O trabalhador também receberá em sua casa um extrato de papel, até o mês de fevereiro, com todas as movimentações ocorridas no exercício anterior.

A adesão aos novos serviços é facultativa. Quem quiser permanecer no modelo anterior continuará a receber o extrato bimestral do FGTS no endereço residencial cadastrado.

Do Sindicato do ABC

Taxas bancárias: 40% dos consumidores não sabem quanto pagam

Boa parte dos consumidores brasileiros ainda não se informa sobre tarifas bancárias. Pesquisa da Proteste (Associação Brasileira de Defesa dos Consumidores) aponta que 39% dos clientes desconhecem quanto pagam na manutenção de conta corrente. Entre os que sabiam a informação, a média apontada foi de R$ 54,93 ao mês.

Segundo a pesquisa, os altos juros, o custo de manutenção das contas, o atendimento dos bancos e a falta de transparência são os fatores que mais decepcionam os clientes. Por outro lado, as instituições financeiras foram bem avaliadas no quesito atividades operacionais.

Na avaliação da Proteste, os bancos deveriam orientar melhor os clientes, para que a forma correta de crédito fosse escolhida. O órgão levantou informações sobre sete bancos (Caixa Econômica, Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú Unibanco e Banco do Estado do Rio Grande do Sul) com 5.095 pessoas entre outubro e novembro de 2011.

Apesar dos descontentamentos, o brasileiro é “fiel” aos bancos: a maior parte (74%) mantém conta corrente no mesmo banco onde recebe salário ou pensão e mais da metade (52%) tem a principal conta há pelo menos 10 anos.

Na avaliação do cartão de crédito, o órgão apurou que 60% têm no mínimo 2 plásticos e pagam uma anuidade média de R$ 61 por cada. O limite médio, de R$ 2.984,20, é o item que mais agrada aos consumidores, embora os juros altos do rotativo decepcionem. Um quinto desse universo, mostra a pesquisa, não consegue quitar as faturas no período de vencimento.

Crédito imobiliário e pessoal
Do lado do crédito imobiliário, 35% dos entrevistados tinham assumido algum empréstimo na modalidade. Desse montante, 11% adquiriu o financiamento utilizando o FGTS – o recurso permite obter juros menores. A avaliação sobre a modalidade é positiva, mas o custo da operação foi alvo de reclamações. O valor médio financiado é R$ 85.424 e o período, de 18 meses.

O crédito pessoal também é utilizado por 45,3% dos entrevistados. Destes, 22,9% contrataram mais de um financiamento, principalmente para renegociar outro. A percepção da Proteste é que, em geral, essas operações são caras e de longo prazo – o primeiro crédito tem duração de mais de dois anos para 35,1% da amostra e o segundo, para 42,2%. Metade dos pesquisados pegou mais de R$ 5 mil emprestado no primeiro empréstimo, porcentual que caiu para 46,5% quando outro crédito pessoal é contratado.

Do O Estado de S. Paulo

 

Lei de Acesso à Informação muda relação do Brasil com a sua história

A Lei de Acesso à Informação está mudando a forma do brasileiro se relacionar com sua própria história. Desde que entrou em vigor, em 17 de maio, já proporcionou o acesso a registros históricos que, em muitos casos, poucos suspeitavam sequer que existiam.

No Arquivo Nacional, encontram-se à disposição dos interessados os documentos secretos e ultrassecretos do extinto Sistema Nacional de Informações e Contrainformação (SISNI), incluindo os serviços de inteligências da Forças Armadas, da Polícia Federal e de ministérios e outros órgãos do governo, como o Itamaraty.

Desde a manhã de segunda, também está disponível a base de dados da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), criada pelo ex-presidente Collor de Mello, em 1990, para substituir o Serviço Nacional de Inteligência (SNI), o temível órgão de inteligência da Ditadura Militar, idealizado pelo general Golbery do Couto e Silva. A SAE funcionou até 1999, quando foi criada a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). E, embora tenha sido criada e extinta durante o regime democrático, herdou práticas de arapongagem da ditadura militar, colocando sob sua mira figuras emblemáticas, especialmente, para a esquerda brasileira.

Relegada a categoria de secretaria, a SAE não tinha o mesmo status do seu antecessor, o SNI, ligado à presidência da república, e que, mesmo durante o governo de transição do ex-presidente José Sarney, continuou monitorando esquerdistas, realizando escutas ilegais e operações clandestinas. Perdeu quadros, força e influência. Passou a ser comandado por civis. Voltou a ganhar peso com sua remilitarização, a partir de 1992, já no governo de Itamar Franco, que assumiu a presidência da república após o impeachment de Collor.

Em até 30 dias, será aberto à consulta pública o acervo do extinto Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA), que funcionou entre 1946 e 1999, antes da criação do Ministério da Defesa. São 37 volumes de documentos considerados secretos e ultrassecretos, além de 52 volumes de boletins reservados: correspondências entre autoridades militares e civis do governo brasileiro ou entre integrantes do governo e representantes de outros países sobre temas relacionados à defesa, segurança nacional e cooperação internacional, além de relatórios sobre a conjuntura política nacional e internacional.

Acesso amplo e irrestrito

Desde o dia 18/6, já está permitido o acesso irrestrito aos acervos do próprio SNI e dos demais órgãos que compunham o SISNI. São dossiês pessoais dos considerados “subversivos” e de organizações de esquerda, como partidos políticos, sindicatos, movimentos sociais, igrejas, universidades e movimento estudantil, além de informações sobre prisões, mortes, tortura, repressão à guerrilha urbana e rural, entre outros.

Parte desses documentos já podia ser consultada desde 2005, de forma bastante restrita. No caso dos dossiês pessoais, apenas com autorização da própria pessoa ou de seus familiares. Nos documentos mais gerais, todos os nomes citados eram devidamente apagados. Por isso, grande parte dos documentos ainda é inédita para o público. Eles revelam, por exemplo, como se dava a infiltração dos agentes do regime dentro das universidades públicas ou mesmo a relação da ditadura com a política indigenista que dizimou aldeias inteiras de índios.

Há também os documentos produzidos pelo Centro de Informações do Exterior (Ciex), serviço de inteligência criado pelo Itamaraty em 1966 para monitorar os passos dos brasileiros tidos como “subversivos” no exterior e, da mesma forma, os dos estrangeiros no Brasil. Mostram o pioneirismobrasileiro na articulação da Operação Condor, criada pelas ditaduras da América Latina para a troca não apenas de informações, mas também de militantes estrangeiros nos países envolvidos.

Balanço

No primeiro mês de vigência da Lei de Acesso, o governo recebeu 10,4 mil pedidos de informações. De acordo com balanço da Controladoria Geral da União (CGU), mais de 70% foram respondidas, a maioria antes do prazo. Das respondidas, 82% atenderam ao pedido; 10% negaram e, em 7% dos casos, não se tratava da competência do governo brasileiro.

Do Correio do Brasil

O diálogo das drogas: Você presta atenção em seus filhos?

Há algumas décadas, começamos a notar o avanço no desenvolvimento infantil. O acesso à informação e o contato com pessoas do mundo todo, facilitado especialmente pela internet, leva uma grande quantidade de informação, que diminui a vivência da infância, período fundamental da vida. Muito cedo as crianças comecem a aprender e praticar coisas inapropriadas à sua idade, sem ter a real noção do que estão fazendo e das consequências desses atos.

O maior perigo dessa socialização é o contato com criminosos que agem à sombra do anonimato. Muitos tem como alvo principal as crianças e os adolescentes. Nesse caso, falamos especificamente de traficantes de drogas, que se tornaram o grande câncer da sociedade, não só brasileira, mas mundial. Esses sujeitos veem os jovens como futuros clientes, e para seduzi-los oferecem a promessa ilusória de fuga da ansiedade ou pressão sofrida por um grupo, através das drogas.

No Brasil, ainda não há o combate eficaz a essa máfia, então o que os pais podem fazer para proteger seus filhos? A melhor arma é a conversa! O bate-papo em família deve começar desde a primeira infância para que a criança aprenda a ouvir “não”, lidar com futuras frustrações e afastar situações e pessoas negativas do seu convívio. A partir do momento em que a família adota a política do diálogo para orientar e ensinar os filhos, uma enorme barreira é derrubada, pois gera a confiança mútua através do afeto e companheirismo no núcleo familiar. Dessa forma, quando os filhos tiverem qualquer tipo de problema, irão buscar ajuda dentro de casa. Caso a criança não tenha uma base sólida e de confiança, ao menor sinal de carência, baixa-estima, ansiedade ou depressão, ela estará muito mais suscetível a encontrar nas drogas sua válvula de escape, principalmente na fase mais conturbada da vida: a adolescência.

O uso de drogas pode começar com as lícitas, como álcool, sempre presente em festas e adquirido facilmente em diversos estabelecimentos. O consumo dessas bebidas é, muitas vezes, incentivado ou permitido pelos próprios pais. A partir daí, o passo seguinte é partir para drogas mais fortes e com maior nível de dependência química. Aparentemente as meninas podem ser mais propensas ao uso pela falsa promessa de “fantasia da felicidade”, muito mais idealizada pelo sexo feminino, embutida no uso de entorpecentes. São elas também que carregam o maior estigma da sociedade, quando estão num estágio comprometido pelas drogas.

Na mente dos dependentes se cria uma barreira psicológica, que veda o autodiagnóstico crítico – por achar o uso de entorpecentes normal -, piora a baixa-estima – por entender que a droga vai preencher a lacuna existencial em sua vida -, e ludibria o inconsciente, o que dificulta a chegada de ajuda profissional e especializada.

Abandonar o vício exige grande força de vontade do dependente. Na maioria dos casos, depois de certo tempo de uso, o usuário perde saúde física, mental, integridade, paz e família, que acaba se afastando por medo de agressões, ameaças, roubos, não só do parente usuário, mas de traficantes que frequentemente intimidam a família para forçar pagamento de dívidas.

Um bom começo para ajudar um parente ou amigo com esse problema é não recriminá-lo com nomes ou rótulos. Observar mudanças bruscas de comportamento, violência, falta de apetite, isolamento, transtornos de humor entre outros aspectos, também é muito importante para detectar o problema ainda no início.

Por esses e outros motivos o diálogo em casa é tão importante: uma pessoa bem estruturada e com apoio maciço da família tem plena condição de dizer “não” e afastar os maus elementos de sua vida. Se os pais perceberem qualquer tipo de mudança de comportamento, devem rapidamente procurar ajuda e orientação, mesmo que suspeitem apenas de uma crise de adolescência. Vale reforçar que o melhor jeito de não ter problemas com drogas, é não se envolver com elas, nem que seja para experimentar e se afastar completamente daqueles “amigos” que a oferecem.

Artigo de Alexandre Bez do Jornal Agora