Conheça os diversos significados do natal

Origem do Natal e o significado da comemoração

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A Árvore de Natal e o Presépio

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

A roupa do Papai Noel 

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países

– Alemanha (Weihnachtsmann, O “Homem do Natal”), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, “Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).

Fonte: Sua Pesquisa.

O maior dos males e o pior dos crimes é a pobreza

A frase é de Bernard Shaw: “o maior dos males e o pior dos crimes é a pobreza”. Fiquei a pensar nela ao recordar a tragédia do Morro do Bumba, ocorrida há alguns poucos anos no Rio de Janeiro, que ceifou umas duas centenas de vidas.

Chamou-me a atenção, naquela época, um texto do Diário de Notícias, de Portugal, que a seguir reproduzo: “A chuva castigou os mais pobres. Os mortos eram, em geral, pessoas sem emprego fixo, que viviam de biscates e não conseguiam residência na cidade asfaltada. Por isso, procuraram as favelas. Não há notícia de que nenhum membro das classes mais abastadas tenha morrido nesta tragédia. As classes média e alta tiveram apenas de lamentar a perda de alguns voos para outras cidades. De qualquer modo, a vida no Rio vai voltando aos poucos ao normal”.

Esta dura mas verdadeira notícia me trouxe à memória uma constatação divulgada há algum tempo pela ONU, no sentido de que, em termos de saneamento básico, o Brasil chega a ficar atrás do Sudão! Assim disse o estudo: “Mesmo os indicadores do Brasil urbano são inferiores aos de países como Jamaica, República Dominicana e aos Territórios Palestinos Ocupados. Já o Brasil rural amarga índices africanos – o acesso a saneamento adequado nessas regiões do país é inferior ao registrado entre campesinos de nações imersas em conflitos internos, como Sudão e Afeganistão”.

Vamos ao significado disso: 53% dos brasileiros não contam com saneamento básico – e, no ritmo histórico dos investimentos, apenas o receberão no distante ano de 2122. Até lá, quantos outros filmes de terror assistiremos na vida real? Enquanto isso, a cada ano a União, os estados e municípios gastam em torno de R$ 1 bilhão só com propaganda – imagine os gastos com desperdícios e corrupção! Se o Morro do Bumba tivesse sido aquinhoado com pelo menos uma parte dessas verbas, muitos irmãos nossos ainda estariam vivos.

Diante das cenas pavorosas dos corpos mergulhados na lama, esta é uma realidade que choca. Porém ainda mais agudo é considerar que, a cada mês, 600 crianças brasileiras perdem a vida por conta do mesmo problema: a falta de saneamento básico! São três Morros do Bumba por mês! Ou, para alguns compreenderem, o equivalente a três aviões Boeing lotados de crianças caindo por mês! E que diferença faz um avião: se três deles caíssem a cada mês aqui no Brasil, um escândalo teria se instalado, prisões teriam sido decretadas etc.

Mas, como todas estas mortes acontecem silenciosamente pelas favelas miseráveis do Brasil, tão bem representadas pelo Morro do Bumba, fica tudo por isso mesmo – aos poucos a vida vai voltando a uma “normalidade” absurda que só a crueldade e a indiferença explicam. O pior é que neste processo as vítimas viram culpadas – afinal, quem mandou elas irem morar nos morros? Sim, aqui no Brasil vítimas são sempre culpadas! As vítimas de crimes “deram bobeira”, as de acidentes de trânsito causados pelas vergonhosas estradas brasileiras “foram imprudentes”, as da corrupção “votaram mal”, e por este cínico caminho seguimos!

Tudo isto me faz recordar uma célebre entrevista feita com Margareth Thatcher, então primeira-ministra do Reino Unido, por ocasião dos 200 anos da Revolução Francesa. Perguntada sobre o que havia a celebrar, ela respondeu: “Nada. Só o que mudou é que após a Revolução Francesa a patuléia passou a chamar-se povo”.

Do Congresso em Foco.

Após 8 anos, CVM fixa multa de caso Inepar em R$ 4,5 mi

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) condenou nesta terça-feira, 22, um grupo de seis acionistas e executivos da Inepar Participações por irregularidades em prejuízo de sua controlada Inepar S/A Indústria e Construções (IIC). Ao todo as multas do caso somaram R$ 4,5 milhões. O processo contra o grupo foi instaurado em 2006, após a investigação de denúncias feitas por acionistas minoritários em 2002 e 2005.

A CVM se baseou na gravidade das condutas para aplicar multa máxima – o teto de R$ 500 mil – e inabilitar todos os administradores da companhia envolvidos. Em um mesmo processo, a CVM superou o total de inabilitações aplicadas em 2012 (cinco) e 2011 (duas).

Os irmãos Atilano e Jauneval de Oms, sócios controladores e membros do conselho da Inepar, ficarão cinco anos sem exercer o cargo de administrador de companhia aberta, caso a decisão não seja revertida pelo Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, o “conselhinho”.

O atual diretor-presidente da Inepar, Cesar Romeu Fiedler, foi inabilitado por um período de quatro anos. Além dele, receberam pena de inabilitação e multa o conselheiro Di Marco Pozzo (quatro anos), os ex-executivos e conselheiros Natal Bressan (três anos) e Mario Petraglia (três anos) – este último isento de pena pecuniária. Todos deverão recorrer, informou a advogada de defesa Maria Lúcia Cantidiano.

A holding Inepar Administração e Participações (IAP) levou cinco multas de R$ 500 mil por condutas enquadradas como abuso de poder de controle. Ao todo, pagará R$ 2,5 milhões.

As condenações dos gestores do grupo – provedor de infraestrutura e equipamentos para setores como energia, óleo e gás – foram baseadas nas condutas de abuso de poder de controle, desvio de poder, descumprimento do dever de lealdade, conflito de interesses, favorecimento de sociedade controladora e envolvimento na elaboração das demonstrações financeiras.

Fonte: Exame Mercados.

Tribunal de Justiça condena Maluf por superfaturar obra de túnel

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve nesta segunda-feira (4) a condenação contra o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), ex-prefeito da cidade, por improbidade administrativa em superfaturamento de obra. Segundo a sentença, Maluf está proibido de fazer negócios com o poder público e teve suspensos seus direitos políticos por cinco anos. Além disso, terá que devolver o dinheiro desviado e pagar multa.

 

Com a decisão tomada por um órgão colegiado em segunda instância, Maluf pode, aos 82 anos, ingressar na categoria dos fichas-sujas e não disputar eleições por oito anos.

 

Maluf havia apresentado um recurso contra a condenação sofrida em 2009 no processo sobre o superfaturamento das obras do túnel Ayrton Senna, executadas em sua gestão como prefeito da capital (1993-1996). Cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF).

 

aluf foi um dos deputados federais mais votados nas eleições de 2010 em São Paulo. Ele recebeu cerca de 500 mil votos. Pela Lei da Ficha Limpa, uma pessoa condenada por um colegiado à suspensão dos direitos políticos por ato de improbidade administrativa pode ficar inelegível (por oito anos contados a partir da condenação) se a Justiça considerar que houve lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito.

No caso de Maluf, ele pode pedir o registro da candidatura em 2014 e se alguém, um partido ou o Ministério Público questionar, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai analisar caso de inelegibilidade. Em março deste ano, o TSE entendeu que quando não há lesão ao erário ou enriquecimento ilícito o político pode se candidatar.

Os advogados de Maluf, Eduardo Nobre e Patricia Rios, por meio de nota, afirmaram que a decisão não impede que o deputado participe das próximas eleições.

 

Segundo os advogados, para ser impedido pela Lei da Ficha Limpa é necessário que a condenação por improbidade administrativa tenha as seguintes características de forma cumulativa:  “proferida por órgão colegiado; determine a suspensão de direitos políticos; que o ato tenha sido praticado na modalidade dolosa; que o ato importe em prejuízo ao erário; e que o ato cause enriquecimento ilícito do agente público”.

 

Ainda de acordo com Nobre e Rios, o Tribunal de Justiça não condenou o deputado Paulo Maluf pela prática de ato doloso, como também não o condenou por enriquecimento ilícito.
“Por essas razões a Lei da Ficha Limpa não impede que o deputado participe das próximas eleições”, diz o texto.

 

Superfaturamento 
No primeiro julgamento, em 2009, Maluf foi condenado a devolver R$ 14,7 milhões (cerca de R$ 25 milhões em valores atuais). A ação inicial, de 2001, demorou 12 anos para chegar à segunda instância.

 

Segundo o Ministério Público, laudo feito durante as investigações do caso demonstrou que o túnel Ayrton Senna foi superfaturado em cerca de R$ 200 milhões, em valores atualizados.

 

De acordo com a Promotoria, na construção do túnel, a empresa da prefeitura que administrava a obra aceitou preços de materiais, mão de obra e equipamentos acima dos praticados no mercado em planilhas apresentadas pelas empreiteiras Constran e CBPO.

 

Esses preços eram usados para reajustar o contrato por meio de um índice intitulado como Fator K. Como os preços estariam mais altos que os de mercado, o contrato foi reajustado em valores mais elevados.

A ação de 2001 citava vários exemplos de superfaturamento, sempre em valores da época. Um tipo específico de concreto que custava R$ 0,69 o quilo aparecia nas planilhas das empreiteiras a R$ 6,24.

O tubo de PVC, cujo metro linear custava R$ 9,92 no mercado, aparecia valendo R$ 17,50 no índice. O túnel, orçado inicialmente em R$ 147 milhões, acabou custando R$ 728 milhões, o equivalente a R$ 2,2 bilhões em valores atuais.

 

Maluf foi condenado porque autorizou suplementações de verba para a Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), empresa da Prefeitura que era dirigida pelo ex-prefeito Reynaldo de Barros (1931-2011), que também foi condenado pela nessa ação.

 

Além de Maluf, quatro diretores da Emurb na época (gestão 1993-1996) e duas construtoras foram condenados em 2009 pela Justiça de São Paulo a ressarcir R$ 4,9 milhões aos cofres públicos pelo pagamento de um serviço não realizado na construção do túnel Ayrton Senna, na Zona Sul de São Paulo.

Além de devolver o dinheiro, Maluf terá de pagar multa igual ao dobro do valor, o que dá R$ 9,8 milhões.

 

Fonte: G1

Brasil é 3º do mundo em gasto com juros

Mapa de indicadores fiscais elaborado pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) mostra o gasto do Brasil com juros da dívida pública como o terceiro maior do mundo.

Entre dados coletados de praticamente todos os países, a despesa brasileira, equivalente a 5,7% da renda nacional, só perde para a da Grécia, mergulhada em crise financeira, e a do Líbano, cujas finanças são abaladas pelos custos de guerra.

Os números reunidos são, na maioria, de 2011. De lá para cá, os pagamentos aos credores da dívida pública caíram para 4,9% do Produto Interno Bruto, mas o país continua encabeçando rankings globais de taxas de juros.

A anomalia das contas brasileiras ajuda a entender por que, em relatório publicado na semana retrasada, o FMI discordou da tese do governo Dilma Rousseff segundo a qual a redução do endividamento nos últimos anos abriu espaço para afrouxar a política de controle fiscal.

Como aponta a administração petista, a dívida pública brasileira –equivalente a 65% do PIB no mapa do Fundo– é inferior às de países desenvolvidos como Estados Unidos (103% do PIB), Japão (230%), Alemanha (81%) e França (86%).

O mercado credor, no entanto, trata diferentemente os devedores desenvolvidos, que emitem moeda forte, e os demais. Nos quatro países do exemplo, as despesas com juros variam de 0,9% (Japão) a 2,5% do PIB (França).

Já no mundo emergente, os governos mais endividados arcam com custos muito maiores. Índia e Egito, além do Brasil, figuram entre os que mais gastam com juros da dívida pública.

Não por acaso, o setor público brasileiro, a despeito do afrouxamento fiscal dos últimos anos, é um dos que mais poupam para o abatimento da dívida -outro argumento sempre invocado pela administração petista.

Na visão do FMI, porém, ainda é necessário mais aperto nas contas para reduzir a dívida e elevar a credibilidade do devedor. Dessa forma, a conta de juros poderia cair.

Balada: é permitido o cigarro eletrônico?

A tecnologia avança de forma espetacular e vai produzindo itens que facilitam a vida do homem, fazendo com que tenha condições de desenvolver seus objetivos. Criam-se robôs para baratear o processo de produção industrial, assim como sua estandardização, com maior lucro e menor desperdício; celulares da mais alta tecnologia; computadores que permitem num simples toque mapear todo universo e muito mais. O mau uso da tecnologia, no entanto, faz do homem sua primeira vítima. A começar pelas drogas sintéticas produzidas por substâncias químicas psicoativas, que agem da mesma forma que as tradicionais carregando malefícios ao organismo humano. Agora, como que visando suavizar os males do tabaco, chegou a vez do cigarro eletrônico. A tecnologia, nesse caso, em vez de extirpar o vício, incentiva-o por meio de uma via substitutiva, tão nociva quanto a originária.

Muitos adeptos desta modalidade alardeiam que é permitido o uso da máquina eletrônica em locais fechados, com pessoas reunidas, abrangidos pela lei 12.546/2011. Seria, portanto, uma forma de descaracterizar a proibição legal, pois as baforadas não carregam fumaça e sim vapor e não há queima do tabaco e alcatrão. Além do que o artifício pode ser considerado como medida alternativa no tratamento do tabagismo, possibilitando considerável diminuição do cigarro convencional.

Vício interpretativo tão destoante quanto o vício do tabagismo.

Deve-se buscar no nascedouro a motivação da lei antifumo. A principal nocividade do tabaco reside em conter monóxido de carbono e viciar paulatinamente, sem dose letal como outras drogas, mas que provoca dependência e a ocorrência de doenças respiratórias, cardíacas, além de abrir espaço para a ansiedade e depressão e outras doenças. O interesse que determinou a vontade da lei foi o de proteger a saúde não só do fumante, como também do tabagista passivo, que vem a ser aquele que inala fumaça dos derivados de tabaco, em ambientes fechados. É a chamada Poluição Tabagística Ambiental, assim denominada pela Organização Mundial da Saúde.

Ora, a ratio legis é a de cuidar da saúde dos fumantes e não fumantes em locais fechados, independentemente ou não de qualquer solicitação. A Lei Maior determina, de forma taxativa, que a saúde é direito de todos e obrigação do Estado, que adotará as políticas de atuação, compreendendo aqui as preventivas, visando reduzir o risco de doenças e de outros agravos1. A lei proibitiva do fumo, agora de alcance nacional em razão da lei 12.546/2011, repete em seu art. 2º o preceito impeditivo da lei paulista 13.541/2009, que proíbe “o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo fechado, privado ou público”.

Quando o legislador faz uso da conjunção alternativa “ou” e a ela soma o pronome indefinido “qualquer”, pretende, de forma inequívoca, alcançar todas as situações que carregam semelhança com aquela lançada como regra. É uma perfeita adequação de compatibilidade, sem fugir do escopo principal da lei. Ou, como o sempre arguto Maximiliano observou, “a norma enfeixa um conjunto de providências, protetoras, julgadas necessárias para satisfazer a certas exigências econômicas e sociais; será interpretada de modo que melhor corresponda àquela finalidade e assegure plenamente a tutela de interesse para a qual foi regida”2.

Ora, é de consenso popular que a lei antifumo “pegou” e não encontra qualquer condicionante entre os cidadãos, que espontaneamente exercem a sua fiscalização e execução. Caiu na graça popular e transita sem qualquer restrição, com o rótulo de lei preferida. Justamente por ser conveniente, oportuna e necessária.

Por outro lado, o cigarro eletrônico é de venda proibida no país, circunstância que dificulta ainda mais sua aquisição. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) disciplinou a matéria com a seguinte determinação: “Fica proibida a comercialização, a importação e propaganda de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como cigarros eletrônicos, e-cigarretes, e-ciggy, e-cigar, entre outros especialmente os que aleguem substituição de cigarro, cigarilha, charuto, cachimbo e similares no hábito de fumar ou objetivem alternativa no tratamento do tabagismo”3.

Não há, portanto, qualquer liberalidade para o uso do cigarro eletrônico em recintos fechados, públicos ou privados. Os cartazes de proibição continuarão a ser exibidos, observando que o desrespeito confere multa aos responsáveis pelo estabelecimento.

Vá para a balada, mas desligue a máquina.

Fonte: Migalhas.

Mais 3 mil cubanos chegam ao Brasil a partir de segunda-feira (04/11) para participar do Mais Médicos

Mais 3 mil cubanos chegam ao Brasil a partir da próxima segunda-feira (4) para participar do Programa Mais Médicos. Os profissionais, que vão desembarcar em quatro capitais (Brasília, São Paulo, Fortaleza e Belo Horizonte), ocuparão vagas ociosas da segunda etapa do programa, não preenchidas por candidatos brasileiros e demais estrangeiros. De acordo com o Ministério da Saúde, o primeiro grupo, formado por 2,6 mil médicos, chega ao país até 10 de novembro. Os 400 restantes, na semana seguinte.

A exemplo do que ocorreu com os profissionais que estão no Brasil, inicialmente eles vão cursar o módulo de acolhimento e avaliação do programa nas capitais dos estados onde devem atuar. A etapa terá início para o primeiro grupo (os 2,6 mil médicos) em 12 de novembro. Serão 1.872 profissionais em Brasília (DF), 300 em São Paulo (SP), 236 em Fortaleza (CE) e 192 em Belo Horizonte (MG). Mais 400 médicos chegarão a Vitória (ES) a partir de 11 de novembro e farão o curso em Guarapari, entre 18 de novembro e 4 de dezembro.

A aprovação nesta etapa é condição para todos os estrangeiros participantes do programa receberem o registro profissional provisório que lhes permite atender a população nas unidades básicas de Saúde. Após as três semanas de avaliação, os profissionais ficam em treinamento por mais uma semana nos estados onde trabalharão. No período, eles estudam as doenças mais comuns da região e conhecem a estrutura hospitalar e de emergência da rede pública.

Segundo o ministério, a previsão é que o novo grupo de cubanos comece a fazer os atendimentos nos municípios em dezembro. Os profissionais cubanos participam do Mais Médicos por meio de um termo de cooperação firmado entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde em agosto de 2013.

Com a chegada de mais esse grupo, o programa fechará 2013 com mais de 6.600 profissionais, ampliando a cobertura para 22,7 milhões de pessoas. A meta do governo federal é atender a demanda por 12.996 médicos até março de 2014. Novas seleções serão abertas em 2013. Atualmente, 3.664 profissionais participam do Mais Médicos, sendo 819 brasileiros e 2.845 estrangeiros. Eles atendem à população de 1.098 municípios e 19 distritos indígenas, a maioria no Norte e no Nordeste. Os profissionais recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo, pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios são responsáveis por garantir alimentação e moradia.

Sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em outubro, a Lei do Mais Médicos transferiu para o Ministério da Saúde a competência pela emissão dos registros dos profissionais estrangeiros e brasileiros formados no exterior. A responsabilidade sobre a fiscalização da atuação dos médicos foi mantida com os conselhos regionais de Medicina. O documento foi concedido a 1.949 médicos estrangeiros participantes do programa nas últimas duas semanas e, neste sábado, foi publicada portaria no Diário Oficial da União para emissão do documento para mais 565 profissionais, distribuídos em 336 municípios e seis distritos indígenas. Outros nomes serão publicados na próxima semana.

Lançado em 8 de julho, por meio de medida provisória, o Mais Médicos faz parte dos esforços do governo federal para melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.

Fonte: Agência Brasil.

Os 7 pecados capitais que o impedem de enriquecer

Sim, ter uma vida financeira saudável e enriquecer dá trabalho; veja como a preguiça, o imediatismo, a ganância e as lamúrias podem sabotar seu planejamento.

Quem nunca quis aplicar em um investimento melhor que a poupança e, ao se deparar com as opções, pensou “nossa, vai dar muito trabalho, vou ficar na poupança mesmo!” E quem nunca fez a resolução de Ano Novo de fazer aquela faxina na vida financeira, nunca mais se endividar no cartão de crédito, abrir espaço no orçamento para conseguir poupar, trocar de banco ou de aplicação financeira, mas sempre deixa para amanhã o primeiro passo do processo?

Há ainda aqueles que se queixam do fato de a renda não ser a desejada, dos altos preços e demais obstáculos, mas que pouco ou nada fazem pela própria vida financeira. Na pior das hipóteses, cometem grandes erros. Está se identificando? Calma, você não é o único. Ou melhor, pertence à maioria. Há inclusive explicações evolutivas para isso. Mas a cultura e um punhado de crenças limitadoras tornam a tarefa de ter uma vida financeira saudável ainda mais difícil.

Será mesmo que é quanto você ganha, quanto tempo livre você tem (ou não tem), ou as mazelas do Brasil que impedem o seu enriquecimento? Ou será que a esses obstáculos que dificultam sim a sua vida financeira se somam outros que você mesmo criou? Preguiça, procrastinação, hábito de se queixar, imediatismo. Veja como esses e outros pecados capitais atrapalham as suas finanças:

1 A procrastinação: Na segunda-feira eu começo

Montar um orçamento, cortar gastos, escolher aplicações financeiras, ler sobre investimentos e acompanhá-los dá trabalho, isso é fato. Por isso mesmo, até quem é dotado de imensa boa vontade para organizar as próprias finanças e multiplicar o patrimônio sofre do hábito de adiar o início dos trabalhos indefinidamente. O primeiro passo nunca é dado hoje, mas na segunda-feira, no ano que vem, quando eu ganhar um aumento, ou na melhor das hipóteses, amanhã.

2 A preguiça: Ah, dá muito trabalho! Vou permanecer onde estou

Dá trabalho mesmo. Consumir, poupar e investir bem dá trabalho sim. Formar poupança leva tempo; consumir de maneira inteligente requer pesquisa de preços e resistência a certas tentações; pegar um financiamento exige pesquisa de taxas em diferentes instituições financeiras; e investir bem precisa de certo estudo sobre as opções de investimento, entendimento dos riscos e a busca da melhor instituição financeira para o seu objetivo.

Toda essa pesquisa de preços e empresas pode desestimular muita gente. O resultado pode ser a solução financeiramente mais venenosa: a opção por uma aplicação financeira de baixo rendimento e altas taxas, no seu próprio banco, indicada por um gerente que deseja bater metas, mas que não necessariamente vai indicar a aplicação mais adequada ao seu perfil; a compra de um produto caro na primeira loja em que se entra; ou a adoção das linhas de crédito mais caras – e cômodas – do mercado: o cartão de crédito e o cheque especial.

3 O imediatismo: Aposentadoria? Eu quero é juntar dinheiro para viajar!

Muito se fala sobre investir para o longo prazo – tanto para pagar menos na compra de um bem à vista ou com o mínimo de financiamento, quanto para garantir uma aposentadoria confortável ou ainda obter a melhor rentabilidade com produtos financeiros mais arriscados e de maior retorno.

Mas falar é fácil. Na prática, a maioria das pessoas está mais preocupada em juntar dinheiro para viajar nas próximas férias ou com o limite do cartão de crédito do que propriamente em poupar para prazos mais longos. O consumo imediato nos parece muito mais atraente do que o conforto no futuro distante. Quem nunca ouviu chavões como “a vida é curta”, “é preciso viver o agora” ou “viva o dia de hoje como se fosse o último”?

4 O “mimimi”: Eu não ganho o suficiente para enriquecer & etc.

Realmente a renda é um fator limitador para o quanto uma pessoa pode enriquecer. Mas não é preciso ter uma renda altíssima para fazer algo de bom pela sua vida financeira. Muitos problemas financeiros, como alguns casos de endividamento, consumo excessivo ou péssimas escolhas de investimento, são mais um problema de organização e disciplina do que propriamente de renda.

Ainda assim, reclamar dos desafios parece ser mais fácil. Quem nunca disse – ou ouviu – uma das seguintes “desculpas” ao se falar sobre poupança, investimentos e planejamento financeiro: “eu ganho pouco”, “não tenho tempo”, “dá muito trabalho” ou “já aceitei que vou morrer pobre mesmo”?

5 O comodismo: Ele tem talento para ganhar dinheiro, mas eu não

Na opinião do consultor financeiro e fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil, uma das maiores falácias que levam à imobilidade na vida financeira é o mito do talentoso. Trata-se da crença de que se alguém tem sucesso profissional e financeiro é porque essa pessoa tem talento, é abençoada ou tem sorte.

“Ninguém nasce campeão. O campeão precisa de preparo. A gente cultua quem tem dom, o grande craque, mas mesmo um Pelé, que nasceu com talento, se não tivesse sido preparado não chegaria lá”, diz Calil. Para ele, essa é uma crença limitadora clara para quem quer ganhar mais dinheiro e ter uma vida financeira saudável. Afinal, se o outro leva jeito para ganhar dinheiro e você não, você não precisa nem se dar o trabalho de tentar.

6 A ganância: Quero pôr todo o meu dinheiro no investimento mais rentável do momento

Não são poucas as histórias de pessoas que venderam tudo o que tinham para investir no que seria a sua grande tacada. Algumas concentram todo o dinheiro em ações e outros produtos financeiros altamente arriscados; outras acreditam em promessas de rentabilidade irreais ou esquemas para ganhar dinheiro fácil que se revelam fraudes. Há ainda aqueles que investem na aplicação mais rentável do último ano, sem atentar para o fato de que as condições econômicas mudam e que os investimentos mais rentáveis no passado não necessariamente serão os mais rentáveis no futuro.

Na opinião de Mauro Calil, essa busca por atalhos para enriquecer é o que leva os esquemas de pirâmide a angariarem tantos seguidores. O tiro, porém, acaba saindo pela culatra, e a pessoa pode perder tudo que tem. É por isso que os especialistas em finanças recomendam a diversificação – o que também dá trabalho.

7 A demonização do dinheiro: Se ele tem dinheiro, boa coisa não deve ser!

Calil cita frequentemente que uma das crenças mais limitadoras da vida financeira saudável é a aversão que muitas pessoas, notadamente no Brasil, têm ao dinheiro. O dinheiro frequentemente é visto como algo sujo, que corrompe as pessoas. Mas segundo o consultor, o dinheiro em si não é bom nem mau.

Aqueles que endeusam o dinheiro de fato podem acabar desenvolvendo um comportamento ganancioso e antiético para obtê-lo. Mas isso não necessariamente ocorrerá com aqueles que enxergam o dinheiro como o que ele de fato é: um instrumento para se alcançar alguns sonhos. “Muita gente gosta de dizer ‘Sou uma pessoa simples, me contento com pouco’. Mas ter dinheiro não tem nada a ver com se contentar com pouco ou ter bom caráter”, diz Calil.

 

Fonte: Exame Seu Dinheiro.

Petrobras lança selo em homenagem aos 60 anos da companhia

A Petrobras elaborou, em parceria com os Correios, um selo personalizado, em comemoração ao aniversário de 60 anos. A imagem foi inspirada na ligação da companhia com os brasileiros e mostra a foto da bandeira nacional e do navio-plataforma Cidade Angra dos Reis, um marco do início da produção comercial no pré-sal, em outubro de 2010, e de boas oportunidades para o crescimento do país. O selo foi lançado ontem a noite (30/10) na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, em evento com a presença da presidente Maria das Graças Foster, dos diretores de Exploração e Produção, José Miranda Formigli; de Gás e Energia, José Alcides Santoro; e do diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa; além do gerente-executivo de Comunicação Institucional da Petrobras, Wilson Santarosa, e da vice-presidente de Negócios dos Correios, Morgana Cristina Santos.

A presidente ressaltou a representatividade do selo para marcar e celebrar a história da companhia. “Tivemos que pensar em uma imagem que sintetizasse esse momento tão especial em que estamos. Não foi difícil. Afinal, nada marcou mais a chegada da nossa sexta década do que os desafios do pré-sal”, lembrou. “Este gesto é o registro de nossa inspiração de hoje, afinal, o pré-sal já é uma riqueza em 2013 e uma garantia de um futuro ainda melhor para todos os brasileiros”, concluiu. Emocionada, ela ressaltou ainda o empenho de todos os envolvidos e a importância da realização da campanha de comunicação feita para o aniversário da companhia. “Vamos registrar oficialmente nossa satisfação e orgulho por tudo que temos alcançado juntos. Nós, os petroleiros, essa gente valente, essa gente guerreira, sempre superamos, ao longo dos anos, cada um dos nossos desafios com muito suor, dedicação e talento. Somos especialistas em transformar dificuldades em oportunidades.”

O gerente executivo da Comunicação Institucional, Wilson Santarosa, ressaltou que esta “é a maior campanha de comunicação da maior empresa de nosso país”. Santarosa lembrou que a presidente Graça Foster acompanhou de perto todos os momentos de elaboração da campanha, “o que dava fôlego e pique a todos os envolvidos”, ressaltou.

O selo recebeu ainda um carimbo comemorativo, também feito de forma customizada, e um cartão postal temático, representando o pré-sal. A companhia produziu uma série limitada de 12 mil unidades do selo para serem distribuídas a colecionadores e utilizadas em correspondências internas.

O navio retratado no selo é uma plataforma do tipo FPSO (na sigla em inglês, unidade flutuante que produz, armazena e exporta óleo e gás) e tem capacidade para produzir, diariamente, até 100 mil barris de óleo e 5 milhões de m³ de gás. Ele está localizado na maior jazida de petróleo já descoberta pela Petrobras, a área de Tupi, atual campo de Lula, no pré-sal na Bacia de Santos. Sua produção somará às reservas brasileiras o volume de óleo equivalente (petróleo e gás) recuperável estimado de 8,3 bilhões de barris equivalentes (boe).

Esta é mais uma etapa da série de ações produzidas para marcar os 60 anos da empresa, como a campanha publicitária ‘Gente é o Que Inspira a Gente’, pela qual são divulgadas histórias de brasileiros que são fontes de inspiração, e a Missão Netuno, pela qual foram levados, até a região do pré-sal, a 2 mil metros de profundidade, dois itens de grande simbolismo para a companhia e para o país: a bandeira brasileira e uma cápsula do tempo, contendo mensagens de milhares de brasileiros, que será resgatada e aberta daqui a 10 anos.


Clique aqui para ver os selos.

Fonte Assessoria de Imprensa da Petrobras

 

Programa Xeque Mate começa nova temporada

Bastidores de gravações do Xeque Mate na TV Babitonga - foto Gi Rabello/2012

Há quase um ano aceitei o desafio de fazer televisão. Proposta feita pelo amigo Roger Santos, que iniciava a TV Babitonga Canal 9 da NET Digital para a região de Joinville (SC), foi aceita e desde então tentamos realizar todas as segundas e quintas-feiras às 21 horas, o melhor programa de entrevistas. O programa Xeque Mate ousa pelo seu formato diferenciado, frente a frente entrevistado e entrevistador, buscando a informação mais precisa, aquilo que o telespectador quer saber, mas não pode perguntar.

Após uma parada de descanso, voltamos hoje com novas entrevistas, porque até então a TV Babitonga estava reexibindo alguns dos programas realizados em 2012. Na entrevista desta noite, 21 horas, vamos saber mais sobre o Museu da Bicicleta de Joinville, o MUBI, que esteve fechado por quase dois anos. Era o único existente na América Latina e um dos poucos existentes no mundo. A promessa é de volta agora em março, nos festejos de aniversário da cidade. O idealizador e amante da história da bicicleta, Valter Bustos, é o entrevistado. Historiador, jornalista free-lance, Valter é também um polemizador do meio urbano, da falta de mobilidade.

Na próxima quinta-feira, 7 de fevereiro, o tema será a pequena e microempresa. Mulher empreendedora, advogada e agora presidente da Ajorpeme, maios associação empresarial do país com sede em Joinville, Cristiane Schramm vai nos brindar com sua história profissional, falar sobre a entidade que reúne o motor da economia nacional. Se você quiser participar com a gente, mande suas sugestões de pautas, entrevistas, temas interessantes. Ajude a fazer o Xeque Mate, com sua ajuda fica tudo mais fácil!

Vamos ver o que sairá deste “xeque-mate” de hoje? Conto com vocês, 21 horas na TV Babitonga Canal 9 da NET Digital em Joinville. Quem não tiver NET, ou não tenha ainda o sistema digital, pode assistir pela internet em www.babitonga.tv.net. Até mais!