Julio Garcia dá as cartas

Quem esteve na Assembleia Legislativa de SC na manhã desta sexta-feira (1/2), viu quem dará as cartas na política catarinense nestes primeiros tempos da “nova política” no comando da política: Julio Garcia, o mais veterano, mais habilidoso, o mais articulado político do estado atualmente.

Garcia estava em stand by no Tribunal de Contas quando percebeu o vácuo político que se formava após os fatos que reviravam a política nacional. Passou a articular sua volta as disputas eleitorais. Marcou seus adversários, e passou a atacá-los. Marcou posição, se aposentou no TCE, e buscou desmontar a própria candidatura do seu partido ao Governo do Estado com Gelson Merisio.

Não conseguiu o último intento, mas construiu uma vitória política com a volta ao parlamento estadual, e viu seus adversários naufragarem. A partir daí, naturalmente, habilidosamente, foi conversando aqui e acolá com todos os eleitos, de todos os partidos. Respeitado por cumprir acordos, já se sabia eleito em dezembro de 2018, sem sequer ter assumido o mandato.

Hoje, ao ser aclamado como presidente da Assembleia Legislativa de SC mais uma vez, Julio Garcia não deixa dúvidas que a mão política mais forte é a dele. O governador Carlos Moisés esteve no plenário, mas sequer usou a palavra. Saiu durante os trabalhos. Em seu discurso, Garcia não deixou dúvidas sobre a importância da política, e dos políticos. Disse que a tal de nova política não existe, existe a boa e a má política. Recado? Sim.

A partir de agora vamos ver o quanto o desejo dos novos eleitos ao executivo de levar a aprovação sem contestações pelos deputados, vai acontecer. Sem dialogar com a Presidência da Assembleia Legislativa – e pelo resultado de hoje com 39 votantes em Garcia – o Governo de Moisés vai ficar sem a sua reforma administrativa tal como quer. Julio Garcia é quem dará as cartas.

Novos velhos tempos, novo retorno

Jornalismo com credibilidade e independência está de volta

Olá amigos do Palavra Livre, tudo bem? Estivemos algum tempo fora do ar por motivos profissionais – estava atuando em assessorias e trabalhos que eticamente me impediam de atuar no jornalismo – e agora retomamos o trabalho jornalístico independente que sempre marcou o Palavra Livre nestes 11 anos de existência dele na rede mundial de computadores.

Como vivemos tempos ditos novos, mas com tintas fortes do passado na política e até economia, costumes, relações humanas, nada mais importante do que informar, opinar, ouvir todos os lados, avaliar as medidas deste novo momento para governadores, senadores, deputados e presidência da república.

Mais uma vez contamos com todos os leitores, leitoras, lideranças políticas, econômicas, sociais, de todos os segmentos da sociedade para oferecer aos leitores e leitoras um panorama equilibrado e consistente da nossa vida cotidiana, sem perder os laços com o passado. Vamos cobrir Assembleia Legislativa e Governo de SC com mais proximidade a partir da capital Florianópolis (SC), sem deixar nada de Brasília e outros estados de fora.

Agradeço o apoio que sei que receberei novamente, vamos em frente!!

Salvador Neto, jornalista e editor chefe do Palavra Livre.

APAES: Governo de SC estuda novo modelo de relacionamento com as instituições

O Governo do Estado estuda um novo modelo de relacionamento com as Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Santa Catarina, especialmente na disponibilização de professores para atendimento à educação especial.

O governador Raimundo Colombo determinou ao grupo de trabalho, criado para analisar o assunto e composto por técnicos de diferentes secretarias, que aprofunde os estudos ouvindo os dirigentes das associações – algumas reuniões já foram inclusive realizadas – e adote um modelo de transferência de recursos às Apaes que se interessarem em executar a contratação dos profissionais de forma direta.

“Para o início do ano de 2016, seguindo a determinação do governador, as Apaes poderão optar pelo recebimento de recursos para a contratação direta ou pela disponibilização de professores por parte do Estado. O modelo a ser adotado posteriormente será ainda debatido pelo grupo de trabalho em conjunto às próprias associações. O diálogo está aberto e buscaremos um ponto de convergência para essa decisão”, ressalta o secretário da Casa Civil, Nelson Serpa, que coordena o grupo de trabalho.

De acordo com o secretário, a discussão sobre a alteração na forma de disponibilização dos profissionais é necessária porque há restrições detectadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) que precisam ser equacionadas, como a admissão de profissionais temporários por parte do Executivo para cessão a entidades que não fazem parte da administração estadual, caso das associações.

Atualmente, o Governo do Estado, por meio de convênios com a Fundação Catarinense de Educação Especial, cede cerca de 850 professores efetivos e 2.800 admitidos em caráter temporário (ACTs) para o atendimento de aproximadamente 18 mil usuários em 188 instituições. Além disso, o orçamento estadual para o ano de 2015 prevê o repasse de mais R$ 32 milhões como apoio ao custeio das ações desenvolvidas pelas Apaes.

“O Governo reconhece o trabalho realizado por essas entidades e garante a continuidade dos repasses financeiros. O objetivo desse modelo em estudo é atender os apontamentos legais, garantindo o atendimento de qualidade e a otimização da aplicação dos recursos públicos. Com isso, estamos proporcionando mais autonomia às entidades que poderão contratar os profissionais que mais atendam às necessidades, além de simplificar as prestações de contas dos repasses, uma vez que deixariam de considerar a comprovação da despesa efetivada para analisar o número de usuários atendidos”, observa Serpa.

Com informações da Ascom/Governo de SC

Colombo: governador ou vendedor de pacotes?

O governador Raimundo Colombo, ex-DEM, agora PSD, acaba de lança mais uma pacote, agora contra a pobreza em Santa Catarina. Já lançou outros, sobre infraestrutura, obras por todo o estado. Tem se revelado um ótimo vendedor de pacotes, mas a maioria deles vazios. Afinal de contas, já se passaram dois anos de seu governo, e nada se viu de prático. E aliás, ele é governador ou vendedor de pacotes?

Colombo enfrenta uma greve na saúde e faz que não vê. Escolas estão ruindo pelos municípios, inclusive na maior cidade catarinense, que também espera por algo de prático do nosso vendedor de pacotes. Opa, governador. Factóides são lançados a cada problema que aparece na mídia catarina, e que aparecem por descuido da comunicação do Governo, caso contrário, nos veríamos o tempo todo envoltos em pacotes salvadores, que nada acrescentam à vida dos catarinenses.

Governador, está na hora de trabalhar. Com todo o respeito, parece mesmo que o único feudo que recebe algo do Governo do Estado é a região lageana, pobre região diga-se de passagem, com altos índices de pobreza. Quem sabe a inspiração desse novo “pacote” tenha vindo da sua experiência de três vezes Prefeito de Lages. Pelo jeito, os pacotes por lá não deram muito certo. Será que essa pacotada vai dar algo para todos os catarinenses?

A saúde está paralisada, governador! Vamos trabalhar?

Escolas abandonadas: Governo SC monta “plano de ação” para melhorar manutenção – Alguém acredita?

Mais trabalho, menos anúncios é o que pedem os contribuintes

Essa matéria está na edição de hoje do jornal A Notícia, mais uma vez falando sobre a tragédia da educação na maior cidade catarinense, em que apenas 10 das 58 escolas estão “boas” em sua infraestrutura. As demais estão caindo aos pedaços. Como já disse em outro post (leia clicando aqui), os cidadãos e eleitores querem saber onde foram parar os milhões anunciados em tantas reformas anteriores que resultam nesse estado deplorável das escolas estaduais. Mais R$ 1,7 milhão para quê? Que tipo de manutenção, como e por quem será feita, quanto custará, e o que resultará ao final? Alguém acredita mesmo que o quadro atual mudará com mais esse anúncio? Alerta aos governantes: vamos trabalhar mais, falar menos, gastar melhor, executar obras com qualidade, olhar para a educação de verdade, e não apenas com retórica vazia e anúncios de milhões que não sabemos se realmente aparecem, e se aparecem, como e de que forma foram, são ou serão utilizados. A sociedade exige mais trabalho e dedicação para a educação. Confiram a matéria e tirem suas conclusões:

“Das 58 escolas estaduais que constam no diagnóstico da Secretaria de Desenvolvimento Regional (SDR), apenas dez foram consideradas boas. Para mudar esse cenário, a SDR montou um plano de ação. De acordo com a gerente regional de Educação de Joinville, Clarice Portella, nos próximos 15 dias, deve ser lançado um edital de licitação no valor de R$ 1,5 milhão para a manutenção das escolas estaduais da região.

— Teremos esse valor para investir até o fim do ano. Por exemplo, se uma escola avisar que o vidro está quebrado, vamos consertar imediatamente —, explica. Clarice garante que a SDR já tem verba destinada para isso, mas precisa da assinatura do governador Raimundo Colombo para lançar o edital. A intenção é repetir esse processo todos os anos.

Enquanto o dinheiro do poder público não chega, as escolas encontram ajuda na comunidade. Para manter os prédios sem problemas – a média de idade das escolas é de 41 anos e só cinco delas têm até dez anos –, os colégios fazem rifas, bingos e sorteios. É quase uma unanimidade a participação da comunidade na busca de recursos para a manutenção.

A professora de mestrado e doutorado em educação da Univali Verônica Gesser diz que não é possível afirmar que existe essa relação em todas as escolas, mas reconhece que é comum e faz um alerta. — Não é responsabilidade dos pais arrecadar dinheiro para arrumar a escola. Isso é dever do Estado. Mas vemos que quando é necessário, eles organizam festas e rifas para melhorar o local onde os filhos estudam —, comenta. A gerente Clarice defende que o papel da comunidade é importante. — As famílias, a sociedade e até os empresários precisam estar conscientes do seu papel na manutenção da escola —, enfatiza”.

A matéria é assinada por Julimar Pivatto.

Situação das escolas estaduais em Joinville – O que fizeram os governantes?

Onde foram parar os milhões sempre anunciados em reformas para escolas estaduais em Joinville?

Matéria da edição desta segunda-feira (25/6) do jornal diário joinvilense A Notícia mostra o quanto foi feito pelo Governo do Estado para a maior cidade catarinense: pouco, ou quase nada. O levantamento mostra que apenas 17% das 58 escolas estaduais estão em bom estado. Cerca de 10 escolas estão, vejam bem, em bom estado. Cerca de 36% delas, ou 21 escolas, estão em situação precária… entendam como quiserem. E as demais 47% – 27 escolas – sobrevivem em estado “satisfatório”, ou seja, nada diferente de abandono também. O que isso mostra aos leitores?  Que o Estado não olhou pela educação em Joinville. Mas também mostra que ou alguém mentiu muito, ou o dinheiro de obras foram desviados, mal investidos, e toda a estrutura de estado mantida pelo dinheiro sofrido dos contribuintes foi em vão.

Onde andaram os governadores, secretários de educação, gerentes regionais de educação e toda a estrutura de servidores regiamente pagos com o dinheiro público? Estavam na lua? Em outro país, ou estado? Ou andavam somente fazendo política e anunciando mentiras a população? A dedução é essa diante desse descalabro com o patrimônio público, onde deveriam estar crescendo as nossas futuras lideranças aprendendo a pensar, cobrar e virarem cidadãos preocupados com o bem estar de todos. Escolas sucateadas mostram o desleixo de quem passou por cargos públicos ao longo das últimas duas décadas, pelo menos. Se é verdade que todos estavam imbuídos de fazer o melhor, e fizeram, porque quase 85% das escolas estão caindo? Por isso a Vigilância Sanitária de Joinville está o tempo todo apresentando serviço! Está tudo caindo o tempo todo!

Desde 1994, portanto há quase 20 anos, governaram Santa Catarina os senhores Paulo Afonso Vieira (PMDB), Esperidião Amin (PP), e Luiz Henrique da Silveira (PMDB), e agora há quase dois anos o senhor Raimundo Colombo (PSD, ex-DEM). Junto com eles, um séquito de secretários e gerentes de educação que se alternam no comando como Heliete Steingraber, Simone Schramm, Clarice Portela, Paulo Bauer (atual senador). E mais outros tantos diretores de escolas. Para que esse estado de coisas chegasse onde chegou, é fato que faltou trabalho, faltou investimento, faltou um olhar prioritário para as escolas, principalmente da maior cidade catarinense. É fato que o dinheiro público não foi bem aplicado, é fato que há de se descobrir onde foram parar os milhões de reais anunciados, supostamente investidos em recuperações de escolas, reformas e afins.

Pior que isso é que Joinville teve seu governador por oito anos, Luiz Henrique da Silveira, e as escolas estaduais estão desabando, literalmente. Que herança é essa que o atual senador deixou para sua cidade? O que dizer do agora também senador Paulo Bauer, ex-secretário da educação em vários governos, inclusive de LHS? Como podem dizer que trabalharam pela educação se o quadro atual é esse, repetindo, quase 85% das escolas estaduais em mau estado, caindo aos pedaços! Eles devem satisfações a sociedade que os elegeu, confiou o voto. E os órgãos de fiscalização devem também satisfações aos contribuintes, visto que ao que mostram os dados oficiais, o dinheiro público foi muito, mas muito mal aplicado.

Por isso o momento de eleger nossos representantes para os cargos políticos, públicos, é um grande momento. Não basta olhar pesquisas de plantão na última hora, na hora de digitar o voto na urna eletrônica. É preciso pesquisa de verdade, acompanhando nossos representantes dia a dia, momento a momento. É o seu dinheiro que está em jogo, e seus filhos que não terão educação pública de qualidade, saúde de qualidade, pavimentações de qualidade, enfim, nada haverá de qualidade para as gerações futuras caso a omissão do eleitor se perpetue. Discurso fácil, e acordos de bastidores, não devem iludir os eleitores.

E fica o recado a quem vem por aí: apresente algo concreto, monte uma equipe competente verdadeiramente, desligada de conchavos e acertos políticos que não sobrevivem a luz do dia. Neste caso específico das escolas estaduais está provado que ninguém fez nada, e dinheiro nosso foi jogado fora, anos a fio, com o acobertamento de muita gente colocada em cargos públicos. Será preciso muito projeto bom, muito dinheiro e projetos consistentes para recolocar a educação pública estadual onde ela deveria estar, prioritariamente, em primeiro lugar. E para mante-la firme, forte, ofertando educação de alto nível. Afinal, a quem interessa uma educação pública falida? Só para interesses privados, distantes do interesse público. E fica a pergunta: o que fizeram os governantes esse tempo todo? Com a resposta, você leitor, e os eleitos que deixaram a desejar a Joinville.

Duplicação da Santos Dumont em Joinville (SC), anuncia Colombo: alguém acredita?

O governador Raimundo Colombo autorizou na noite de segunda-feira, 18, em Joinville, o início dos trabalhos de avaliação e adequação do projeto de duplicação da avenida Santos Dumont. O termo foi assinado durante a cerimônia de posse da nova presidência da Associação Empresarial de Joinville (Acij). A obra será incluída no financiamento de R$ 3 milhões que o Estado irá contratar junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) como forma de compensar as perdas em arrecadações por conta da Resolução 72. “Trata-se de uma reivindicação muito esperada pelo município e é um prazer para o Governo poder contribuir no desenvolvimento desta região”, garantiu Colombo.

A duplicação de oito quilômetros da via está orçada em R$ 50 milhões, mas o projeto de engenharia elaborado pela Prefeitura de Joinville ainda será analisado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura para a atualização de valores. “Vamos agilizar os estudos que possamos licitar a obra no menor prazo possível”, afirmou o secretário de Estado de Infraestrutura, Valdir Cobalchini.

Além dos custos com a duplicação da avenida, também estarão inseridos no empréstimo os investimentos com as desapropriações de imóveis. O Governo do Estado encaminhará à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) um projeto de lei para estadualizar a via municipal. A previsão de gastos com indenizações aos proprietários é de R$ 25 milhões.

A duplicação da Santos Dumont é um pleito antigo dos moradores e da classe empresarial da cidade, e está entre as prioridades do Plano Plurianual (PPA) Regionalizado – 2012/ 2015. O projeto elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisa e Planejamento (Ippuj) visa melhorar o fluxo de trânsito na avenida, proporcionando mais agilidade no tráfego.

Além do secretário de Estado de Infraestrutura, Valdir Cobalchini, também acompanharam o governador na cerimônia o secretário de Estado de Comunicação, Ênio Branco, o secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira e o secretário regional, Braulio Barbosa. O evento contou ainda com a presença de senadores, deputados federais e estaduais e demais autoridades.

Canga Blog: Tio Bruda e a reunião do Governo em Lages

– Alô!! Alô tio Canga!!!!! Tem linha aí tio Canga???
– Oi tio Bruda, tá meio ruim a ligação, vai pra perto da janela!
– Tio Canga do céu, to com as bota branca de geada em cima de um cupinzeiro e não tem jeito, vamos ter que falar assim mesmo!
– Tá bom tio Bruda, diga lá!
– Tio Canga, disculpe a ausência, mas fui acometido da tal de pedra nos rim e andei meio adoentado, tava só na base do chá de Carqueja e Quebra-pedra.
– Tá, mas melhorou tio Bruda?
– Olha, se melhorou não sei, mas botei tanta pedra pra fora que dá pra faze uma taipa!
– Me conta as novidades daí de Lages tio Bruda.
– Novidade aqui em Lages é a Festa do Pinhão.
– E como está a festa tio Bruda?
–  Olha tio Canga, tem gente e pinhão a reviria! Mas o que tá chamando a minha atenção é que a cada passo que eu dou encontro um tal de secretários desse do Raimundo Colombo festiando por aqui. Essa gente não trabaia tio Canga?
– Não tio Bruda, eles estão trabalhando. O Raimundo convocou uma reunião grande aí em Lages. Tá todo o governo aí. Por coincidência está sendo nos dias da Festa do Pinhão!
– Mas a reunião é aqui mesno no parque Conta Dinheiro? Eu só vejo eles aqui!
– Essa reunião o Raimundo convocou para o secretário Derly apresentar  o resultado daquele plano de enxugamento pra economizar dinheiro, lembra tio Bruda?
– Pois eu to lembrado, mas vem cá, esse Derly não é aquele peão do Luiz Henrique que também já foi meio capataz dos gaúcho lá da RBS?
– É esse mesmo tioBruda. Hoje o homem está meio de patrão do governo.
– Mas como é que pode um home que fica dizendo um monte de besteira nas tal de rede social ser home forte do governo, tio Canga? Me dá até pena do Raimundo, com semelhante candieiro mil vezes no escuro!!!!
– É tio Bruda, agente tem visto coisa, mas agora parece que o Derly  vai dar jeito no governo. Agora apresentou um novo plano, parece que é o Plano D (de Derly).
– Mas vão economizá o que tio Canga? Tão tudo aqui com diária do governo, queimando gasolina pelas estrada e fazendo festa com hospedagem paga nos hotéis.
– Tio Bruda, eu estou esperançoso que o Derly de jeito no governo. Ele, em fevereiro,  se deu um prazo de seis meses para resolver os problemas, senão ele ia embora.
– A não tio Canga, pelos meus conhecimentos ele já está de mala e cuia pra saltá fora. Tá faltando menos de 60 dias pra ele sair. Esse Derly tá se metendo a jacú sem rabo. Acho que vai dá com os corpo no arame. Tá mais atrapalhando que ajudando. Cada dia tem uma novidade e um choro diferente e o governo não sai do chão, não melhora.

– Isso tio Canga, é a herança maldita daquele maledeto do Luiz Henrique que deixou um monte de pinduricalho no governo do Colombo e engessou o home! Isso é caso pensado pro PMDB voltá pro governo. Eles continuam tudo aboletado pelas tal de regionais e pelas secretarias de verdade també. O Raimundo não consegue fazê nada com essa gente. Ficam mamando direto no nosso dinheiro e fazendo política. Administrar que é bom, neca!

Do Blog Canga Blog do jornalista Sergio Rubim

Colombo chega atrasado, promete e nada dos R$ 40 milhões do BNDES

O ano está chegando ao final e nada de Colombo para Joinville (SC)

O governador Raimundo Colombo está brincando com uma cidade séria. Dias atrás ele veio à Joinville (SC), pensem bem, após nove meses de governo, para falar com o prefeito Carlito Merss. Nove meses. Recebeu uma pauta, assinou ordens de serviços que mais tinham a ver com São Francisco do Sul que a maior cidade catarinense. Mas deixou uma dica: volto logo para trazer os R$ 40 milhões do BNDES, emperrados por falhas do próprio governo junto aos organismos federais de financiamento.

Até agora, nada. O que estará dificultando ainda mais os recursos, e mais que isso, as obras tão esperadas e anunciadas como o Binário da rua XV de Novembro, alargamento da XV, abertura da Max Colin até a XV, Almirante Jaceguay que será um novo acesso, pavimentações das ruas Tuiutí, Rui Barbosa e outras tantas, segurança em frente às escolas, ciclovias, etc. Será o calendário eleitoral? Ou a criação do PSD? Ou é lentidão mesmo, ou descaso? O fato é que regiões do governador estão recebendo apoios o tempo todo, e nós?

Queremos o governo trabalhando governador! Joinville não pode ser deixada para trás.