Oficina de Redação com Hilton Görresen, imperdível!

ESCRITAVocê já escreve seus textos, poesias, crônicas, livros? Ou ensina a arte da redação, da escrita, é professor? Então não pode perder essa chance que a Associação Confraria das Letras, em parceria com a Biblioteca Pública Municipal Rolf Colin oferece: uma oficina com o escritor Hilton Görresen, abordando a temática:

O Texto e suas Técnicas (Aperfeiçoamento das Práticas de Redação e Qualidade Textual). Hilton é um grande escritor e cronista da nossa terra, e você que deseja aprender, aprimorar a sua técnica, não poder perder essa oficina. Veja o texto enviado pela Associação e Biblioteca de Joinville:

Caros Escritores, Professores, Mediadores de Leitura e Interessados na Arte da Escrita! Todo conhecimento é bem-vindo quando repassamos o que aprendemos. Que tal você estar conosco nesse momento de magia, envolvendo a leitura e a escrita? Agende-se!

A Associação Confraria das Letras, em parceria com a Biblioteca Pública Municipal Prefeito Rolf Colin, realizará oficina com o escritor Hilton Görresen, abordando a temática: O Texto e suas Técnicas ( Aperfeiçoamento das Práticas de Redação e Qualidade Textual ).

Data: 22/6/2013 ( sábado )

Horário: 9 às 11h30min

Local: Livraria Saber,  Rua Anita Garibaldi, 21 – Bairro Anita Garibaldi – Joinville – Santa Catarina

Investimento: R$ 25,00 ( com direito a um exemplar do livro “O que aprendi sobre redação – e posso lhe ensinar”)

Inscrições: Livraria Saber – Oficina Intelectual / Fone: 3429-5409

Informações: 3422-7000 ( com Rita, Eliana , Marlete ou Alcione ). 

VAGAS LIMITADAS!

Parcerias:

Prefeitura Municipal de Joinville

Secretaria de Educação

Biblioteca Pública Prefeito Rolf Colin

Confraria do Escritor

Livraria Saber – Oficina Intelectual

 

Juciana Bittencourt da Silva                                                     David Gonçalves

Coordenadora de Bibliotecas                               Presidente da Associação Confraria das Letras”

Apenas 26% dos brasileiros são plenamente alfabetizados, revela pesquisa

Apenas 35% das pessoas com ensino médio completo podem ser consideradas plenamente alfabetizadas e 38% dos brasileiros com formação superior têm nível insuficiente em leitura e escrita. É o que apontam os resultados do Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2011-2012, pesquisa produzida pelo Instituto Paulo Montenegro e a organização não governamental Ação Educativa.

A pesquisa avalia, de forma amostral, por meio de entrevistas e um teste cognitivo, a capacidade de leitura e compreensão de textos e outras tarefas básicas que dependem do domínio da leitura e escrita. A partir dos resultados, a população é dividida em quatro grupos: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar, alfabetizados em nível básico e plenamente alfabetizados.

Os resultados da última edição do Inaf mostram que apenas 26% da população podem ser consideradas plenamente alfabetizadas – mesmo patamar verificado em 2001, quando o indicador foi calculado pela primeira vez. Os chamados analfabetos funcionais representam 27% e a maior parte (47%) da população apresenta um nível de alfabetização básico.

“Os resultados evidenciam que o Brasil já avançou, principalmente nos níveis iniciais do alfabetismo, mas não conseguiu progressos visíveis no alcance do pleno domínio de habilidades que são hoje condição imprescindível para a inserção plena na sociedade letrada”, aponta o relatório do Inaf 2011-2012.

O estudo também indica que há uma relação entre o nível de alfabetização e a renda das famílias: à medida que a renda cresce, a proporção de alfabetizados em nível rudimentar diminui. Na população com renda familiar superior a cinco salários mínimos, 52% são considerados plenamente alfabetizados. Na outra ponta, entre as famílias que recebem até um salário por mês, apenas 8% atingem o nível pleno de alfabetização.

De acordo com o estudo, a chegada dos mais pobres ao sistema de ensino não foi acompanhada dos devidos investimentos para garantir as condições adequadas de aprendizagem. Com isso, apesar da escolaridade média do brasileiro ter melhorado nos últimos anos, a inclusão no sistema de ensino não representou melhora significativa nos níveis gerais de alfabetização da população.

“O esforço despendido pelos governos e também pela população de se manter por mais tempo na escola básica e buscar o ensino superior não resulta nos ganhos de aprendizagem esperados. Novos estratos sociais chegam às etapas educacionais mais elevadas, mas provavelmente não gozam de condições adequadas para alcançarem os níveis mais altos de alfabetismo, que eram garantidos quando esse nível de ensino era mais elitizado. A busca de uma nova qualidade para a educação escolar em especial nos sistemas públicos de ensino deve ser concomitante ao esforço de ampliação de escala no atendimento para que a escola garanta efetivamente o direito à aprendizagem ”, resume o relatório. A pesquisa envolveu 2 mil pessoas, de 15 a 64 anos, em todas as regiões do país.

Veja quais são os quatro níveis de alfabetização identificados pelo Inaf 2011-2012:

Analfabetos: não conseguem realizar nem mesmo tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares.

Alfabetizados em nível rudimentar: localizam uma informação explícita em textos curtos, leem e escrevem números usuais e realizam operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias.

Alfabetizados em nível básico: leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo com pequenas inferências, leem números na casa dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações e têm noção de proporcionalidade.

Alfabetizados em nível pleno: leem textos mais longos, analisam e relacionam suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas, mapas e gráficos.

Da Ag. Brasil

Feira do Livro de Joinville supera os 100 mil livros vendidos

Matéria publicada no jornal A Notícia de Joinville na edição de hoje atesta o grandioso sucesso desta edição da Feira do Livro. Matéria assinada por Roberta Benzati fala dos resultados, da alegria dos expositores, do futuro com nomes internacionais da literatura que podem vir com novos apoios culturais, e já destaca o período da Feira em 2013, confiram:

A 9ª edição da Feira do Livro de Joinville terminou com saldo de aproximadamente cem mil livros vendidos, 55 mil visitantes (estimativa até a manhã de domingo) e grandes expectativas para o ano que vem. Para Sueli Brandão, organizadora do evento, a feira deu um grande salto de qualidade este ano.

— Tivemos importantes nomes da literatura nacional e contamos pela primeira vez com um curador, que criou um tema e um slogan. Outro fator que possibilitou esse salto na qualidade foi o recurso financeiro conseguido pela Lei Rouanet, que foi um dos nossos maiores desafios nesses oito anos.

O professor James Schroeder reforçou a importância desse apoio financeiro para que as edições do evento ganhem ainda mais fôlego. — É interessante para o empresariado colaborar porque isso ajuda a projetar o nome da cidade na qual eles mantêm seus negócios, além de associar sua marca, seu produto, à cultura—, avalia.

Outro aspecto positivo observado por Sueli foi a participação de editoras renomadas como Ediouro, Positivo, Paulus e SM, entre outras. De acordo com a organizadora, os expositores querem voltar com o dobro do espaço no ano que vem. — Por que não podemos ter a maior feira de livros do País? Acho que temos que lutar por isso—, comenta Schroeder.

A Feira do Livro de 2013 já tem data marcada: será realizada de 5 a 14 de abril. A organização estuda ainda a possibilidade de trazer um nome de peso da literatura internacional na próxima edição. Algumas melhorias também estão sendo previstas, como reforçar a acústica do pavilhão e fortalecer a campanha do vale-livro, que não teve o apoio esperado.

O curador, Alcione Araújo, explica que a proposta da feira deste ano foi valorizar a cultura e o conhecimento. Ele citou a grande participação do público infanto-juvenil no evento, mas destacou a baixa adesão de jovens estudantes e universitários. — Senti essa lacuna do ensino superior. A feira está aberta, oferece diversas atividades. Por que as universidades não vêm para cá fazer uma aula de literatura com os próprios escritores, por exemplo?—, questiona.

No sábado, o movimento de visitantes foi intenso durante todo o dia, e os joinvilenses se mostraram satisfeitos com a 9ª edição da Feira do Livro. — Sempre trago as crianças. Acho que a feira tem que continuar e ser cada vez mais valorizada. É fundamental valorizar a literatura—, comenta a visitante Silvia Fernandes.

Ivete Eifeer, outra visitante, destacou a grande variedade de livros à venda. — Venho todos os anos e agora me parece ter mais opções de obras. O movimento também chamou a atenção, é um volume grande de pessoas. Para a organização, esse foi mais uma passo para transformar Joinville na Cidade da Leitura.

— Agora precisamos trabalhar para nos tornarmos referência e trazer delegações de outros estados do País—, conclui Sueli”.