Prêmio Elisabete Anderle – FCC abre inscrições

A Fundação Catarinense de Cultura (FCC) abriu as inscrições para o Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura 2020. Nesta edição, o valor total é de R$ 5,6 milhões e serão contemplados 215 projetos culturais para proponentes de todas as regiões de Santa Catarina. Mais uma vez a premiação está dividida em três editais: Patrimônio e Paisagem Cultural, Artes Populares e Artes.

As inscrições são gratuitas e totalmente digitais, sem necessidade de impressão em papel ou custos com correios. A plataforma para inscrições é intuitiva e de fácil navegação. Os projetos poderão ser enviados até 23h59 do dia 16 de agosto de 2020.

:: Clique aqui para acessar a plataforma de inscrições

Os prêmios serão divididos entre as seis mesorregiões de Santa Catarina, assim, projetos de todas as regiões terão as mesmas oportunidades de ser contemplados.

Conheça as categorias

Patrimônio e Paisagem Cultural, com 61 prêmios nas seguintes categorias:

– Patrimônio Material

– Patrimônio Imaterial

– Museus

– Bibliotecas Públicas

Artes Populares, com 64 prêmios, nas seguintes categorias:

– Artes Circenses

– Culturas Populares e Diversidades

– Culturas Negras e Afro-Brasileiras

– Culturas dos Povos Indígenas

Artes, com 90 prêmios, nas seguintes categorias:

– Artes Visuais

– Dança

– Música

– Teatro

– Letras: Livro, Leitura e Literatura

Para tirar dúvidas

As dúvidas sobre o Prêmio Elisabete Anderle 2020 serão respondidas somente pelo Portal de Compras do Governo do Estado de Santa Catarina ou durante as apresentações virtuais do edital que serão realizadas ao longo do mês de julho. Serão disponibilizados ainda tutoriais com detalhamento do processo de inscrição e sobre o envio de dúvidas.

É importante ressaltar que para participar do Prêmio Elisabete Anderle 2020 é necessário fazer inscrição no Mapa Cultural de Santa Catarina, disponível no link http://mapacultural.sc.gov.br.

Apoio aos artistas – Auxílio Emergencial a artistas vira lei

Foi publicada na edição desta terça-feira (30) do Diário Oficial da União a nova lei que estabelece auxílio emergencial para artistas. O texto, chamado pelos parlamentares de Lei Aldir Blanc, em homenagem ao artista falecido em decorrência da covid-19, prevê a destinação de R$ 3 bilhões para o setor cultural. O dinheiro deverá ser repassado pela União, em parcela única, para estados e municípios. Veja a íntegra da Lei 14.017/2020.

O objetivo da iniciativa, apresentada pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ), é ajudar profissionais da área e espaços que organizam manifestações artísticas que foram obrigados a suspender suas atividades por causa da pandemia. O texto prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para os artistas informais. Estima-se que o setor emprega, em todo o país, mais de 5 milhões de pessoas.

Os artistas poderão usar o dinheiro “como subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições organizações culturais comunitárias”.

A lei também permite o uso do recurso em editais, chamadas públicas; prêmios; compra de bens e serviços vinculados ao setor cultural; instrumentos destinados à manutenção de agentes, de espaços, de iniciativas, de cursos, de produções, de desenvolvimento de atividades de economia criativa e de economia solidária, de produções audiovisuais, de manifestações culturais, bem como para a realização de atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou disponibilizadas por meio de redes sociais e outras plataformas digitais.

A cultura precisa ser socorrida – Lei de Emergência Cultural pode ser votada hoje (4) no Senado

O setor cultural em todo o país, segue mobilizado pela aprovação da Lei de Emergência Cultural, que pode ser votado nesta quinta-feira (4/6) no Senado Federal. Em Florianópolis a Câmara de Vereadores tem Projeto de Lei que prevê auxílio emergencial para trabalhadores e trabalhadoras do setor cultural de Florianópolis durante o período de crise sanitária decorrente da pandemia do novo coronavírus. O PL é de autoria do vereador Lino Peres (PT), e não tem data para ser analisado e votado.

Para compreender e ouvir o setor cultural que tem sofrido imensamente a paralisação total das atividades, que impacta diretamente no trabalho e renda deste setor em todas as artes, o vereador realiza uma Live a partir das 19:30 horas com a presidente do Conselho Municipal de Política Cultural de Florianópolis, Cristina Villar, com Elaine Sallas, conselheira suplente pela Setorial de Teatro no Município e com Maurício Souza, conselheiro da Setorial de Música de Florianópolis.

A cultura continua nos salvando durante o isolamento necessário causado pela Covid-19, mas você já pensou como estão sobrevivendo os trabalhadores e trabalhadoras deste setor? Participe da live, entenda o momento e veja como ajudar a apoiar quem nos apoia sempre com sua arte.

Para assistir pelo Facebook clique aqui.

Confraria do Escritor comemora cinco anos de atividades nesta sexta-feira (15)

Confraria iniciou atividades na Biblioteca Pública e hoje faz encontros itinerantes
Confraria iniciou atividades na Biblioteca Pública e hoje faz encontros itinerantes

A festa do quinto aniversário da Confraria do Escritor será nesta sexta, dia 15 de abril próximo, às 20 horas.

Haverá programação especial, no restaurante Casa do Capitão – Gastronomia e Eventos (Rua Saguaçu, 212), junto à sede da Ajao (Agremiação Joinvilense de Amadores de Orquídeas) em Joinville (SC).

A noite festiva terá no cardápio um sarau literário, com apresentação de textos pelos autores que integram a Confraria, e os interessados deverão se inscrever  pelo e-mail: tar-taru-gas@hotmail.com , até um dia antes do evento.

No acompanhamento musical estarão presentes, Fio José e Alan.Um espaço será reservado para os escritores divulgarem suas obras e conversarem com os leitores.

O cerimonial ficará a cargo de Alcione Pauli e Marlete Cardoso, professoras e escritoras que fazem parte do grupo de fundadores da Confraria do Escritor. A participação no evento é gratuita!

O restaurante estará aberto exclusivamente para a festa e servirá um jantar ao preço de R$ 20,00 (bebida à parte).

1o. Encontro Catarinense de Casas de Cultura será em Joinville (SC)

A Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, de Joinville, irá sediar, nos dias 11 e 12 de setembro, o 1° Encontro Catarinense de Casas de Cultura.

O objetivo do evento é compartilhar, através de mesas redondas, as experiências artístico-culturais vivenciadas nas casas de cultura de Santa Catarina, discutindo também os desafios e as possibilidades do setor.

O evento ocorre a partir das 9 horas desta sexta-feira (11). Em ambos os dias, haverá palestras, mesas de discussões, plenárias e apresentações culturais.

O Encontro contará com mediadores como Roselaine Vinhas, Secretaria de Cultura de Chapecó e Presidente do Conselho Estadual de Cultura da Fundação Catarinense de Cultura e Conselho de Gestores Municipais de Cultura de SC e Caio Mota, Coordenador Geral de Cooperação, Articulação e Informação do Ministério da Cultura (Minc).

O encontro é dirigido a gestores e servidores de casas de cultura do estado. Representantes de 13 municípios irão participar: Garuva, Araquari, Itapoá, Bombinhas, Barra do Sul, Blumenau, São Bento do Sul, São Francisco do Sul, Campo Alegre, Rio Negrinho, Piçarras, Navegantes e Itajaí.

Nas duas plenárias que serão realizadas, cada município terá direito a 10 minutos para apresentar suas vivências. A coordenadora da Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, Carla Clauber, destaca o ineditismo do evento em Santa Catarina.

“O objetivo é consolidar, em rede, o trabalho das casas de cultura e socializar as ações culturais desenvolvidas dentro destes espaços em cada município”, observou Carla.

O 1° Encontro Catarinense de Casas de Cultura é promovido pela Casa da Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura Municipal de Joinville. Maiores informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (47) 3433-2557 ou pelo e-mail casadaculturajoinville@gmail.com.

Programação do 1º Encontro Catarinense de Casas da Cultura

11/09 (sexta-feira)
9h – Credenciamento
Atividades Culturais – Ballet/Orquestra

9h30- Abertura
9h45 – Apresentações Artísticas
Grupo de Dança – Araquari

10h – Palestra de abertura: “ Os desafios das Casas de Cultura como agente na formação artística de nosso estado” Roselaine Vinhas – Secretaria de Cultura de Chapecó e Presidente do Conselho Estadual de Cultura da Fundação Catarinense de Cultura e do Conselho de Gestores Municipais de Cultura de SC. (CONGESC) – Auditório da Casa da Cultura

11h45- Intervenção Giro Literário

12 h – Almoço

13h30- Apresentação Ballet da Escola Municipal de Ballet – Joinville

14h – Plenária

15h00 – Intervalo e Apresentações artísticas – • Grupo de Metais – Rio Negrinho • Ballet

16 às 17h – Plenária

12/09 (sábado)
9h – Fechamento das discussões das Plenárias

10h – Caio Mota – Coordenador Geral de Cooperação, Articulação e Informação do Ministério da Cultura (Minc)

11h30 – Macarronada com Arte e Apresentações Artísticas – Ballet

11h45- Intervenção Giro Literário

12 h – Almoço – Apresentações Ballet/Musica

14h – Avaliação e Planejamento

Fechamento: Apreciação do evento por Caio Mota, do Ministério da Cultura.

Com informações da Ascom/PMJ

Letras Associadas é o novo lançamento da Associação das Letras

Nova mini antologia terá formato de bolso e 160 páginas
Nova mini antologia terá formato de bolso e 160 páginas

Com nova denominação social e nova logomarca, a Associação das Letras lança no próximo sábado, 25 de julho às 17 horas no Museus de Arte de Joinville (MAJ) sua mais nova obra: a série mini antologia – Letras Associadas 1. Um sarau também marcará o momento de troca entre escritores e o público que irá prestigiar.

Fruto de um trabalho coletivo realizado há três anos, a obra é uma coletânea de contos, crônicas e poesias que tem a participação de 25 escritores membros da Associação das Letras. Até o mês de maio a entidade literária era conhecida como Associação Confraria das Letras.

Por decisão da maioria dos associados a mudança foi aprovada e uma nova logo também foi criada, buscando assim marcar fortemente a ação da Associação como promotora da literatura e leitura.

A mini antologia Letras Associadas tem outro diferencial em relação às obras anteriores produzidas e lançadas pela Associação das Letras. Agora vem em formato de bolso, para facilitar ao leitor o seu manuseio e leitura. Nesta obra o leitor poderá apreciar os escritos de: Alexandra Flávia, Ana Janete Pedri, Aron Gottfried Slutzky, Bernadéte Schatz Costa, Donald Malschitzky, Elizabeth A. C. M. Fontes, Hilton Görresen, João Bosco Strozzi, José Fernandes, José Klemann, Maria de Fátima Joaquim, Mariane Eggert de Figueiredo, Marinei Luiza V. Valcanaia, Marlete Cardoso, Milton Maciel, Onévio Zabot, Reinoldo João Corrêa, Rita de Cássia Alves, Romualdo Vicente de Ramos, Salustiano Souza, Silvio Vieira, Sônia Pillon, Stella Bousfield, Urda Alice Klueger, Valério Mattos.

Nova logomarca moderniza a imagem da Associação
Nova logomarca moderniza a imagem da Associação

A publicação cumpre o propósito da missão da Associação das Letras – “Fomentar o desenvolvimento literário, por meio da criação, produção e divulgação da literatura; o intercâmbio entre escritores e o incentivo à leitura”, segundo sua presidente Bernadéte Costa.

Ela destaca também o financiamento compartilhado entre a Associação e os escritores. “Todas as nossas obras tem essa marca, a divisão entre a entidade e seus escritores, que bancam 50% do valor. Assim já lançamos as sete mini antologias anteriores denominadas Letras da Confraria e duas antologias Saganossa”.

Serviço:
O quê: Lançamento Letras Associadas 1 – Nova série de mini antologias

Quando: 25 de julho (sábado)

Onde: Museu de Arte de Joinville

Hora: 17h

Casais homoafetivos ainda enfrentam limitações para demonstrar afeto em público

Palavra-Livre-homoafetivos-homossexuaisChegar à rua de casa de mãos dadas, passear abraçadas no shopping ou tomar uma cerveja no bar da esquina, trocando beijos e olhares no fim do expediente, são situações que fazem parte da rotina de muitos casais heterossexuais.

Porém, quando querem fazer coisas simples como essas, Mara Vargas e Ana Paula Vargas, casadas e moradoras de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, viajam mais de 30 quilômetros para se sentir mais à vontade, na orla da zona sul do Rio. No lugar onde moram, evitam “se expor”.

“A gente gosta de sair para dançar, em boate LGBT [sigla para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais], para curtir e beber. Em qualquer outro lugar, não vai ser a mesma coisa. Do jeito que está a violência hoje em dia, às vezes, é preferível nem sair”, diz Mara, 31 anos, que completa um ano de casada com Ana Paula, de 27 anos, em dezembro.

Mesmo com os direitos garantidos civilmente, casais homoafetivos muitas vezes enfrentam constrangimentos e inseguranças na hora de demonstrar publicamente os sentimentos, o que a Justiça já resguardou.

“Embora já se tenha um reconhecimento civil, formal e burocrático, existe preconceito muito forte que inviabiliza que essas pessoas tenham tranquilidade para manifestar seu afeto e falar disso abertamente”, explica a psicóloga Daniela Murta, assessora de Saúde da Coordenadoria de Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio de Janeiro.

“Nem sempre é a homofobia da agressão física, embora um dos motivos seja o risco de isso acontecer. Um beijo, um carinho, às vezes, são vistos como falta de respeito por quem está em torno. Eles [os homossexuais] não reproduzem o preconceito contra si mesmos e, sim, respondem a um preconceito ao qual são submetidos. Se você está em uma situação em que se considera vulnerável, não vai se expor”, analisa Daniela. “As pessoas têm direito à livre manifestação do afeto, e esse é um reconhecimento que ainda não foi introjetado por toda a sociedade.”

No Brasil, o casamento homoafetivo é estendido a todo o país desde maio de 2013, quando entrou em vigor a Resolução 175, de 14 de maio de 2013, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o texto, os cartórios de todo o país não podem se recusar a celebrar casamentos civis de pessoas do mesmo sexo. Antes disso, já havia decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Apesar de já garantir esse direito, o Brasil ainda está entre os que mais registram mortes por homofobia. Em 2014, ocorreram 326 mortes, segundo relatório do Grupo Gay da Bahia.

Preconceito
Há mais de um ano juntos, Marcelo e Eric Graciolli programaram a viagem de lua de mel e marcaram uma festa informal, um churrasco, para celebrar o casamento que conquistaram após uma saga burocrática de mais de 100 dias.

Encomendaram doces e um bolo de casamento e chamaram a família para compartilhar a festa, que só teve um beijo, “selinho”, que veio acompanhado de uma memória que permanece nas lembranças que guardam da festa. “A mãe dele virou o rosto. Um sobrinho correu para a cozinha e vimos risadinhas”, conta Marcelo, que tem 40 anos.

“Nesse dia, combinamos de não nos beijar na frente da família. Percebemos que eles não estão prontos. O problema não somos nós, mas preferimos ter uma convivência mais tranquila”, lembra o publicitário, que mora em Florianópolis, cidade que ele considera liberal e, mesmo assim, onde não se sente seguro para demonstrar afeto publicamente.

Os dois estão acostumados a promover festas em casa, a cuidar dos sobrinhos e a hospedar a família, mas, sempre sem demonstrações de afeto. “Meus sobrinhos sabem que somos casados e desenham a gente com coraçãozinho. As crianças entendem melhor que os adultos”, diz Marcelo.

A regra de não demonstrar amor em público vale para qualquer situação em que não estejam sozinhos. Uma vez, por acidente, a diarista que contratavam para limpar o apartamento entrou no quarto e flagrou um beijo.

“Ela foi embora e nunca mais retornou nossas ligações. Ela sabia que a gente morava junto, tinha foto pela casa toda, usávamos alianças e só tinha uma cama de casal, e, mesmo assim, se escandalizou. Parecia que trabalhava para Satã.”

Gabriela Sudano, de 29 anos, é casada há um ano meio e costuma dar as mãos à mulher, beijar e agir naturalmente como casal, além de frequentar a escola de sua enteada, que mora com elas, e levá-la para passear.

“Desde o início do namoro, a gente não se preocupa com isso. Não temos problema nenhum. É óbvio que não vai ser em qualquer local e que talvez as pessoas achem estranho. Talvez, o que as pessoas estranhem é que a gente veja nossa relação como normal.”

Nascida em um lar religioso, a professora de inglês conta que a relação com a família é muito boa. “Sempre fui muito bem tratada. Sempre me respeitei muito e respeitei muito a minha família. Eles são evangélicos e frequentam sempre a minha casa. Passamos Natal e aniversários juntos. Sei que eles têm um pensamento diferente, mas eles me respeitam.”

Mudança cultural
O ativista Toni Reis e seu marido, David Harrad, foram os primeiros a oficializar a união estável no Brasil, em 2011. Há 25 anos juntos, Toni conta que levam uma vida reservada, em que se permitem “bitocas” e “um carinho no restaurante”.

“Minha geração viveu muita repressão. Meus amigos da minha idade não conseguem demonstrar afeto, mas a meninada, de 15, 16, 17 anos, fica abraçada, beija. A geração mais nova está sendo superousada. Sou uma pessoa em que, no inconsciente, ainda está uma repressão muito grande”, conta ele, que acrescenta: “Vejo os meninos beijando na boca de uma forma tão tranquila que, às vezes, eu me surpreendo”.

Para Toni, as mudanças na sociedade serão lentas e políticas como a criminalização da homofobia e a abordagem da diversidade de gênero na educação podem ajudar.

“Tudo isso é cultural, e a cultura não muda com a lei. Leva mais tempo”, diz o ativista, que vê o futuro com otimismo. “Tenho esperança de que quanto mais a gente veja casais se beijando, mais as pessoas se acostumem. O que nós estamos exigindo não é que nos convidem para tomar um chope, um vinho nem levar a gente para casa. Isso seria ótimo, mas o que a gente quer é respeito.”

Com informações da Ag. Brasil

Simdec 2015 já tem valores definidos

O decreto que fixa os valores destinados aos mecanismos do Sistema Municipal de Desenvolvimento pela Cultura (Simdec) 2015 foi oficializado pela Prefeitura de Joinville. Neste ano, o montante será de R$ 5.712.000, cerca de R$ 1,2 milhão (aproximadamente 25%) a mais que 2014.

De artes visuais ao teatro, o Simdec tem como objetivo estimular a produção e execução de projetos culturais considerados relevantes para o desenvolvimento da cidade, por meio do Edital de Apoio à Cultura e o Mecenato Municipal, mecanismos do sistema. Desde 2006, já foram destinados quase R$ 30 milhões a, aproximadamente, mil projetos.

Da Prefeitura de Joinville

Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado

hortaMuitas pessoas que têm pouco espaço em casa acham que não é possível cultivar seus próprios alimentos. Mas, paisagistas ensinam que mesmo em pequenos ambientes é possível fazer hortas caseiras.

Em 2011, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil  possuem resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. A alternativa então é cultivar seus próprios orgânicos, mesmo que o espaço seja pequeno.

Hoje, o CicloVivo separou o sistema do SERPAR (Serviço de Parques de Lima, no Peru) que ensina a cultivar uma horta quase completa ocupando apenas um metro quadrado.

Ideal para pequenos espaços, esta horta é cada vez mais popular entre os jardineiros urbanos. Ela é suficiente para o abastecimento diário de legumes de uma pessoa por um mês.

Por ocupar um pequeno espaço, a horta permite que o cultivador alcance toda ela para plantar, regar e colher, sem que precise de muito esforço. Além disso, é possível trabalhar na horta ao nível da cintura, o que facilita o cultivo por deficientes físicos.

Este sistema de cultivo é dividido entre quadrados e retângulos menores. Cada espaço tem um legume ou erva diferente.

Veja quais alimentos você pode cultivar e suas categorias:

Plantas pequenas: Rabanete, cenoura, cebola, espinafre, beterraba, alface e salsa.

Plantas grandes: Repolho, brócolis, couve-flor, berinjela e pimentas.

Plantas verticais: Tomate, pepino, vagem, ervilha e feijão.

Na construção da estrutura podem ser usados tubos de ferro ou de PVC utilizados em alambrados ou também é possível adaptar e reutilizar algum outro material, como pedaços de madeira.

As plantas maiores ficam nas fileiras de trás e as menores, na frente, para que todas recebam a luz do sol. As plantas verticais, como os tomates, devem ser penduradas na estrutura. Amarre-as bem para que suportem o peso e o vento.

A rotação de cultivos é automática. Por exemplo, um cultivo que leva mais tempo, como o do tomate, pode ser plantado entre outros cultivos de colheita rápida e que seriam colhidas antes que a planta precise de mais espaço.

Do Ciclo Vivo.

Roger Abdelmassih é preso no Paraguai, diz PF

rogerFoi preso na tarde de hoje (19), no Paraguai, Roger Abdelmassih, médico acusado de estupro e atentado violento ao pudor contra pacientes, e que teve o registro cassado. De acordo com a Polícia Federal (PF), a prisão foi efetuada por agentes paraguaios da Secretaria Nacional Antidrogas com apoio da PF. Abdelmassih era procurado no Brasil.

Ele passará pelos trâmites de deportação sumária pelas autoridades paraguaias e dará entrada no Brasil por Foz do Iguaçu (PR). A expectativa é que isso ocorra ainda hoje. Após chegar em Foz do Iguaçu, ele será levado para São Paulo, em data a ser confirmada pela PF.

Abdelmassih era considerado um dos principais especialistas em fertilização no Brasil. Ele foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo por crimes de estupro praticados contra 56 mulheres.

Do EBC.