Sindilojas da Capital emite nota contra retorno das restrições em Floripa

O Sindicato dos Lojistas de Florianópolis e Região não gostou das medidas tomadas pelo prefeito Gean Loureiro (DEM), que voltou a restringir atividades em todos os setores. A Prefeitura quer segurar o aumento do contágio para impedir um colapso no sistema de saúde da capital catarinense. O Sindilojas defende que os empregos devem ser preservados, e que o poder público falha na sua fiscalização.

Leia a nota do Sindilojas:

“É com enorme apreensão que o Sindilojas de Florianópolis e Região recebe a notícia do fechamento de shoppings, galerias comerciais, academias e arenas de esporte no município de Florianópolis a partir de 24/06/2020.

Não se pode querer apenar determinadas atividades econômicas, destruindo seus meios de subsistência, como se fossem elas as únicas responsáveis pelos lamentáveis resultados obtidos em relação ao avanço da pandemia da Covid-19.

Se algumas pessoas não estão adotando comportamento social sensato, que se encontre meios de coibir tais violações. Mas não se pode querer aprisionar a população ou restringir atividades econômicas, simplesmente porque uma pequena minoria não está sendo sensata com sua própria segurança.

A solução simplista de coerção do exercício de atividades econômicas e da liberdade de ir e vir, sem pensar nas suas implicações de forma mais ampla, tem provocado a pior recessão econômica da atualidade, destruindo milhares de empregos e empresas e alimentando o caos social.

O novo “lockdown” imposto a determinadas atividades, sob a justificativa de que se trata de medida temporária para evitar a proliferação de novas infecções pelo coronavírus, para assim dar tempo à capacidade de atendimento pelos serviços de saúde, mostra, na realidade, um grande despreparo por parte do poder público, seja em relação a fiscalização das medidas já existentes ou quanto a estrutura de saúde disponível para atendimento da população.

Lamentavelmente a única certeza que temos hoje é a de que quando esse novo “lockdown” terminar o vírus ainda estará em algum lugar esperando por nós e quando atingir novamente níveis considerados perigosos, novo “lockdown” será imposto.

Essa situação não se sustentará! Precisamos de medidas mais efetivas e sensatas por parte do poder público, bem como que cada pessoa individualmente assuma a responsabilidade de proteger a si e as pessoas próximas.”

Paulino de Melo Wagner
Presidente do Sindilojas

Covid-19: Reabertura do comércio aumentou casos nas cidades

A prefeitura de São Paulo autorizou nesta semana o funcionamento de comércio de rua e de shoppings. A partir desta quinta-feira (11), os centros comerciais poderão funcionar entre 6h e 10h ou entre 16h e 20h. A opção deverá ser seguida por todas as lojas do estabelecimento.

O prefeito Bruno Covas (PSDB-SP) explicou que as lojas devem seguir um padrão de higiene. Ele também voltou a falar que São Paulo continua em quarentena e que o objetivo da prefeitura com os protocolos é retomar a atividade econômica na cidade sem piorar os índices de contaminação pelo novo coronavírus. “Expectativa é que a gente reabra com a segurança necessária para continuar a melhorar os índices na cidade”, disse.

Segundo o último balanço do Brasil.io, plataforma que agrupa e divulga os dados das secretarias de saúde sobre casos de covid-19, até esta quarta-feira (10), São Paulo registrava 80.457 casos e 5.232 óbitos.

Outras cidades que aderiram à reabertura de shoppings registram aumento nos casos nos dias posteriores ao relaxamento das regras de isolamento. Os dados mostram que em Curitiba, após a abertura dos centros comerciais no dia 22 de maio, os casos de contaminação passaram de 728 para 1420 (10/06). Os óbitos saltaram de 35 para 67.

Outra cidade que viu disparar os casos de covid-19 foi Blumenau, em Santa Catarina. No dia 22 de abril a cidade reabriu os shoppings e nos 15 dias subsequentes, os casos passaram de 81 para 284. Neste período, a cidade registrou as duas primeiras mortes.

Brasília, que reabriu o comércio no dia 18/05, tinha até então 4.123 casos e 62 óbitos. Em 2 de junho, 15 dias após o relaxamento do isolamento, a capital federal registrou 10.174 casos e 163 óbitos. De acordo com um estudo da Universidade de Brasília (UnB), foi possível perceber um “aumento no número de reprodução da doença”. 

Mesmo demonstrando que há uma maior incidência de casos a partir da abertura do comércio, o estudo não recomenda, para o momento, a imposição radical de medidas de isolamento e interrupções de atividades sociais, já que “essas medidas não são sustentáveis por longos períodos e a pandemia deverá continuar por mais alguns meses”.

Essas ondas de alternância entre relaxamento e isolamento têm sido adotadas em diferentes países. Em abril, o diretor-geral da OMS, Adhanom Ghebresyus, afirmou que é “encorajador que vários países estejam planejando como diminuir as restrições sociais, mas é crítico que tais medidas sejam tomadas de maneira escalonada”.

  • fonte: Congresso em Foco

Comércio – Confiança dos empresários do setor cresce 2,2%

PalavraLivre-confianca-empresarios-comercioO Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% na passagem de janeiro para fevereiro. É a segunda alta consecutiva do indicador ajustado sazonalmente, isto é, que leva em consideração as variações características de cada mês do ano. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Icec chegou a 80,2 pontos.

Apesar da alta na comparação mensal, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio continua em queda ao apresentar um recuo de 19,9% em relação a janeiro de 2015.

A avaliação de empresários é feita em uma escala de zero a 200 pontos, onde a pontuação abaixo de 100 pontos é considerada de pessimismo.

A alta mensal foi influenciada principalmente pela opinião dos empresários em relação ao momento atual, que melhorou 16,3%. Eles estão mais confiantes em relação ao desempenho da economia (35,7%), ao comércio (20,3%) e ao próprio negócio (9,5%).

As avaliações sobre investimentos também melhoraram em relação a janeiro (1,4%). Os entrevistados pretendem investir mais nas empresas (8,3%) e consideram mais adequados seus estoques (2,1%). Apesar disso, eles pretendem investir menos na contratação de funcionários (3,8%).

Os empresários estão menos otimistas em relação ao futuro do que estavam em janeiro (-0,7%), devido ao pessimismo em relação ao comércio (-1%) e ao seu próprio negócio (-1,6%). Mas eles melhoraram em 0,9% a expectativa em relação à situação da economia nos próximos meses.

Com informações do Correio do Brasil

Novo regime automotivo habilita 33 empresas no primeiro mês – E a BMW?

O Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) fechou o primeiro mês de vigência com 33 empresas habilitadas e um total de R$ 4,2 bilhões previstos em novos investimentos. Os dados foram divulgados ontem (7) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Ainda de acordo com o MDIC, até o momento, 47 empresas pediram para participar do Inovar-Auto. Segundo nota do ministério, até 2017, final do período de vigência do regime automotivo, o governo espera que a produção anual de veículos passe dos 3,3 milhões registrados em 2012 para mais de 4 milhões de unidades.

Entre as empresas habilitadas ao Inovar-Auto, três têm projetos para construção de novas fábricas no Brasil. São elas a Chery, que terá planta em Jacareí (SP); a JAC Motors, que se instalará em Camaçari (BA) e a Nissan, que terá indústria em Rezende (RJ). A Mitsubishi anunciou investimentos para início da produção no país dos modelos Lancer e ASX. Além delas, mais 20 empresas foram habilitadas como produtoras de veículos e oito como importadoras.

Lançado em outubro do ano passado, o Inovar-Auto entrou em vigor em 1° de janeiro de 2013. O programa estimula a instalação de fábricas de automóveis no Brasil, a produção de novos modelos e investimentos em eficiência enérgica e inovação tecnológica dos veículos. O regime deu condições para a indústria automobilística compensar o aumento de 30 pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos importados ou com menos de 65% de conteúdo nacional.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, o governo está em negociação com outros setores da indústria para criar programas nos mesmos moldes do novo regime automobilístico.

Da Rede Brasil Atual

Lançamento oficial do Natal dos Sonhos em Joinville hoje (8/11) na CDL

Lideranças, empresários lojistas, comunidade e imprensa participam, a partir das 19h30min desta quinta-feira (dia 8) do lançamento oficial da programação do Natal dos Sonhos de Joinville. O evento é promovido pela Prefeitura Municipal e CDL Joinville, com o apoio do Governo do Estado, Conselho de Pastores, SESC, Igrejas, empresas (Transtusa e Gidion), 62º Batalhão de Infantaria, 8º Batalhão da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, Câmara de Vereadores e instituições.

A programação completa será divulgada no evento. Entre os destaques estão as apresentações do dos alunos da Escola do Teatro Bolshoi (2 de dezembro); Festival de Balonismo de Joinville (dias 6 a 9 de dezembro); apresentação da Banda Marcial dos Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro (12 de dezembro); e apresentação do Circo Tholl com a peça Exotique (16 de dezembro).

Além disso, a programação contempla várias atividades culturais e artísticas entre os dias 1º e 23 de dezembro, na Praça Nereu Ramos. Outro destaque será o Concurso fotográfico do Festival de Balonismo do Natal dos Sonhos.

Já a abertura oficial do Natal dos Sonhos de Joinville acontecerá às 18 horas do dia 21 de novembro, na praça Dario Salles, no centro da cidade. Na ocasião, haverá chegada do Papai Noel, show com o Padre Antônio Maria, apresentação teatral e também apresentação de grupos de Terno de Reis. Informações adicionais nos sites da CDL: www.cdljoinville.com.br ou da Prefeitura de Joinville: www.joinville.sc.gov.br.

 

IBGE aponta crescimento nas vendas e na receita do varejo

A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) referente ao mês de abril, realizada nacionalmente pelo IBGE, registrou crescimento de 0,8% no volume de vendas do varejo e de 0,6% na receita nominal das empresas, em relação ao mês de março. Para Santa Catarina, o cenário apresentou-se melhor do que a média do país: na comparação mensal, as vendas cresceram 1,7% e a receita, 0,9%. Estes dados levam em consideração os ajustes sazonais.

A Fecomércio considera que, com este crescimento, a desaceleração das vendas do varejo parece ter sido revertida. O principal motivo para isto é o aumento da renda dos brasileiros: segundo o IBGE, ela cresceu 6,2% entre abril deste ano e abril de 2011. Também contribui para tal reversão a inflação controlada (4,99% em maio) e o novo relaxamento do crédito, com menores taxas de juros e maiores prazos de pagamento.

Os indicadores também tiveram crescimento na comparação com abril do ano passado. No âmbito nacional, as vendas aumentaram em 6% e a receita em 7,5%. Em Santa Catarina, os números foram de 7,2% para as vendas e 7,3% para a receita nominal.

Pela análise da Fecomércio, a tendência é a de que as vendas continuem acelerando, já que os três motivos apontados para o bom resultado de abril tendem a se intensificar nos próximos meses. Com isso, o consumo das famílias em 2012 novamente vai aparecer como o motor do PIB brasileiro, fazendo com que a estagnação deste início de ano seja também revertida, ainda que não o suficiente para recuperar o vigor de outros tempos.

Atividades

Segundo o IBGE, nesse quarto mês do ano, oito das dez atividades pesquisadas obtiveram variações positivas para o volume de vendas, com ajuste sazonal na comparação com março de 2012. Os resultados foram: combustíveis e lubrificantes (2,5%); material de construção (1,8%); móveis e eletrodomésticos (1,5%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,3%); tecidos, vestuário e calçados (1,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); veículos e motos, partes e peças (0,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,9%).

Da Fecomércio

Comércio é o setor com mais focos de trabalho infantil

O comércio é o setor que mais concentra focos de trabalho infantil no país. A Agência Brasilapurou que dos 20.105 focos no Brasil entre 2007 e 2012, cerca de 5,4 mil estão no comércio – o que corresponde a mais de 27% do total. O estado onde foi identificado o maior número de ocorrências nesse setor é o Rio de Janeiro, com 1,4 mil. Os dados são do Sistema de Informações sobre Focos de Trabalho Infantil (Siti), do Ministério do Trabalho e Emprego, resultado das ações fiscais sobre a atividade. A agência considerou apenas os dados dos focos nos quais houve identificação e discriminação da atividade exercida.

“Quando a concentração de focos de trabalho infantil está mais forte, revela-se ação mais efetiva e permanente da inspeção do trabalho. Isso tem um aspecto negativo, porque significa que ainda há índices elevados. Por outro lado, é positivo porque demonstra fiscalização mais atuante”, informou a secretária executiva do Fórum Nacional para a Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPeti), Isa Oliveira.

Segundo ela, o comércio tente a concentrar focos pela informalidade e pela flexibilidade, que permite que os menores de idade frequentem a escola e trabalhem.

Depois do comércio, os principais setores em que se identificam focos de trabalho infantil são o de manutenção, com 2,8 mil; o de serviços coletivos e domésticos, com 2,1 mil; e o da indústria, com 1,5 mil.

Na análise de todos os estados brasileiros e considerando todos os setores citados pelo ministério no sistema, a unidade federativa onde mais se encontram focos de trabalho infantil é o Sergipe, com 2,9 mil. Em seguida estão o Distrito Federal, com 2,5 mil, e São Paulo, com 2,1 mil.

Mais da metade dessas ocupações estão entre as citadas na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil, oficializada por decreto em 2008. Dos mais de 20 mil focos no país, 10,2 mil fazem parte da lista. Em primeiro lugar estão os trabalhos de manutenção; em segundo, atividades na indústria; e em terceiro, na agricultura.

A lista menciona atividades prejudiciais à saúde (como a exposição ao sol, ao frio, a sangue, a dejetos humanos, lixo, poeira, produtos tóxicos) e à segurança (como o manejo de instrumentos perfurocortantes e o levantamento de peso) e atividades prejudiciais à moralidade (como a exposição a bebidas alcoólicas, drogas, conteúdos impróprios e abusos físicos e psicológicos).

“A maioria desses jovens trabalha na rua, e todo trabalho de rua é perigoso. Alguns danos não são visíveis. Entre os mais sérios está o aliciamento para uso e tráfico de drogas e pequenos furtos. Além disso, há os riscos da exposição ao sol, ao frio e a atropelamentos. Isso caracteriza piores formas de trabalho”, informou a secretária executiva do FNPeti.

De acordo com a legislação brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o trabalho infantil é proibido no Brasil. Dos 14 aos 15 anos, permite-se que o jovem trabalhe como aprendiz. A partir dos 16 anos, é possível trabalhar, desde que não se exerça atividade insalubre, perigosa, penosa ou em horário noturno (a partir das 22h).

Da Ag. Brasil

Índices de Preço seguem em desaceleração em maio

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), levantados mensalmente pelo IBGE, tiveram crescimento no mês de maio. Para o IPCA, a variação de 0,36% foi inferior tanto à de abril (0,64%) quanto à de maio de 2011 (0,47%).

Considerando os doze últimos 12 meses, o indicador variou 4,99%, o que representa uma desaceleração em relação aos últimos 12 fechados em abril (5,10%). Isto revela que a inflação está se diminuindo em direção à meta estipulada pelo Banco Central, que é de 4,5%.

Já o INPC variou 0,55% em maio, valor inferior aos resultados de abril (0,64%) e de maio de 2011 (0,54%). Considerando os últimos doze meses a variação foi de 4,86%, também menor que os últimos doze meses de abril, onde a variação havia sido de 4,88%.

A Fecomércio vê este atual movimento de queda na inflação como um fenômeno mundial, reflexo principalmente da desaceleração da economia chinesa e da crise na Europa.  Isto faz, no Brasil, com que os cortes na taxa Selic (atualmente em 8,5%) não acarretem em risco de inflação – com a ressalva de que não sejam adotadas medidas protecionistas, que restrinjam o repasse dos preços menores do exterior para a economia nacional.

Assim, esta conjuntura torna muito provável a ocorrência de novas quedas na taxa de juros nas próximas reuniões do Copom. Fato que a Fecomércio considera positivo, já que uma das condições necessárias para a recuperação da taxa de investimento da economia brasileira são os juros menores. Isso é extremamente importante no Brasil atual, já que somente com uma taxa de investimento elevada é possível aumentar a produtividade das empresas, para que assim elas possam gerar mais empregos e renda e, consequentemente, o desenvolvimento econômico.

Da Fecomércio

Empresários catarinenses depositam confiança no segundo semestre

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) teve leva queda de 0,6%. De março para abril houve movimentação no índice de 125,4 para 124,6 pontos. Itens como ‘nível de investimento das empresas’ e percepção dos empresários acerca das ‘condições atuais da economia’ estão em baixa. Por outro lado, cresceram indicadores de ‘contratação de funcionários’ e ‘expectativa da economia brasileira’.

Para a Fecomércio, o ritmo ainda reduzido da atividade econômica deste início de ano fez com que alguns indicadores apresentassem queda no ICEC, apesar de seu patamar ainda positivo.

Já no quesito expectativas, a percepção dos empresários do comércio catarinense indica melhoras. A variação condiz com a tendência prevista para o ano de 2012, que deve, a partir do segundo semestre, ter melhora na atividade econômica e, por consequência, expansão no volume de vendas.

Condições atuais

O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) caiu consideravelmente na comparação mensal (-5,2%). Enquanto março apresentava um índice de 109,2 pontos, abril registrou reduzidos 103,5 pontos.

Na comparação por tamanho de empresa o comportamento foi bastante distinto. As empresas maiores tiveram um crescimento de 21,4% no ICAEC e as empresas menores tiveram uma queda de 5,8% no indicador. Já na análise por grupo de atividade, as empresas que comercializam bens duráveis, que tradicionalmente costumam ter bom desempenho, apontaram queda de 11,3% no ICAEC. As de bens não duráveis caíram 10,6%. Apenas as empresas que vendem bens semiduráveis tiveram crescimento (8,5%).

Na análise dos subíndices que compõe o ICAEC, a percepção dos empresários do comércio do estado em relação à ‘condição atual da economia’ recuou 6,8% em abril na avaliação mensal, se estabelecendo em 93,2 pontos. As ‘condições atuais do comércio’ ficaram em 96,2 pontos, queda de 5,7%. E as ‘condições atuais das empresas do comércio’ caíram 3,6%, totalizando 121,2 pontos.

Expectativas

O único elemento do que apresentou elevado grau de satisfação, com alta mensal de 2,8%, atingindo os 161,5 pontos, foi o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC). Aqui, tanto para as empresas de maior porte (166,7 pontos), quanto para as de menor tamanho (161,4 pontos) o índice é considerado positivo.

Dentre os subíndices que compõem o IEEC, todos apresentaram crescimento mensal e ficaram situados em patamares elevados de satisfação. A ‘expectativa da economia brasileira’ cresceu 3,8% (153,6 pontos), a ‘expectativa do comércio’ se expandiu 3,4% (162,8 pontos) e a ‘expectativa das empresas comerciais’ teve elevação de 1,2% (168 pontos).

Investimentos

O indicador de investimentos apresentou queda mensal de 1%, levando o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) ao patamar de 108,7 pontos. O comportamento foi antagônico entre as empresas com menos de 50 funcionários e as empresas com mais de 50 funcionários. As primeiras apresentaram queda de 1,4% (108,2 pontos) e as segundas mostraram crescimento de 20,8% (136,6 pontos).

Dentre os subíndices que compõem o IIEC, apenas o ‘nível de investimento das empresas’ caiu (-8,2%). Esta, a propósito, foi a maior queda da análise e responsável por levar o subíndice aos 109 pontos. Já o indicador de ‘contratação de funcionários’ e a ‘situação atual dos estoques’ cresceram 5,2% (119,5 pontos) e 0,7% (97,7 pontos), respectivamente.

Da Fecomércio/SC

CDL oferece curso de Gestão de Negócios no varejo e serviços

Começa na próxima segunda-feira (dia 16 de abril), em Joinville, o primeiro módulo Curso de Gestão de Negócios no Varejo e Serviços, que irá apresentar uma visão do planejamento estratégico para o comércio. Promovido pela CDL Joinville, o curso completo é dividido em quatro módulos independentes. As aulas são realizadas nas segundas e quartas, no horário das 19h30min às 22h30min.

Neste primeiro módulo, com duração de 8 aulas (1 mês), o consultor pós-graduado em Estratégia Empresarial, Fernando Bade, vai destacar estratégia e planejamento de uma empresa, além de análise sobre administração estratégica e a realização de exercícios práticos. Ao final deste primeiro módulo, o participante terá em mãos um planejamento estratégico completo da empresa.

Curso
O Curso de Gestão de Negócios no Varejo e Serviços é destinado a gestores, gerentes e líderes de empresas comerciais e todas as pessoas que atuam ou pretendem atuar no comércio varejista. De acordo com a coordenadora do Centro de Treinamento e CDL Talentos, Gisele de Oliveira Werner, no segundo módulo, o participante terá noções de Gestão de Pessoas e Operações; no terceiro, o tema será Gestão Financeira e Administrativa; e o quarto módulo irá focar a Gestão de Marketing e Vendas. “O curso completo possui 120 horas, totalizando 5 meses, sendo que os quatro módulos são independentes”, destaca.

Inscrições e informações sobre os valores podem ser obtidas pelos telefones (47) 3461-2544 / 3461-2539 ou então pelo e-mail:  cursos@cdljoinville.com.br.

Com informações de Thiago Dias – Assessoria Imprensa CDL Joinville