Celesc abre chamada pública para novos “eletropostos”

A Celesc está com Chamada Pública aberta para selecionar parceiros interessados em aderir ao projeto de expansão dos corredores de eletropostos em Santa Catarina, com a instalação de 23 novas estações de recarga, os chamados eletropostos, em diversos pontos do estado. As empresas interessadas devem realizar a inscrição até 10 de janeiro de 2020 neste link

Para ser parceiro é necessário possuir e infraestrutura adequada, conforme o modelo da estação de recarga, além do  investimento inicial que poderá variar conforme o tipo de eletroposto de interesse da empresa, girando em torno de R$ 3 mil até R$ R$ 12 mil. 

O valor inclui a adequação visual do espaço com a pintura da vaga e a instalação de uma placa de identificação do ponto do corredor elétrico e se configura em uma nova oportunidade de negócio para o investidor, tendo em vista o fato de atrair novos clientes e associar sua marca à sustentabilidade e inovação. 

“A iniciativa, financiada pelo programa de P&D Celesc Aneel, conta com a parceria da Fundação Certi e tem como objetivo impulsionar o uso de veículos elétricos no estado. Hoje, Santa Catarina possui sete eletropostos, sendo que este ano a média de recargas foi de 150 por estação. A estimativa é que em 2020 sejam realizadas, em média, 300 recargas por ano em cada eletroposto”, aponta Marco Aurélio Gianesini, gestor do Projeto na Celesc. 

Do total de 23 eletropostos, cinco serão estações de recarga rápida e 18  semirrápidas. As estações rápidas têm como finalidade expandir a infraestrutura já existente entre Joinville e Florianópolis e consolidar um corredor elétrico ao longo da BR 101, entre a divisa com o Paraná até a fronteira com o Rio Grande do Sul. As semirrápidas serão utilizadas no processo de interiorização dos eletropostos, interligando os eixos Norte-Sul (de Joinville até Criciúma) e Leste-Oeste (de Florianópolis até Chapecó).

Prazos e fases de implantação

O processo de implantação dos eletropostos nos locais selecionados por meio da chamada pública será executado ao longo do primeiro semestre de 2020. As instruções aos interessados estão disponíveis no site da Celesc em celesc.com.br/chamadas públicas. O período de inscrição vai até 10 de janeiro e a seleção ocorrerá nos dias 13 e 14. 

Confira as datas para o processo de implantação:
Inscrições: até 10/01/2020
Seleção: 13 e 14/01/2020
Divulgação dos selecionados: 14/01/2020
Etapa de firmamento da parceria: 15/01/2020 a 24/02/2019
Etapa de instalação e comissionamento: 25/01/2020 a 31/03/2020

O que é o Eletroposto
O projeto Eletroposto Celesc propõe um novo modelo de infraestrutura de carregamento de veículos elétricos. A solução desenvolvida pela Fundação CERTI integra estações de recarga de veículos, sistemas de armazenamento de energia e uma plataforma de gerenciamento de eletropostos para aplicações no conceito de cidades inteligentes.

Celesc: trabalhadores paralisam serviços por 24 horas nesta quarta-feira (6/3)

Nesta quarta-feira (6/3) os trabalhadores da Celesc estarão paralisando as atividades em defesa da Celesc pública e do bom serviço prestado à sociedade. Segundo o sindicato da categoria, a paralisação será de um dia, e em paralelo haverá uma manifestação na Assembleia Legislativa na capital Florianópolis.
O representante dos empregados no Conselho de Administração da Celesc fará um pronunciamento na tribuna da Alesc. Problemas com terceirizações em excesso, concurso público feito para não ter aprovados suficientes, falta de trabalhadores acarretando problemas, enfim, o processo de “desmonte” da Celesc volta a pauta na ótica dos trabalhadores. 

Mais um pepino para o Governo Colombo em meio a crise na segurança pública, saúde, educação e outras. A paralisação em Joinville acontece em frente a empresa, a partir das 6 horas na rua Timbó.

Segue abaixo uma nota enviada pelos sindicatos e representantes dos trabalhadores da Celesc: 

NOTA AOS CATARINENSES

Os trabalhadores da Celesc estarão paralisados nesta quarta-feira em defesa da qualidade dos serviços prestados à população catarinense.

As sucessivas reclamações dos consumidores, motivadas pela falta de pessoal e investimentos, não nos deixaram outra alternativa, que não seja a mobilização como forma de dar um basta neste processo de desmonte da empresa.

O Governador Raimundo Colombo tem se manifestado favorável á manutenção da Celesc como empresa pública, como também desejam seus empregados. Sabemos porém, que uma empresa pública só é viável quando conta com o respaldo da sociedade. A Celesc já foi referência nacional em relação ao atendimento de seus  clientes. Hoje enfrenta dificuldades em função da redução de seu quadro de empregados.

O ultimo concurso público  nos dá a impressão de ter sido feito sob encomenda para não contratar nenhum empregado.  Até junho do presente ano deverão  deixar a empresa aproximadamente setecentos empregados inscritos em programa de demissão voluntária. Está evidente a situação de precarização que enfrentaremos  se não houver celeridade na contratação de pessoal.

Desta vez não estamos reivindicando  nenhuma melhora no contrato de trabalho, e sim que nos devolvam o orgulho de pertencer a uma empresa que era reconhecida publicamente pela qualidade de seus serviços prestados à população.

Apesar das dificuldades presentes continuaremos na luta, sempre acreditando no nosso lema que já nos acompanha por mais de duas décadas:  “CELESC PÚBLICA, BOM PARA TODO MUNDO”.

Celesc: atendimento de emergência é uma afronta ao consumidor

Atendimento emergencial para a Celesc pode ser em até quatro horas na maior cidade catarinense, uma vergonha!

De repente, não mais que de repente, da luz se fez o breu em meu apartamento na última terça-feira (24/4) a noite. E agora, qual remédio? Ligar para o 0800 da Celesc. Ligamos a primeira vez às 19 horas e 20 minutos. Um atendente com sotaque da querida Ilha de Santa Catarina atendeu minha esposa. Pediu os famosos dados que irritam qualquer mortal. Ao final informou que faria o chamado para a cidade – chamado? – e que era só aguardar. Não dava sequer um tempo de espera. E olha que lhe foi dito sobre a presença de idosa com pouca mobilidade por conta de AVC, e de crianças. E a vítima aqui ainda nem tinha tomado o seu glorioso banho!

Espera-se. Exaspera-se. Desespera-se. E liga de novo, agora eu após uma hora e meia de espera, isso mesmo hora e meia! Atende o mesmo atendente. Acredito que pagam apenas um para atender toda Santa Catarina. Solícito, pergunta o problema. Já vou direto ao ponto. Estou aguardando há hora e meia e não vem ninguém, digo a ele. Ele se desculpa – realmente não tem nada com isso, quem tem a ver com isso são os bam-bam-bans que só querem lucro – e diz que ainda hoje a equipe apareceria. Questiono: devo esperar até o amanhecer? E se eles não vierem? E o meu banhozinho? Não dá para fazer contato com a equipe, pergunto. O entristecido atendente informa: não senhor, só mandamos o chamado… Ou seja, eficiência zero em tempos de tecnologia dos Ipods, Iphones, twitter, etc. Onde está a eficiência da Celesc? E detalhe, o atendimento é para emergencias! Se esperar por essa rapidez, Mateus morre!

Quase quatro horas depois do primeiro chamado, chegam os técnicos. Quase onze horas da noite. Muito feliz (!) com a espera, fui ter com eles sobre o que fazer. Solícitos, vão direto ao quadro de eletricidade. Testam com base na luz especial que carregam, alimentada via caminhão especial da equipe. E eu no breu há quase quatro horas! Mas tudo bem. Na conversa eles contam que é assim mesmo, e é rápido, avisam. Em Joinville, maior cidade catarinense, apenas duas equipes ficam de plantão pela manhã, três durante a tarde, e apenas duas ficam atentas a noite! Ah, e tinha mais: naquela hora, somente eles estavam trabalhando para atender toda a cidade que já passa de 700 mil habitantes… Isso é atendimento especial, empresa de eficiência? Deve ser eficiente para os acionistas, o Governo, ou para meia dúzia. Para os consumidores não!

Essa política de vender imagem de modernismo, de práticas de gestão do primeiro mundo, custo baixo, etc, nada mais são que atitudes neoliberais. A busca de “lucro” em áreas públicas essenciais como água, energia elétrica, limpeza pública, é uma falácia. Esses setores essenciais não podem visar lucro, porque são essenciais para a vida humana, urbana, e como tal, devem gerar é atendimento de primeiro mundo a quem paga impostos, taxas, e com isso tudo, salários altíssimos e algumas benesses a comandantes de empresas públicas, governantes e políticos pouco interessados em como a população está sendo atendida. Esse atendimento da Celesc, assim como de outras empresas públicas ou concessionárias públicas, não atende as necessidades do povo! E tem de mudar!

Quem precisa de eficiência e lucros é a população catarinense, e principalmente, a joinvilense nesse caso em especial. Não é possível ter essa estrutura ínfima para uma cidade grande como Joinville. Nada contra os trabalhadores da Celesc, que atenderam a ocorrência com presteza, e tampouco com o pobre atendente do 0800. Responsabilidade total aos gestores da Celesc. Revejam seus conceitos, parem de pensar em empresas públicas como empresas privadas, para dar lucro aos patrões e acionistas na forma monetária. A sociedade quer lucros traduzidos em atendimento rápido, eficiente. E para isso, há tecnologia de sobra disponível. Basta querer investir onde se deve. Exatamente isso, basta querer.

Ao final do atendimento ainda ganhei uma conta de R$ 29 e poucos para pagar na próxima fatura, pois o disjuntor do pequeno prédio estragou – outro foi colocado no lugar. Acharam estranho a reclamação? É que o disjuntor que queimou é do prédio, e não meu individual. Como só moramos nós, e abaixo existe uma loja, fechada naquelas horas, e o locador não estava com falta de energia elétrica como nós, alguém tem de assumir a conta. Senão, continue no breu, sem banho, de volta a idade medieval. Celesc, a população precisa de eficiência sim, mas não para gerar grana em lucros para acionistas, governo, com imagens construídas via propagandas bonitas, mas enganosas. A população quer atendimento, rápido, eficiente na hora que ela precisar. Como contribuintes, estamos pedindo muito? Com a palavra a Celesc. Ah, e fica a pergunta, já que todos esqueceram: como está o caso dos R$ 52 milhões que sumiram dos cofres da estatal? Responder também é eficiência, ainda mais quando somem com o nosso dinheiro…

Celesc de Joinville de olho em Rodeio de Eletricistas

Depois da Agência Regional Florianópolis, chegou a vez de Joinville viver a emoção de um rodeio de eletricistas. Na próxima sexta-feira (27), num cenário semelhante a um rodeio tradicional – competidores, torcida, homenagem a Nossa Senhora Aparecida – a Agência vai premiar a dupla que cumprir com rigor os procedimentos de segurança exigidos no trabalho de eletricista. O evento vai contar com a participação do presidente Antonio Gavazzoni e diretores da Celesc, além de autoridades locais.

Durante o evento, será simulado o cenário ideal do desligamento programado com a realização das tarefas comuns nesse tipo de atendimento: uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), execução da Análise Preliminar de Riscos (APR), sinalização adequada da área de trabalho, execução da desenergização e energização, mantendo os cuidados necessários com equipamentos e ferramentas.

Em março, a Agência Regional Florianópolis inaugurou o calendário de rodeios deste ano, realizando o seu rodeio que contou com a participação de seis equipes de eletricistas. Durante o evento, também foi realizado uma simulação de resgate em altura com uma dupla de eletricistas mostrando ao público o passo a passo desse procedimento. A próxima Agência que se mobiliza para realizar o evento é São Miguel do Oeste, em 1º. de junho.

Agenda – A iniciativa inédita de organizar o calendário de rodeios é da Diretoria de Distribuição, que quer consolidar a mobilização interna pela segurança: “Pretendemos perpetuar essa prática na Empresa”, enfatiza o diretor Cleverson Siewert. Segundo ele, ao final da agenda de rodeios regionais, a Celesc deverá promover um Rodeio Estadual com vistas à participação da Empresa em eventos nacionais. “Além de promover a integração e a valorização dos empregados próprios e dos terceirizados, o rodeio dá visibilidade ao importante trabalho desses profissionais”, destaca o presidente da Celesc, Antonio Gavazzoni.

A origem do evento no Setor Elétrico brasileiro remonta a 1998. Naquele ano, a Cemig, distribuidora mineira, organizou a primeira edição do gênero e repetiu no ano seguinte. Após quatro anos, em 2005, a Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica – Abradee criou um grupo de trabalho com representantes de diversas concessionárias, inclusive da Celesc, para organizar o 1º Rodeio Nacional de Eletricistas, realizado em Minas Gerais no ano seguinte. Com o sucesso do evento, o Rodeio tornou-se tradição, sendo realizado a cada dois anos junto com o Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica – Sendi. Neste ano, o IV Rodeio Nacional dos Eletricistas será realizado nos dias 22 e 23 de outubro, na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro.

Da SDR Joinville

Celesc inaugura subestações em Joinville, Garuva e Itapoá nesta sexta (16/3)

Na próxima sexta-feira, 16, a Celesc inaugura três novas subestações, localizadas nos municípios de Itapoá, Joinville e Garuva, que somam investimentos de mais de R$ 65,6 milhões e fortalecem a infraestrutura da região Norte. As obras estavam previstas no Plano de Investimentos divulgado pela Celesc e pelo governador Raimundo Colombo em 2011.

Subestação Itapoá A obra representa investimento de R$ 6,2 milhões e beneficia todo o município de Itapoá, seus balneários e a Vila da Glória, comunidade pertencente a São Francisco do Sul, que passam a contar com um sistema elétrico mais robusto e de alta confiabilidade.  A obra permite oferecer ao mercado atual energia de maior qualidade e atendimento mais ágil a ocorrências. Para o futuro, a Subestação está preparada para ser ampliada e atender a demanda do emergente setor retroportuário, que começa a se instalar na região.

Antes da nova subestação (SE), a energia elétrica distribuída pela Celesc em Itapoá e Vila da Glória era suprida por meio de uma única linha de 34,5 mil volts do sistema de distribuição da Copel, empresa de energia elétrica do Paraná. Com a nova subestação, a capacidade de abastecimento é triplicada e a Celesc passa a ser a responsável por todo o atendimento.

“Não tínhamos autonomia para resolver os problemas que atingiam o sistema de “suprimento” e essa dependência dificultava muito o trabalho de nossas equipes para restabelecer o fornecimento de energia. Essa nova situação do sistema vai mudar totalmente essa realidade, dando maior confiabilidade ao nosso sistema elétrico de distribuição”, conta Eduardo Cesconeto de Souza, chefe da Agência Regional Joinville.

A nova Subestação, além de ser totalmente automatizada, conta com um transformador de 26,6 MVA (megavolts-ampères) e capacidade de ampliação para mais 53,8 MVA. Com a entrada em operação da SE Itapoá, a Celesc desativa as antigas subestações de Itapoá e de Barra do Sahy, ambas com potência de 9,38 MVA e atendidas por sistema de 34,500 Volts.

Para conexão da nova subestação ao sistema Celesc, foi construída uma linha de transmissão com 36,1 km de extensão e 155 estruturas. A linha atende a SE Itapoá e a subestação do Porto de Itapoá, ambas em tensão de 138.000 Volts. A Linha de Transmissão custou outros R$ 25,2 milhões.

SE GaruvaCom investimento de R$ 7,1 milhões, a nova SE representa acréscimo inicial de 50% da potência instalada para atendimento do município de Garuva. Seus benefícios principais serão a redução dos elevados carregamentos do sistema de distribuição, com impacto direto no nível de tensão da energia elétrica distribuída aos consumidores, aumento da confiabilidade do sistema de suprimento e consequente redução da probabilidade de desligamentos não programados.

O sistema elétrico para atendimento do município também passa a contar com mais linhas-tronco, os chamados Alimentadores, o que garante à Celesc mais flexibilidade para operação do sistema no caso de manutenção ou atendimento a ocorrências. A subestação Garuva foi conectada ao sistema por meio de uma Linha de Transmissão com 20,7 km de extensão e 76 estruturas, na tensão de 138.000 Volts, partindo da subestação Joinville–Norte na zona industrial de Joinville. A nova LT representa um investimento de R$ 15,3 milhões.

SE Joinville Paranaguamirim A nova subestação, construída no bairro Paranaguamirim, com investimento de R$ 6 milhões, é a nona construída pela Celesc no município de Joinville e alivia o carregamento de outras duas subestações: a Joinville Santa Catarina e a Joinville III, beneficiando os bairros da zona sul. Com a obra, a Celesc promove melhorias no controle de tensão e redução de carregamentos dos Alimentadores que atendem os referidos bairros, além de aumentar a confiabilidade do sistema. A Joinville Paranaguamirim foi conectada ao sistema por meio de uma LT com 8,1 km de extensão e 101 estruturas ligada na Joinville Santa Catarina no bairro Santa Catarina. A obra é um investimento de R$ 5,8 milhões.

Horários/locais das inaugurações:

Itapoá : 09h / Rua Emanoel Vieira Garcia, bairro Balneário Paesi
Garuva : 11h / Av. Governador Celso Ramos, bairro Centro (próximo à industria Marcegaglia)
Joinville Paranaguamirim : 16h / inicio da Rua Bohemerwald, bairro Paranaguamirim
Da SDR Joinville

Horário de verão termina neste sábado (19)

horárioÀ meia noite do próximo sábado (19), o Horário de Verão (HV) chegará ao fim e os brasileiros que vivem nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste terão de atrasar o relógio em uma hora. Com a duração exata de quatro meses, essa edição começou dia 17 de outubro.

Os dados preliminares do ONS indicam redução de 5% na demanda (150MW) e 0,5% na energia (12MWmédios) na área de concessão da Celesc Distribuição. A redução na demanda é equivalente à metade da carga de Florianópolis no horário de ponta durante o HV. Em termos de consumo, os valores representam o consumo mensal médio de um município como Biguaçu, 20% do consumo de Criciúma ou 10% do consumo médio de Blumenau.

Na edição anterior houve redução de 4,4% na demanda do sistema elétrico na área de concessão da Celesc Distribuição. No horário de ponta, entre 18h30 e 21h30, esses valores corresponderam a uma demanda de 115 MW ao longo de todo o período do horário de verão.

Com o deslocamento de carga, induzido pela mudança de horário, o País economiza combustível na geração térmica, que seria necessária para garantir a confiabilidade do sistema elétrico durante esse período do ano e reduz a necessidade de cortes no abastecimento. Para o consumidor final, o principal benefício é que o Horário de Verão evita ajustes tarifários decorrentes de investimentos para atender esse acréscimo sazonal na demanda.

História – O procedimento é adotado durante o verão porque os dias são mais longos, em função da posição da Terra em relação ao Sol, daí o nome em português, espanhol, alemão e outras línguas. Em inglês, o termo “Daylight saving time” (Horário de economia com luz do dia, em tradução livre) enfatiza a função prática, enquanto no idioma italiano “Ora legale” (Hora legal) destaca o caráter institucional da medida.

A idéia de adiantar os relógios para aproveitar melhor as horas de sol foi lançada em 1784 nos Estados Unidos por Benjamin Franklin, numa época em que ainda não existia luz elétrica. Mas sua idéia não foi adotada pelo governo norte-americano. O primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial.

No Brasil, o horário de verão é adotado todos os anos desde 1985. Inicialmente nacional, a abrangência foi reduzida até que, em 2003, atingiu a atual, sendo adotado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Até 2007 a duração e a abrangência geográfica do horário de verão eram definidas anualmente por decreto da Presidência da República. É designado pela sigla BRST (Brazilian Summer Time).

Centrais Elétricas de SC SA