Udesc Joinville abre inscrições para mestrado e doutorado em engenharia elétrica

palavralivre-doutorado-engenharia-eletricaEstão abertas as inscrições para o Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (PPGEEL) da Udesc Joinville.

O programa é composto pelos cursos de Mestrado Acadêmico, Mestrado Profissional e Doutorado. Os interessados podem se inscrever até 8 de fevereiro por meio de formulário online no site www.cct.udesc.br. São oferecidas 15 vagas para cada curso.

O processo de seleção será realizado por meio de avaliação do histórico escolar, do Currículo Lattes, das cartas de referência, do plano de trabalho, e do comprovante e de ementas de disciplinas de cursos de pós-graduação realizados.

A divulgação das inscrições homologadas será realizada até 10 de fevereiro no site e no mural da secretaria do PPGEEL. Os candidatos aprovados nessa primeira etapa serão chamados para uma entrevista, que poderá ser feita de forma presencial ou online.

A publicação do resultado final dos aprovados será em 17 de fevereiro. Os candidatos aprovados deverão efetuar a matrícula, pessoalmente, na Coordenadoria de Ensino de Pós-Graduação (CEPG), no Bloco A. As datas de matrícula serão divulgadas no mural da CEPG e no site da Udesc Joinville.

O Doutorado e o Mestrado acadêmico possuem área de concentração em Sistemas Eletroeletrônicos, com linhas de pesquisa em “Controle e Instrumentação” e Processamento de Energia Elétrica.

Já o Mestrado Profissional, concentra-se em Automação de Sistemas e propõe pesquisas em “Automação de Manufatura” e “Controles e Acionamentos Elétricos”. Mais informações sobre os cursos podem ser obtidas na página do programa. Outros detalhes a respeito do processo seletivo podem ser conferidos no edital.

Para contato com o programa, estão disponíveis o e-mail ppgeel.cct@udesc.br e o telefone (47) 3481-7860. O PPGEEL também conta com página no Facebook.

Com informações da Ascom Udesc Joinville

Estudo diz que educação reforça desigualdades entre brancos e negros

Brasília - A presidente do Todos pela Educação, Priscila Cruz, participa de sessão solene da Câmara dos Deputados pela educação pública de qualidade (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
A presidente do Todos pela Educação, Priscila Cruz, diz que é preciso tem que dar as melhores escolas para a população negra e pardaFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A educação para brancos e negros é desigual no Brasil, segundo dados educacionais organizados pelo movimento Todos pela Educação.

Os brancos concentram os melhores indicadores, é a população que mais vai à escola e conclui o estudo. São também os que se saem melhor nas avaliações nacionais.

Para o movimento, a falta de oferta de uma educação de qualidade é o que aumenta essa desigualdade. O estudo foi divulgado hoje (18), dois dias antes do Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro.

Os negros, soma daqueles que se declaram pretos e pardos, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são maioria da população brasileira, 52,9%.

Essa população, no entanto, ganha menos da média do país, que é R$ 1.012,25, segundo dados do IBGE de 2014. Entre os negros, a média de renda familiar per capita é 753,69 entre os pretos e R$ 729,50, entre os pardos. Os brancos têm renda média de R$ 1.334,30.

Os dados seguem apontando a desigualdade, o desemprego é maior entre os pretos (7,5%) e pardos (6,8%) que entre os brancos (5,1%). O trabalho infantil, maior entre pardos (7,6%) e pretos (6,5%), que entre brancos (5,4%).

As desigualdades sociais são reforçadas na educação.  A taxa de analfabetismo é 11,2% entre os pretos; 11,1% entre os pardos; e, 5% entre os brancos. Até os 14 anos, as taxas de frequência escolar têm pequenas variações entre as populações, o acesso é semelhante à escola.

No entanto, a partir dos 15 anos, as diferenças ficam maiores. Enquanto, entre os brancos, 70,7% dos adolescentes de 15 a 17 anos estão no ensino médio, etapa adequada à idade, entre os pretos esse índice cai para 55,5% e entre os pardos, 55,3%.

No terceiro ano do ensino médio, no final da educação básica, a diferença aumenta: 38% dos brancos; 21% dos pardos; e, 20,3% dos pretos têm o aprendizado adequado em português. Em matemática, 15,1% dos brancos; 5,8% dos pardos e 4,3% dos pretos têm o aprendizado adequado.

Em entrevista à Agência Brasil, a presidente executiva do movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, diz que os indicadores são resultado de uma educação de baixa qualidade que não é capaz de fazer com que os estudantes superem as diferenças sociais.

Segundo ela, os estudantes mais vulneráveis têm também acesso a escolas com as piores infraestruturas e ensino. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Agência Brasil – O que esses dados nos mostram?
Priscila Cruz – Não adianta só a gente ter o diagnóstico de que o país é desigual e que a oferta da educação é desigual, a gente precisa começar a pensar em estratégias para que isso seja resolvido pela política pública porque o que esse estudo mostra é que existe uma baixíssima mobilidade educacional. A chance de um filho de pais analfabetos continuar analfabeto é muito grande e isso é mais forte na população negra. Então, se a gente tem uma dívida histórica com a população negra, não basta só ter direitos iguais, não adianta a gente só dar direitos iguais a negros e pardos, a gente tem que ter políticas específicas na educação básica.

Agência Brasil – Quais seriam essas políticas?
Priscila Cruz – A gente tem que dar as melhores escolas para a população negra e parda, porque ela só vai conseguir romper o ciclo de exclusão e pobreza que estão presas há gerações com política pública específica. Não adianta ter diploma, é a qualidade que vai importar. Para conseguir qualidade, o estado tem que dar muito mais para a população historicamente excluída. Ainda tem um imaginário no Brasil muito forte de exclusão em relação aos negros. A gente naturaliza que o negro vai estudar em uma escola pior do que o aluno branco de uma renda maior. A gente precisa desnaturalizar isso. Para os negros, a gente tem que ter escolas com os melhores professores, melhor formados, investimento maior, apoio técnico das secretarias e governos. Essa é a lógica que a gente tem que instaurar no Brasil se a gente quiser reduzir desigualdade.

Agência Brasil – Seria investir mais naqueles que têm piores resultados. O inverso de uma política por mérito?
Priscila Cruz – Mérito é quando você está comparando dois pontos de partida iguais. A gente está dizendo o seguinte, que têm alunos que, em uma corrida de 100 metros, partem dos 50 metros; têm alunos que partem do zero. O dado de que um chega mais rapidamente no ponto de chegada que os outros não é porque tiveram as mesmas condições, é porque tiveram condições diferentes. A gente só começa a levar em consideração o mérito na hora de premiar, de dar melhores condições, quando se chega no mesmo patamar.

Com informações da Ag. Brasil

Livro resgata a história dos 50 anos da Udesc Joinville

palavralivre-livro-udesc-joinvilleNa Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville se formaram mais de cinco mil engenheiros. Quando surgiu, na década de 60, com o nome de Faculdade de Engenharia de Joinville (FEJ), era distante o planejamento se de tornar o maior centro de ensino superior estadual.

A história da implantação da faculdade e a consolidação como centro universitário é contada no livro “Udesc Joinville 50 anos: uma trajetória de sucesso no ensino público superior de Santa Catarina”. A obra com 286 páginas e arquivo de imagens foi lançada na última terça-feira, 8.

A secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Joinville, Simone Schramm, participou da solenidade na sede da Associação dos Municípios do Nordeste de Santa Catarina (Amunesc), juntamente com o reitor em exercício, Leandro Zvirtes, e diretor do campus Joinville, José Fernando Fragalli.

“A Udesc é motivo de orgulho para a nossa cidade porque contribuiu para o desenvolvimento de toda Santa Catarina e, principalmente, porque transformou a vida das pessoas”, disse Simone.

Na publicação, organizada pela professora Jurema Iara Reis Belli e pelos técnicos Marilena Manske e Sergio Sestrem, há registros dos bastidores da criação da universidade.

“Em 1956, a cidade se destacava como principal pólo industrial e no mesmo ano uma comissão era criada para tratar da instalação da faculdade de engenharia no Município, junto ao governo estadual”. Mas efetivação só teve êxito anos mais tarde quando um grupo liderado pelo dom Gregório Warmeling teve êxito nas negociações com o governador Celso Ramos.

Nascida para contribuir com a formação de engenheiros, atualmente oferece gratuitamente nove cursos de graduação, dez mestrados, dois doutorados e 11 de pós-graduação.

A Udesc é a primeira universidade pública a expandir pelo interior e é considerada a sétima melhor no Brasil. Localizada em uma área de 67 mil metros quadrados, está sendo expandida com a construção de mais um bloco.

O novo prédio de seis andares e 7,5 mil metros quadrados, denominado de bloco I tem investimento de R$ 12.333.056,60 milhões. A estrutura vai agregar ensino, pesquisa e área de vivência. Um andar será dedicado à biblioteca juntamente com um mezanino. Um pavimento será destinado ao auditório para 200 pessoas. Nos outros quatro andares, haverá laboratórios, salas de aula e pesquisa.

PEC 241 – Para prefeitos ela corta investimentos sociais e piora situação para municípios

palavralivre-gastos-publicos-teto-pec-241-temerA instituição de um teto para os gastos da União vai prejudicar os repasses para políticas sociais executadas pelas prefeituras, avaliou o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.

Segundo ele, a disputa por recursos dentro do orçamento federal impedirá que os valores transferidos aos municípios sejam corrigidos ao menos pela inflação.

“O remédio que estão aplicando é muito forte e pode matar uma área muito importante, que é a social. Os prefeitos já estão em situação precária, faltam condições de aplicação da lei. Isso vai afetar o cidadão que precisa de coisas singelas, mas fundamentais, como farmácia básica. Os valores (repassados) já estão defasados e não vão ter correção nos próximos dez anos”, disse.

Hoje, as prefeituras são responsáveis pela execução de aproximadamente 390 programas do governo, como Saúde da Família, farmácia popular, creches e transporte escolar.

“Não há dinheiro novo, não vai se sustentar nem o que está aí. A população vai pagar muito caro pela crise que estamos vivendo”, acrescentou Ziulkoski.

O Estado mostrou que 2.442 prefeituras de 3.155 municípios que prestam informações sobre as contas ao Tesouro Nacional (77,4%) já estão no vermelho, e o quadro deve se agravar até o fim do ano, quando os novos gestores devem assumir uma verdadeira bomba fiscal.

De 23 capitais incluídas no levantamento, 19 estão no negativo, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Posição radical
A situação é tão crítica que a confederação está recomendando aos prefeitos que não façam nada além de suas responsabilidades.

Quem assumiu despesas dos Estados, como combustíveis para veículos policiais ou transporte de alunos que não sejam do ensino fundamental, está sendo aconselhado a fechar a torneira.

“Os municípios têm de tomar posição mais radical (de não assumir outras responsabilidades). Não tem dinheiro, como vai atender o vizinho? Mas é a população que vai padecer mais ainda”, reconheceu.

Ziulkoski disse ainda que é falacioso dizer que a saúde será preservada durante a vigência da PEC do teto de gastos. “A saúde não está protegida. Isso é para iludir os incautos.”

Ao longo desta semana, a entidade está promovendo uma espécie de “cursinho” para prefeitos eleitos e reeleitos sobre gestão. A lição principal é o ajuste fiscal.

Mas a CNM reclama de ter sido abandonada pela União, que deveria, segundo o presidente, dar respaldo a essa tentativa de reorganizar as contas municipais.

“Tem um componente político, o governo provisório precisava se consolidar para ter senadores para votar impeachment, e quem tem força com senadores são governadores, não os prefeitos. Mas estamos nos sentindo abandonados totalmente, até mesmo com essas leis que estão sendo aprovadas agora”, disse Ziulkoski, citando a PEC do teto de gastos e a Desvinculação de Receitas da União (DRU), prorrogada até 2023. “Não há diálogo, não há lealdade ao que foi prometido pelo governo Temer.”

palavralivre-pec241-cortes-deputadosPela proposta da PEC, saúde e educação não têm teto, mas pisos. Isso quer dizer que podem receber mais recursos, caso necessário, desde que eles sejam retirados de outras áreas, pois o teto global precisa ser respeitado. Essa possibilidade, porém, não tranquiliza, porque não há garantia de que o remanejamento ocorrerá na prática.

A PEC 241, conhecida como PEC da Morte pelos Movimentos Sociais, pode ser votada em segundo turno na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (25).

Com informações de O Estado de SP e Viomundo

Jornalismo em debate em Joinville (SC) na noite desta quinta-feira (20)

palavralivre-debate-jornalismoPromover um diálogo entre jornalistas e a sociedade de Joinville é a proposta do 1º Debate sobre Jornalismo que ocorre nesta quinta-feira (20), às 19h, no anfiteatro da Unidade Centro do IELUSC.

O evento integra o projeto “GPSJor – Governança, Produção e Sustentabilidade para um Jornalismo de novo tipo”. Trata-se de uma iniciativa que tem como intuito pesquisar e propor soluções para as crises do jornalismo contemporâneo.

Participam 20 pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Instituto Superior e Centro Educacional Luterano BOM JESUS/IELUSC.

De acordo com o coordenador do GPSJor, professor Jacques Mick (UFSC), a intenção é envolver lideranças sociais de Joinville numa ampla discussão sobre a informação jornalística local.

“As transformações tecnológicas, a situação econômica atual, as reviravoltas políticas, tudo isso afeta o jornalismo. Partimos do princípio de que jornalistas e sociedade precisam, antes de tudo, conversar e então pensar em alternativas que assegurem a qualidade e o acesso à informação”, explica.

Até junho do próximo ano, o projeto prevê a aplicação de questionários e outros instrumentos de pesquisa, sessões de discussão em grupos menores, além de mais debates públicos.

O pesquisador Samuel Lima (UFSC), que também integra o grupo, destaca a importância de refletir sobre mecanismos de autofinanciamento do jornalismo.

“Queremos pensar num modelo de governança social para o jornalismo, ou seja, enfrentar o desafio de acolher a participação do público”, afirma.

Joinville foi escolhida como piloto para a pesquisa por ser a cidade mais populosa de Santa Catarina e pela afinidade dos organizadores com o curso de Jornalismo do IELUSC, onde ambos já atuaram.

A intenção é realizar na cidade uma experiência de interação social, que possa ser reproduzida em outras cidades. Durante o evento, qualquer participante poderá opinar, questionar ou fazer sugestões.

“Não é uma palestra. Haverá breves explanações sobre o projeto, mas o que queremos mesmo é começar a ouvir a sociedade, por meio das lideranças comunitárias, representantes de classe, ONGs, enfim, de todos os segmentos sociais e, é claro, dos jornalistas”, conta a professora do IELUSC, Marília Crispi de Moraes. A entrada é franca.

Com informações da Ascom Ielusc

Estudantes ocupam o IFC de Araquari no norte de SC

palavralivre-movimento-ocupa-escolas-araquari-ifcNa madrugada desta quarta-feira, 19, foi ocupada a primeira escola de Joinville e Região. O Instituto Federal Catarinense (IFC) de Araquari foi ocupado pelos estudantes do Grêmio Estudantil IFC Araquari contra a PEC 241 – conhecida como PEC da Morte -, contra a MP 746 e em defesa da educação pública.

A ocupação foi realizada depois de assembleias feitas durante a semana, na qual mais de 150 estudantes concordaram em dar início à ocupação.

O Grêmio está se organizando de maneira autônoma, horizontal e apartidário*, inspirado nas lutas dos secundaristas de São Paulo, Paraná e Goiânia. Além de seguir uma cartilha de “Como Ocupar sua Escola”, elaborada por estudantes chilenos e argentinos em 2006.

Os estudantes pretendem manter a ocupação até o Governo Federal ceder e voltar atrás nas suas decisões de reformas e projetos para a educação, assim como nas ocupações de outros estados. Em Joinville, várias escolas estão discutindo e pensando em ocupar seus colégios.

Hoje pela manhã, a direção esteve reunida com os estudantes em negociação e pediu o fim da ocupação, durante a conversa a diretoria ameaçou os alunos dizendo que recorreria a Polícia Militar se a ocupação não terminasse.

As informações são do Movimento Passe Livre Joinville, que apoia o ato de ocupação.

Udesc Joinville realizará 3º Workshop Informática e Síndrome de Down

PalavraLivre-sindrome-down-inclusaoSerá realizado na próxima sexta-feira, 1º, na Udesc Joinville, o 3º Workshop Informática e Síndrome de Down (Wisdown).

Organizado pelo Laboratório de Pesquisas na Área Gráfica (Larva), o evento contará com três palestras sobre o passado, presente e futuro do uso de jogos educacionais para estimulação da aprendizagem em crianças com síndrome de down.

A primeira palestra será proferida pelas professoras Juliane Pereira de Pinho, da Escola Abdon Batista; Aline Klug, da Escola Avelino Marcante e Tatiane Arins, das escolas Paul Harris e Anita Garibaldi. O trio relatará suas experiências recentes com o uso de jogos na atividade docente e a repercussão da iniciativa com as crianças.

A segunda palestra será ministrada pelo acadêmico em Ciência da Computação, Marcelo Diatel, que fará o lançamento do jogo Movipensando, voltado para o desenvolvimento motor e cognitivo das crianças. Durante a atividade também será mostrado como obter o jogo gratuitamente.

O último palestrante será o mestrando em Computação Aplicada, Mayco Carvalho, que apresentará a proposta de um jogo de Alfabetização Matemática para crianças com e sem síndrome de down. O evento é gratuito, aberto à comunidade em geral e será realizado das 18h30 às 20h30, no Auditório do Bloco E.

Com informações da Ascom Udesc Joinville

Estudantes podem se inscrever no Sisu a partir de hoje

PalavraLivre-SiSu-inscricoes2016Começam hoje (30) as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesta edição, são ofertadas 56.422 vagas em 65 instituições públicas de ensino superior para o segundo semestre deste ano. As inscrições são feitas pela internet, no site do Sisu.

Podem participar os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e não tiraram 0 na redação. As inscrições podem ser feitas até o dia 2 de junho.

Ao fazer a inscrição, o candidato deve escolher, por ordem de preferência, até duas opções entre as vagas ofertadas pelas instituições participantes do Sisu.

O candidato também deve definir se deseja concorrer a vagas de ampla concorrência, a vagas reservadas a ações afirmativas.  Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar suas opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada.

Uma vez por dia é divulgada a nota de corte de cada curso, com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência. A nota de corte é apenas uma referência para auxiliar o candidato no monitoramento de sua inscrição, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada.

O resultado será divulgado no dia 6 de junho e a matrícula deverá ser feita entre os dias 10 e 14. Aqueles que não forem selecionados poderão participar da lista de espera, entre 6 e 17 de junho.  Os candidatos na lista começarão a ser convocados a partir do dia 23 de junho.

Com informações da EBC

Opinião do Editor – Uma “Frota” de imbecis afundando o país

O jornalista Salvador Neto, editor do Palavra Livre, fala da ida do "grande ator pornô" ao MEC para dar dicas de educação para o Brasil... pobre país.
O jornalista Salvador Neto, editor do Palavra Livre, fala da ida do “grande ator pornô” ao MEC para dar dicas de educação para o Brasil… pobre país.

Nosso editor, o jornalista Salvador Neto, é também articulista para o Blog Chuva Ácida, o maior blog crítico de Santa Catarina na web. Lá sua coluna leva o título de “Nas teias do poder”.

Como o tema educação é uma bandeira do Palavra Livre e do seu editor, reproduzimos aqui o texto de Salvador Neto publicado hoje também no Chuva Ácida, sobre educação com o título “Uma frota de imbecis afundando o país”. Confira, curta, comente, compartilhe:

A manchete da semana, superando até os áudios de Romero Jucá, Renan Calheiros, José Sarney, Sérgio Machado, o timaço que agora “dirige” o país, foi sem dúvida alguma o memorável encontro do ministro da Educação, Mendonça Filho do DEM, com o grande (?!) ator e educador Alexandre Frota, acompanhado de mais imbecis do Revoltados On Line.

A pauta? Certamente imbecilidades. E muitas, entre as quais o fim da ideologia de gênero, política, e o “comunismo” nas escolas. Mas o que esperar de um governo interino formado por tantos imbecis – mas espertos – amigos do presidente interino Michel Temer? Quem é Alexandre Frota para propor “ideias” para a educação?

Podemos esperar isso. Um “ator pornô” que confessou estupro em programa televisivo (depois negou), vai agora dar as diretrizes educacionais para a nossa juventude. E com aval do novo ministro de Temer. Um escárnio, um desrespeito aos milhões de professores e professoras, pensadores, filósofos da educação, trabalhadores do setor, gente que milita há tantos anos para que o Brasil tenha um povo com acesso à educação de qualidade.

Um governo ilegítimo, com ministros ilegítimos, investigados até o pescoço em casos de corrupção não podem, com uma “Frota” de imbecis deste baixíssimo nível, afundar o país! 
Pensem em Alexandre Frota, Marco Feliciano, Jair Bolsonaro, e tantos outros imbecis comandando a educação brasileira? No que nos transformaremos?

Seremos terra arrasada, sem futuro, mera colônia dos interesses capitalistas americanos, como já fomos durante tanto tempo. Voltaremos à Idade Média. Quem luta pela educação pública e de qualidade, e até na iniciativa privada sabe o quanto é difícil avançar em um país continental, com tanta diversidade cultural. Conhece o quanto a tarefa de emancipar o povo via educação é dura.

Não é possível que um país que produziu mentes brilhantes como Florestan Fernandes, Anísio Teixeira, Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Cristovam Buarque, Renato Janine Ribeiro e tantos outros, se entregue covardemente aos imbecis que chegam em “Frotas” do atraso. Vamos deixá-los atracar nos portos da nossa consciência facilmente?

A grande mídia já imbeciliza milhões diariamente em programas televisivos. A falta de investimentos maciços na literatura, no incentivo à leitura, à ciência, à pesquisa já nos coloca em patamares muito distantes do primeiro mundo. E agora, vamos aceitar ditames de Frota? Diga não a isso. É o futuro dos seus filhos e netos que está em jogo.”

É assim, nas teias do poder…

* Salvador Neto é jornalista, master coach em comunicação, editor do Palavra Livre.

Nuvem computacional desenvolvida na Udesc Joinville foi apresentada em evento nacional de tecnologia

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Nesta quarta-feira, 25, a nuvem computacional Tche, desenvolvida no Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville, foi apresentada durante o 13º Hangout Openstack Brasil.

O evento foi promovido pela comunidade que discute o software livre Openstack, criado em 2011 pela NASA e Rackspace, e hoje apoiado por mais de 850 organizações.

Esta foi a primeira apresentação de uma nuvem desenvolvida em universidade, no evento. A iniciativa foi considerada pela comunidade Openstack Brasil como uma das maiores implantações em produção no país na área acadêmica.

Em 13 de maio, Sandro Rodrigues, um dos principais mantenedores da OpenStack Brasil, visitou a Udesc Joinville para saber mais sobre a Nuvem Tche, e disse que ficou impressionado com o nível avançado de instalação e uso.

A Nuvem Tche foi criada no Laboratório de Processamento Paralelo e Distribuído (LabP2D) do Departamento de Ciência da Computação e é mantida pelo Grupo Colmeia e por membros do Grupo de Redes e Aplicações Distribuídas (Gradis). Atualmente, a nuvem é utilizada por todo o campus para diferentes demandas. Os principais responsáveis são os professores Charles Christian Miers e Guilherme Piegas Koslovski.

Com informações da Ascom Udesc Joinville