Combate ao câncer – Câmara aprova o uso da fosfoetanolamina

PalavraLivre-cancer-remedio-cura-fosfoetanolamina-deputadosO plenário da Câmara esqueceu momentaneamente a promessa de obstrução das pautas por conta da discussão de um projeto que autoriza a produção e comercialização de um medicamento sintético que pode tratar pessoas com câncer.

A proposta libera a fosfoetanolamina sintética aos pacientes com a doença mesmo antes da conclusão dos estudos realizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O registro definitivo do medicamento junto ao órgão de fiscalização ainda não tem prazo para ser validado.

O intuito dos congressistas com a proposta de obstrução é pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para que sejam analisados os recursos apresentados à decisão sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Dessa forma, o rito seria instalado no Congresso Nacional. Entretanto, a oposição aceitou votar o projeto depois de garantir que esta seria a única matéria a ser analisada.

O projeto foi elaborado pelo grupo de trabalho da fosfoetanolamina, que atuou no âmbito da comissão. Agora a matéria precisa ser analisada pelo Senado.

A fosfoetanolamina
A substância já existe no nosso organismo e age sinalizando as células cancerosas para que o nosso sistema imunológico possa achar, e remover, os corpos estranhos.

Gilberto Orivaldo Chierice é professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), e coordenou estudos sobre a substância por mais de 20 anos.

Ele explica que a espécie sintética é idêntica à produzida pelo corpo humano, só que em um alto nível de pureza e em grandes concentrações. Depois disso, são encapsuladas para serem tomadas via oral.

De acordo com o estudioso, mais de 1,5 mil estudos relacionados à substância já foram realizados. Os estudos começaram a ser desenvolvidos ainda na década de 90.

Com informações do Congresso em Foco e Ag. Câmara

Democracia retrocede e influência da religião na política aumenta, indica estudo

PalavraLivre-democracia-religiao-retrocessoUm estudo da Fundação Bertelsmann, com sede em Gütersloh, Alemanha, constatou um retrocesso da democracia e da economia social de mercado em todo o mundo e um aumento da influência da religião sobre as instituições políticas e jurídicas.

“A democracia e a economia social de mercado encontram-se em retrocesso em todo o planeta”, diz um comunicado de imprensa da fundação, no qual se resumem as conclusões do estudo.

O projeto, que contou com a participação de 250 cientistas, analisa a situação de 129 países em vias de desenvolvimento e transformação, para avaliar a qualidade dos respectivos governos, a partir da consideração de um total de 17 critérios.

Desses 129 países, a apenas seis é atribuída boa qualidade de governança, o que representa o nível mais baixo desde 2006, quando se começou a realizar o estudo periodicamente.

Apesar de nos países analisados, as democracias terem aumentado ligeiramente (de 72 para 74) e as autocracias terem diminuído de 57 para 55, a situação geral piorou relativamente a cada uma das respectivas formas de governo.

Desde o mais recente estudo – há dois anos –, as autocracias consideradas “duras” aumentaram de 58% para 73% e apenas 15 das 55 consideradas protegem em parte os direitos civis e se outorgam direitos políticos limitados.

Nas demais 40 autocracias, as detenções arbitrárias de jornalistas e ativistas dos direitos humanos são frequentes, segundo o estudo.

Sobre as democracias, o estudo indica que uma em casa duas é qualificada como ‘falha’ e na grande maioria dos países da Europa Oriental existe atualmente mais restrições à liberdade de imprensa e de expressão do que dez anos atrás.

O presidente da Fundação Bertelsmann, Aart De Geus, manifestou especial preocupação com a situação nos países vizinhos da União Europeia.

“Os países vizinhos da Europa tornaram-se mais conflituosos, menos estáveis e mais autoritários. O que preocupa é, principalmente, a crescente incapacidade para o debate social e político”, observou.

Essa situação, segundo o estudo, ajuda ao crescimento do populismo que, em muito países, já encontra terreno fértil na pobreza, desigualdade e na falta de perspectivas econômicas para boa parte da população.

O documento lamenta que os anos de prosperidade econômica mundial não tenham sido aproveitados para investir em educação e saúde e na luta contra a desigualdade social.

O estudo destaca ainda que a influência da religião na política aumentou em 53 países nos últimos dez anos e recuou em apenas 12.

Com informações da Ag. Lusa

Estigma e preconceito dificultam enfrentamento do HIV, diz defensora pública

PalavraLivre-hiv-aids-preconceito-estigma-saudeOs estigmas e o preconceito dificultam o enfrentamento do HIV e o apoio aos portadores da doença, na opinião da coordenadora do Núcleo de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública de São Paulo, Vanessa Alves Viera.

“A gente observa que esses juízos [morais], especialmente no atual contexto de forte influência religiosa e retrocesso conservador em algumas áreas, impactam realmente o acesso a direitos e a essas políticas públicas”, ressaltou hoje (24) ao participar de um debate sobre o tema promovido pela própria defensoria.

Para Vanessa, os juízos morais a respeito dos portadores do vírus tanto dificultam a difusão de informações quanto atrapalham o acesso a políticas públicas acessórias ao tratamento antirretroviral.

“Uma coisa que a gente observa muito lá no grupo é que os serviços estão disponíveis, muito bem estruturados, mas as pessoas têm muitas vezes uma dificuldade de se organizar para ter acesso a outros direitos também”, diz, sobre os obstáculos para acessar o mercado de trabalho ou até conseguir transporte para chegar aos serviços de saúde.

“Não é só botar uma caixa com camisinhas e fazer testagem. Tem a questão de aconselhamento, de acolhida, de discutir e dialogar”, acrescentou o defensor Rodrigo Leal da Silva sobre a importância de o apoio estar associado ao tratamento médico.

O professor da Universidade Federal da Bahia, Luís Augusto Vasconcelos da Silva, diz que a falta de informações e o estigma levam, muitas vezes, os portadores do vírus a evitar qualquer tipo de relação amorosa.

“Testar e tratar, claro que é importante. Mas entre uma coisa e outra, muitas coisas acontecem. Muitas pessoas se isolam de novos relacionamentos, com medo. E isso a gente não pode negligenciar, não pode esquecer”, enfatizou.

Os preconceitos atrapalham ainda, segundo a defensora Vanessa, na conscientização de certos grupos. “A gente percebe que,  na própria difusão da prevenção, são realizados esses juízos morais. Por exemplo, de você achar que a pessoa só precisa de orientações ou do preservativo se ela está em um determinado grupo de risco, se é homem. Para as mulheres, as abordagens de prevenção são bem mais raras, vagas, pela ideia de que a mulher só vai fazer sexo se o homem quiser”.

A defensora disse que recentemente teve um exemplo desse problema ao observar o tratamento dispensado por uma unidade de internação de jovens infratoras.

“Há dificuldade de tratar desse tema no sistema carcerário e em vários sistemas de internação de adolescentes. Porque há a presunção de que as pessoas que estão ali não se relacionam sexualmente”, enfatizou.

Novos estigmas
O defensor Rodrigo Silva alertou que ainda hoje são construídos estigmas semelhantes aos que surgiram na década de 1980, logo que a doença foi descoberta.

“Antes, a Aids foi construída como um câncer gay. Foi construída como uma forma de controle moral. Existe uma carga valorativa negativa às práticas homoeróticas e isso está muito claro”, destacou.

Nesse sentido, o professor Luís Augusto lembrou do projeto de lei que pretende tornar crime hediondo a transmissão deliberada do vírus HIV, em tramitação na Câmara dos Deputados. A discussão ganhou força em 2015, após a veiculação de reportagens que apontavam para a existência de grupos que faziam apologia da contaminação a partir do barebacking, prática de sexo sem preservativo.

“Em vez de criminalizar ou estabelecer uma moral normativa, podemos radicalizar na construção de novos laços de solidariedade e cidadania”, disse o professor, que estudou o tema em teses acadêmicas.

Em suas pesquisas, Luís Augusto diz que, em sua grande maioria, os homossexuais que fazem sexo sem camisinha não buscam se infectar, e vários deles buscam proteção relativa, se relacionando dessa forma apenas com conhecidos.

No entanto, para o professor, houve a construção de um discurso de que os gays que têm relações sem preservativo estão abertos a contaminação.

“A partir do discurso da promiscuidade, o barebacking não seria apenas aquele que pratica sexo sem camisinha, já que potencialmente pode ser qualquer um de nós, mas aquele que se aventura sexualmente com desconhecidos”, disse ao comentar que o sexo heterossexual desprotegido não é tratado da mesma forma.

A diretora adjunta do Centro de Referência e Treinamento DST-Aids, Rosa Alencar Souza, ressaltou  que há um aumento de infectados entre homossexuais.

“O número de casos cai em geral. Quando você olha para os homens, ele não cai. E quando você olha homens que fazem sexo com homens, jovens, ela [infecção] está em plena ascensão”, afirmou.

Rosa acredita que deve ser feita a conscientização sobre os métodos de proteção sem aumentar o estigma sobre essas pessoas: “A gente tem que encontrar um jeito de dialogar com essas pessoas sem aumentar o estigma e o preconceito. Isso para gente é um desafio imenso”.

Com informações da Ag. Brasil e Agências de Notícias

Brics libera R$ 24 milhões para financiar projetos de pesquisa

PalavraLivre-financiamento-bricsOs países do Brics firmaram acordo para que seja criado um fundo de financiamento de projetos científicos conjuntos.

Os representantes do bloco (Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul) reuniram-se, na semana passada, em Pequim, onde ficou acertado montante de R$ 24 milhões para essas ações. Desse total, o Brasil contribuirá com R$ 1,2 milhão.

A primeira chamada multilateral deve ser lançada em abril de 2016 e contará com a participação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, elogiou a decisão dos países.

“Nós queremos imprimir uma agenda muito ousada e bastante pretensiosa, uma agenda externa vigorosa do Ministério ao longo de 2016, buscando recursos no exterior, com diversos parceiros”, disse.

“Os países do Brics são parceiros privilegiados nossos, caminham em linha com a estratégia do governo brasileiro, do ponto de vista da geopolítica do País. E tivemos sorte, pois a nossa delegação está na China, reunida com representantes do Brics na área de ciência e tecnologia, e já temos uma proposta concreta de criação de um fundo de R$ 24 milhões para ser usado imediatamente em desenvolvimento de ações conjuntas em CT&I entre os países do bloco. Da nossa parte, estamos entrando com R$ 1,2 milhão”, completou Pansera.

Na capital chinesa, o CNPq foi representado pelo diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde, Marcelo Morales. Ele explicou que os recursos proveniente do Brasil representam R$ 1 milhão para área de segurança cibernética e ciberdefesa e R$ 200 mil para área de prevenção e monitoramento de desastres naturais. “A reunião foi um sucesso”, avaliou.

A II Reunião de Agências de Fomento à CT&I e a I Reunião do Grupo de Trabalho sobre Financiamento à CT&I do Brics foram marcadas pela expectativa de que os editais conjuntos aprofundem a colaboração entre os países em pesquisas de excelência para o conhecimento global e para a criação de produtos e processos inovadores.

“A criação de um mecanismo dos países do Brics para o financiamento de pesquisa e inovação é um marco histórico extremamente auspicioso. A reunião na China foi um grande sucesso. A partir de agora, a ciência, a tecnologia e a inovação são elementos centrais da parceria estratégica entre nossas nações”, explica o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do MCTI, Danilo Zimbres.

Por sua vez, o assessor especial do ministro Pansera, Daniel Alvão, disse que o acordo de Pequim reafirma o compromisso do governo brasileiro com CT&I para superação dos desafios.

“A estruturação do mecanismo de financiamento do setor de ciência, tecnologia e inovação do Brics é um acontecimento da maior relevância, pois reafirma a importância dada por seus países-membros à produção de conhecimentos científicos. Reafirma o compromisso do governo brasileiro e do MCTI com o incentivo à produção de ciência, tecnologia e inovação para a superação dos nossos desafios econômicos e sociais”, ressaltou.

Fonte: Portal Brasil, com informações do CNPq

COP21 – Acordo de Paris é uma nova Revolução Industrial, diz especialista

“É como se fosse uma nova Revolução Industrial”, disse ontem (14) o coordenador do Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima, Tasso Azevedo, ao falar sobre o Acordo de Paris, primeiro acordo global sobre o clima, aprovado no último sábado (12) na 21ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), na capital francesa, por 195 países e a União Europeia, para entrar em vigor em 2020.

“Começamos uma nova era onde as pessoas estão alinhadas sabendo para onde ir. Isso faz com que os investimentos comecem a ser feitos nessa direção e provavelmente daqui 30 ou 40 anos, vamos lembrar desse final de ano como o momento em que mudamos a forma de se desenvolver. É como se fosse uma nova Revolução Industrial, agora com um objetivo atrelado a um desenvolvimento e tecnologia, que é a sustentabilidade e um clima seguro para todos”, afirmou.

O texto final do acordo estabelece o objetivo de manter o aumento da temperatura média global abaixo de 2 graus Celsius (ºC) em relação aos níveis pré-industriais e garantir esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC.

Segundo Azevedo, entretanto, as metas atuais levam a um aumento de cerca de 3ºC, mas também definem, claramente, uma direção de trabalho.

“O que é importante é que, em Paris, se definiu um modo de operar que faz com que se faça uma revisão, progressivamente, em ciclos de cinco em cinco anos para que os países possam ir aprofundando as metas de forma que nos próximos ciclos possamos caminhar no sentido de limitar a 2ºC”, disse.

As Contribuições Nacionalmente Determinadas Pretendidas (INDCs) apresentadas pelos países também foram importantes para o sucesso do acordo, segundo os especialistas.

“É um acordo aprovado por unanimidade, ninguém deixou de ser escutado. As contribuições foram voluntárias e é aquilo que foi apresentado voluntariamente que se torna, então, obrigatório”, disse Tasso Azevedo.

“Grande parte do sucesso desta COP21 se deve a questões de procedimento. A estratégia das INDCs ajudou a romper a lógica binária de negociações entre países desenvolvidos versus países em desenvolvimento”, diz, em nota, o diretor de Políticas Públicas do WWF-Brasil, Henrique Lian.

Em vídeo divulgado pelas redes sociais, o diretor-presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão, disse que as empresas privadas também assumiram posições importantes para redução de emissões, mas que ainda existem desafios.

Entre eles estão a adaptação, que é uma oportunidade muito grande para as empresas, segundo ele; a questão dos acessos aos financiamentos; a transparência; e a construção de políticas públicas, “é algo que o governo deixa claro, a importância das empresas estarem construindo conjuntamente as políticas públicas”, afirmou.

Segundo Abrahão, entretanto, há outro tema, pouco tratado, que é o estilo de vida da população. “Nosso modo de viver é algo que nos traz desafios, seja do ponto de vista individual, seja do ponto de vista das empresas”, disse.

Para Tasso Azevedo, do Observatório do Clima, as ações do dia a dia são importantes para redução das emissões, quando por exemplo, as pessoas escolhem andar de transporte coletivo, usar o aquecedor solar ou consumir produtos de origem sustentável.

Ele diz ainda que o país pode implementar ações imediatas, como o desmatamento zero, o investimento forte na agricultura de baixo carbono e na recuperação de pastagens degradadas e o investimento em energias renováveis.

Principais pontos do Acordo de Paris, segundo Ministério do Meio Ambiente:

– Fortalece a implementação da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) sob os seus princípios.

– Busca limitar o aumento da temperatura média global a bem abaixo de 2ºC em relação aos níveis pré-industriais e empreender esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC.

– Promove o financiamento coletivo de um piso de US$ 100 bilhões por ano para países em desenvolvimento, considerando suas necessidades e prioridades.

– Estabelece processo que apresenta as contribuições nacionalmente determinadas (INDCs), com metas individuais de cada país para a redução de emissões de gases de efeito estufa.

– Cria um mecanismo de revisão a cada cinco anos dos esforços globais para frear as mudanças do clima

Com informações da Ag. Brasil

 

Livro “A arte da guerra – desperte o Sun Tzu que existe em você”, será lançado nesta terça (17) em Joinville (SC)

Paulo é coach e co-autor do livro que já é sucesso no Brasil
Paulo é coach e co-autor do livro que já é sucesso no Brasil

Não é nada fácil construir uma carreira profissional exitosa, e ao mesmo tempo manter uma vida pessoal saudável e feliz. Em tempos de crise, as dificuldades se acentuam.

Para enfrentar essas realidades e conquistar o sucesso, vários autores se debruçaram sobre o tema liderança e escreveram o livro “A arte da guerra – desperte o Sun Tzu que existe em você”.

Entre eles está o consultor e coach joinvilense Paulo Rubens Sousa. Paulo Rubens Sousa é professional & self coaching com certificação internacional pela European Coaching Association (ECA), pela Global Coaching Community (GCC) e pelo Instituto Brasileiro de Coaching desde 2011.

Analista Comportamental, Terapeuta Junguiano há mais de 20 anos, Paulo estudou psicologia na PUC/SP, é bioquímico formado pela USP, e também pesquisador de plantas medicinais e aromáticas desde 1987. Nascido em Fortaleza (CE), mora em Joinville (SC) há mais de 15 anos onde mantém o Equilíbrio – Centro de Desenvolvimento Humano (http://www.equilibriocdh.com.br).

Paulo lançará esta obra em Joinville (SC) no próximo dia 17 de novembro (terça-feira) às 19 horas na Estação da Memória (Estação Ferroviária) – rua Leite Ribeiro s/n no bairro Anita Garibaldi.

Ele fará uma pequena palestra sobre o tema. Paulo Rubens, ao lado de outros grandes mestres da atualidade que mostram como utilizar ensinamentos milenares para definir suas metas pessoas e profissionais, traçar estratégias e sair vitorioso das batalhas, compartilha parte de sua experiência de 26 anos na profissão com um artigo intitulado “A maestria como fator estratégico na arte de orquestrar estratégias”.

O livro teve a coordenação de Daniel de Carvalho Luz, Irineu Toledo e Mauricio Sita, tem 360 páginas e foi editado pela Ser Mais Editora. O livro será vendido no local.

O que é e o que faz um coach?
O Coach é o profissional especializado no processo de Coaching. Pode ser considerado um treinador que assessora o cliente (coachee), levando-o a refletir, chegar a conclusões, definir ações e, principalmente, agir em direção a seus objetivos, metas e desejos.

A essência do coaching está em fornecer suporte para uma pessoa mudar da maneira que deseja, assim como auxiliar a seguir a direção desejada. O coach não precisa ser um especialista na área de atuação de seu cliente. O coaching cria consciência, potencializa a escolha e leva à mudança.

Um profissional de Coaching deve ter conhecimentos em comportamento humano, mudança, negócios e principalmente em seu nicho de atuação. Em reuniões que são sessões sejam elas, semanais, quinzenais ou mensais o coach aplica técnicas, ferramentas e um questionamento poderoso para mobilizar seu cliente(coachee) a entrar em ação para atingir suas metas e acelerar os resultados em sua vida. O Coach está focado em liberar o potencial e maximizar a performance dos indivíduos na vida pessoal e profissional.

O que é coaching?
Um mix de recursos que utiliza técnicas, ferramentas e conhecimentos de diversas ciências como a administração, gestão de pessoas, psicologia, neurociência, linguagem ericksoniana, recursos humanos, planejamento estratégico, entre outras visando à conquista de grandes e efetivos resultados em qualquer contexto, seja pessoal, profissional, social, familiar, espiritual ou financeiro.

Trata-se de um processo que produz mudanças positivas e duradouras em um curto espaço de tempo de forma efetiva e acelerada. Coaching significa tirar um indivíduo de seu estado atual e levá-lo ao estado desejado de forma rápida e satisfatória.

O processo de Coaching é uma oportunidade de visualização clara dos pontos individuais, de aumento da autoconfiança, de quebrar barreiras de limitação, para que as pessoas possam conhecer e atingir seu potencial máximo e alcançar suas metas de forma objetiva e, principalmente, assertiva.

Conduzido de maneira confidencial, o processo de Coaching é realizado através das chamadas sessões, onde um profissional chamado Coach tem a função de estimular, apoiar e despertar em seu cliente, também conhecido como coachee, o seu potencial infinito para que este conquiste tudo o que deseja.

Quem é Paulo Rubens de Sousa?
Paulo Rubens de Sousa é Professional & Self Coaching com certificação internacional pela European Coaching Association (ECA), pela Global Coaching Community (GCC) e pelo Instituto Brasileiro de Coaching desde 2011. Analista Comportamental, Terapeuta Junguiano há mais de 20 anos. Estudou Psicologia na PUC/SP. É Bioquímico formado pela USP, pesquisador de plantas medicinais e aromáticas desde 1987. Reiki Master desde 1988. Mora em Joinville há 16 anos onde mantém o Equilíbrio – Centro de Desenvolvimento Humano, promovendo atendimentos, palestras e estudos sobre o tema.

UniSociesc sedia o V Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação (CIKI)

De 12 a 13 de novembro, o Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina e a UniSociesc promovem o V Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação- CIKI, em Joinville, no campus da Marquês de Olinda.

Durante o evento especialistas e acadêmicos de vários países poderão trocar ideias e dividir conhecimentos sobre a temática: “Conhecimento e Inovação para a Competitividade Industrial”.  A palestra de abertura aborda Sistemas de Gestión del Conocimiento y Aprendizajes em Innovación Social, proferida por Margarida Fernandez, Universidad de Los lagos, Chile.

O congresso é composto por apresentações de artigos. Pôsteres, palestras, também haverá debates a partir da formação de mesas redondas. Confira a programação completa: http://www.egc.ufsc.br/ciki/

Serviço:
V Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação (CIKI)

Quando: 12 e 13 de novembro, das 8h30 às 19h

Onde: UniSociesc, auditório campus Marquês de Olinda, rua Gothard Kaesemodel, 833, Anita Garibaldi, Joinville, SC, Brasil.

Quanto: R$ 300,00

Mais informações: ciki.ufsc@gmail.com

Inscrições: http://www.egc.ufsc.br/ciki/

Saiba mais sobre o Congresso Internacional de Conhecimento e Inovação
O CIKI conta com palestrantes de referência nas áreas em que atua no cenário brasileiro e internacional. Este V Congresso Internacional tem como objetivo: “Dinamizar, compartilhar e fortalecer em rede, as melhores práticas de gestão, mídia e engenharia do conhecimento, inovação e capital intelectual em organizações globalizadas”.

Ao longo de sua trajetória, o CIKI vem se configurando como um espaço de discussão e circulação de ideias e trabalhos envolvendo temáticas relacionadas à gestão do conhecimento nas organizações.

É um evento itinerante que nasceu em Florianópolis (2011) promovido pelo Programa de Pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina.

Em 2012 partiu para a Europa sendo realizado em Madri na Espanha retornando ao Brasil para realizar-se em Porto Alegre em 2013 onde resolveu expandir sua rede pela América Latina, sendo organizado na cidade de Loja no Equador em 2014. Este ano (2015), com o apoio da UNISOCIESC de Joinville, volta ao Estado em que nasceu.

Mantendo o foco interdisciplinar, em engenharia, mídia e gestão do conhecimento o congresso conta com as seguintes áreas temáticas:

  • Gestão do Conhecimento (GC)
  • Inovação
  • Aspectos estratégicos da GC
  • Modelos e gestão da inovação
  • Parques tecnológicos, cidades do conhecimento, bairros de inovação, incubadoras de empresas, startups, etc.
  • Sustentabilidade nos negócios e GC
  • Ativos intangíveis
  • Capital intelectual e humano relacionados à GC
  • Redes sociais
  • Ensino e aprendizagem com foco em GC
  • Tecnologias da informação e GC
  • Ferramentas de suporte aplicadas à GC
  • Gestão tecnológica do conhecimento
  • Engenharia do conhecimento
  • Mídia do conhecimento
  • Novos saberes e abordagens interdisciplinares relacionados à GC

    Com informações da Ass. Comunicação da Unisociesc

Fapesc lança chamada “Proeventos 2016”

Já está aberto o edital Proeventos 2016, que apoia a realização de congressos, simpósios, semanas acadêmicas e qualquer outro evento para difusão de ciência, tecnologia e inovação no estado. A chamada da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) é lançada anualmente desde 2007.

Até o dia 31 de janeiro de 2016 podem ser inscritos os eventos que serão realizados entre 1º de março e 30 de junho. Os eventos programados até o fim de fevereiro já foram contemplados pela chamada de 2015, que apoiou 157 eventos, com R$ 1,8 milhão em recursos disponíveis.

Em 2016 serão destinados R$ 1,95 milhão para o Proeventos, sendo que o auxílio varia de acordo com a abrangência do evento: até R$ 15 mil para eventos estaduais ou regionais; até R$ 20 mil para os nacionais; e R$ 30 mil para os internacionais.

Para ser aceita, é necessário que a proposta seja feita pelo coordenador do evento, que deve ter titulação mínima de mestre e vínculo com instituição de ensino e pesquisa estabelecida em Santa Catarina.

Entre outras exigências, o evento não pode ter caráter exclusivo de curso. O Proeventos não apoia a participação de pesquisadores em eventos. Mais informações no edital.

Com informaçòes da Ascom/Fapesc

Congresso apresenta técnica que pode revascularizar membros de diabéticos

Tratamento estético, mas que tem largo impacto na saúde, a eliminação de varizes não pode ser negligenciada, defende o angiologista Rossi Murilo, presidente do 41º Congresso Brasileiro de Angiologia e de Cirurgia Vascular, que se realiza no Rio de Janeiro até o próximo sábado (10).

No congresso, os médicos vão debater, entre outros temas, o uso concomitante de três técnicas para a eliminação de varizes: o laser transdérmico, próprio para tratar pequenos vasos nos membros inferiores e na face, o resfriamento da pele e a escleroterapia química – uso de técnica que consiste em injetar medicação para secar os vasos.

Segundo o coordenador do congresso, se o custo dos aparelhos como o de laser e resfriamento da pele, que é atrelado ao dólar, fosse menor, as novas técnicas poderiam ser acessíveis a um número maior de pessoas, chegando, inclusive, ao Sistema Único de Saúde (SUS).

“Hoje quem tem varizes e não tem condições para fazer um tratamento está excluído, porque a quantidade de pessoas que têm varizes e não conseguem ter uma terapia adequada é muito grande”. Murilo alerta para a importância da prevenção em relação aos problemas circulatórios.

Entre os fatores de risco para a doença, o presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro, Julio Cesar Peclat de Oliveira, disse que a genética e a predisposição familiar são preponderantes. “Filhos de mães e pais que tenham varizes são candidatos a ter varizes também.”

Outros fatores que podem contribuir para que as varizes apareçam mais cedo são a gestação, o uso de pílulas anticoncepcionais e o sedentarismo. Em profissões em que as pessoas ficam muito tempo em pé, como cozinheiros e cabeleireiras, a tendência é a pressão nas veias das pernas aumentar.

Outra técnica que está sendo apresentada no congresso é a da cirurgia para salvar membros do corpo de pacientes diabéticos que apresentem feridas, lesões ou gangrenas, problemas muitos comuns que acometem em geral os pés desses pacientes.

“São técnicas com materiais específicos, para o tratamento de obstruções arteriais graves. Consegue-se, por meio desse tratamento, levar sangue a um tecido que até então estava isquêmico, sem circulação adequada”, explicou Oliveira.

Segundo ele, essa cirurgia pode até mesmo evitar uma amputação maior, procedimento comum entre os diabéticos com lesões mais graves.

Outros temas em discussão no 41º Congresso de Angiologia são o trauma vascular e o aneurisma da aorta abdominal, que pode levar à morte.

Com informações da EBC Serviços

Escócia proíbe cultivo de produtos geneticamente modificados

A Escócia vai proibir o cultivo de organismos geneticamente modificados em seu território, para preservá-lo “verde e limpo”, afirmou neste domingo (9) o ministro dos Assuntos Rurais, Richard Lochhead.

Segundo nota do ministério, o governo escocês tomou como base as novas regras europeias que permitem que os países recusem individualmente “culturas geneticamente modificadas autorizadas pela União Europeia”.

“Não temos nenhuma prova de que os consumidores prefiram produtos geneticamente modificados, e preocupa-me que a permissão do cultivo transgênico na Escócia possa trazer prejuízos para a nossa imagem de país limpo e verde, pondo em causa o futuro do setor de alimentos e bebidas, que vale 14.000 milhões de libras”, disse Lochhead.

De acordo com uma decisão de janeiro do Parlamento Europeu, todos os países da União Europeu podem apresentar razões socioeconômicas, ambientais e de ordenamento do território para se opor ao cultivo de organismos geneticamente modificados em seu território.

O governo britânico é favorável às culturas geneticamente modificadas, mas as políticas agrícolas estão descentralizadas e, portanto, decididas pelos governos autônomos.

Com informações da Reuters e Ag. Brasil