Udesc Joinville abre inscrições para mestrado e doutorado em engenharia elétrica

palavralivre-doutorado-engenharia-eletricaEstão abertas as inscrições para o Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (PPGEEL) da Udesc Joinville.

O programa é composto pelos cursos de Mestrado Acadêmico, Mestrado Profissional e Doutorado. Os interessados podem se inscrever até 8 de fevereiro por meio de formulário online no site www.cct.udesc.br. São oferecidas 15 vagas para cada curso.

O processo de seleção será realizado por meio de avaliação do histórico escolar, do Currículo Lattes, das cartas de referência, do plano de trabalho, e do comprovante e de ementas de disciplinas de cursos de pós-graduação realizados.

A divulgação das inscrições homologadas será realizada até 10 de fevereiro no site e no mural da secretaria do PPGEEL. Os candidatos aprovados nessa primeira etapa serão chamados para uma entrevista, que poderá ser feita de forma presencial ou online.

A publicação do resultado final dos aprovados será em 17 de fevereiro. Os candidatos aprovados deverão efetuar a matrícula, pessoalmente, na Coordenadoria de Ensino de Pós-Graduação (CEPG), no Bloco A. As datas de matrícula serão divulgadas no mural da CEPG e no site da Udesc Joinville.

O Doutorado e o Mestrado acadêmico possuem área de concentração em Sistemas Eletroeletrônicos, com linhas de pesquisa em “Controle e Instrumentação” e Processamento de Energia Elétrica.

Já o Mestrado Profissional, concentra-se em Automação de Sistemas e propõe pesquisas em “Automação de Manufatura” e “Controles e Acionamentos Elétricos”. Mais informações sobre os cursos podem ser obtidas na página do programa. Outros detalhes a respeito do processo seletivo podem ser conferidos no edital.

Para contato com o programa, estão disponíveis o e-mail ppgeel.cct@udesc.br e o telefone (47) 3481-7860. O PPGEEL também conta com página no Facebook.

Com informações da Ascom Udesc Joinville

Saúde Infantil – Unicef afirma que sarampo mata 400 crianças por dia em todo o mundo

Quase 400 crianças morrem diariamente de sarampo no mundo, apesar de a vacinação ter permitido reduzir o número de mortes em 79% nos últimos 15 anos, revela um relatório hoje (11) divulgado em Genebra.

“Fazer o sarampo passar para a história não é missão impossível”, disse Robin Nandy, responsável pela imunização no Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), citado num comunicado conjunto da Organização Mundial de Saúde (OMS), do Unicef, da Aliança para a Vacinação (Gavi) e dos centros de prevenção e controlo de doenças dos Estados Unidos (CDCP).

“Temos os instrumentos e o conhecimento para fazê-lo; o que nos falta é a vontade política para alcançar cada criança, esteja ela onde estiver. Sem este compromisso, as crianças vão continuar a morrer de uma doença que é fácil e barato prevenir”.

O Unicef, a OMS, o Gavi e o CDCP estimam que as campanhas de vacinação do sarampo e um aumento da cobertura da vacinação de rotina tenham permitido salvar 20,3 milhões de vidas entre 2000 e 2015, mas o progresso não é equilibrado. Em 2015, cerca de 20 milhões de crianças não foram vacinadas e estima-se que 134 mil tenham morrido da doença.

Milhões de crianças sem vacinação
A República Democrática do Congo, a Etiópia, a Índia, a Indonésia, a Nigéria e o Paquistão representam metade das crianças por vacinar e 75% das mortes por sarampo.

“Não é aceitável que milhões de crianças fiquem por vacinar todos os anos. Temos uma vacina segura e muito eficaz para parar a transmissão do sarampo e salvar vidas”, disse Jean-Marie Okwo-Bele, diretor do departamento de imunização da OMS.

Ele lembrou que a região das Américas foi este ano declarada livre de sarampo, “o que prova que a eliminação é possível”. “Agora temos de acabar com o sarampo no resto do mundo. Começa com a vacinação”, afirmou.

Brasília - Crianças e adolescentes são vacinados no Centro de Saúde n 8, no bairro Asa Sul, durante o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, que ocorre neste sábado em todo o Brasil (Marcelo Camargo/Agê
Em 2015, em todo o mundo, cerca de 20 milhões de crianças não foram vacinadas contra o sarampo, que matou 134 mil meninos e meninasMarcelo Camargo/Agência Brasil
 

O presidente do Gavi, Seth Berkley, lembrou que o sarampo é um bom indicador da robustez dos sistemas de imunização dos países”.
“Para abordar as doenças evitáveis através da vacinação mais mortíferas precisamos de compromissos fortes por parte dos países e dos parceiros para aumentar a cobertura vacinal e os sistemas de vigilância”, afirmou.

O sarampo, uma doença viral altamente contagiosa que se transmite por contato direto e pelo ar, é uma das principais causas de morte entre as crianças pequenas a nível mundial, mas é evitável com duas doses de uma vacina segura e eficaz.

No entanto, surtos da doença em vários países, provocados por falhas na imunização de rotina e em campanhas de vacinação, continuam a ser um problema: só em 2015 houve surtos no Egito, Etiópia, Alemanha, Quirguistão e na Mongólia.

Dados recentes sobre mortalidade infantil
Quase metade das 5,9 milhões de mortes de crianças com menos de cinco anos registradas em 2015 ocorreram no primeiro mês de vida, conclui um estudo hoje (11) divulgado em Londres.

Publicado na revista científica The Lancet, o estudo, que apresenta os dados mais recentes sobre a mortalidade infantil em 194 países, indica que 5,9 milhões de crianças morreram em 2015 antes dos 5 anos, 2,7 milhões das quais eram recém-nascidas.

Globalmente, em 2015 houve menos quatro milhões de mortes infantis do que em 2000, em grande parte devido à redução da mortalidade associada à pneumonia, à diarréia, morte durante o parto, malária e ao sarampo (todas caíram mais de 30% entre 2000 e 2015).

No entanto, embora o número de mortes de recém-nascidos tenha diminuído de 3,9 milhões em 2000 para 2,7 milhões em 2015, o progresso na redução da mortalidade neonatal (nos primeiros 28 dias de vida) foi mais lento do que nas crianças entre um mês e cinco anos.

Isto resultou num aumento da proporção de recém-nascidos entre a mortalidade infantil, de 39,3% em 2000 para 45,1% em 2015.

Se as mortes de recém-nascidos tivessem caído ao mesmo ritmo das mortes de crianças entre um mês e cinco anos, o mundo teria alcançado o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio de reduzir a mortalidade infantil em dois terços entre 1990 e 2015, o que não aconteceu.

O estudo destaca também as desigualdades no progresso registrado no mundo, com as taxas de mortalidade infantil variando entre 1,9 e 155,1 mortes por mil nascimentos, e 60,4% (3,6 milhões) de todas as mortes ocorridas em 10 países.

Apesar dos progressos, as principais causas de morte entre as crianças foram as complicações devido a parto prematuro (17,8%, 1,1 milhões de mortes), pneumonia (15,5%, 0,9 milhões de mortes) e morte durante o parto (11,6%, 0,7 milhões de mortes).

Em 2015, os países com maiores taxas de mortalidade infantil (mais de cem mortes por cada mil nascimentos) foram Angola, República Centro-Africana, Chade, Mali, Nigéria, Serra Leoa e Somália.

Nestes países, as principais causas de morte foram a pneumonia, a malária e a diarréia, pelo que os investigadores recomendam investimentos para promover o aumento da amamentação, a disponibilização de vacinas e a melhoria da qualidade da água e saneamento.

Anomalias congênitas
Em comparação, nos países com menores taxas de mortalidade infantil (menos de dez mortes por cada mil nascimentos), incluindo a Rússia e os Estados Unidos, as principais causas de morte foram anomalias congênitas, complicações devido ao parto prematuro e lesões.

Os investigadores recomendam a melhoria da detecção e tratamento das anomalias congênitas, dos cuidados de saúde durante a gravidez e o parto e mais investigação sobre a eficácia das intervenções em casos de lesão.

Citada num comunicado da The Lancet, a autora principal do estudo, Li Liu, da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, nos Estados Unidos, reconheceu que a sobrevivência infantil “melhorou substancialmente desde que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio foram definidos, embora a meta de reduzir em dois terços a mortalidade infantil não tenha sido alcançada”.

“O problema é que este progresso foi desigual e a taxa de mortalidade infantil permanece elevada em muitos países. É necessário um progresso substancial nos países da África subsaariana e no sul da Ásia para se alcançar a meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, disse.

Com informações da Ag. Lusa e Ag. Brasil

Udesc Joinville realizará 3º Workshop Informática e Síndrome de Down

PalavraLivre-sindrome-down-inclusaoSerá realizado na próxima sexta-feira, 1º, na Udesc Joinville, o 3º Workshop Informática e Síndrome de Down (Wisdown).

Organizado pelo Laboratório de Pesquisas na Área Gráfica (Larva), o evento contará com três palestras sobre o passado, presente e futuro do uso de jogos educacionais para estimulação da aprendizagem em crianças com síndrome de down.

A primeira palestra será proferida pelas professoras Juliane Pereira de Pinho, da Escola Abdon Batista; Aline Klug, da Escola Avelino Marcante e Tatiane Arins, das escolas Paul Harris e Anita Garibaldi. O trio relatará suas experiências recentes com o uso de jogos na atividade docente e a repercussão da iniciativa com as crianças.

A segunda palestra será ministrada pelo acadêmico em Ciência da Computação, Marcelo Diatel, que fará o lançamento do jogo Movipensando, voltado para o desenvolvimento motor e cognitivo das crianças. Durante a atividade também será mostrado como obter o jogo gratuitamente.

O último palestrante será o mestrando em Computação Aplicada, Mayco Carvalho, que apresentará a proposta de um jogo de Alfabetização Matemática para crianças com e sem síndrome de down. O evento é gratuito, aberto à comunidade em geral e será realizado das 18h30 às 20h30, no Auditório do Bloco E.

Com informações da Ascom Udesc Joinville

Nuvem computacional desenvolvida na Udesc Joinville foi apresentada em evento nacional de tecnologia

Cloud Computing concept background with a lot of icons: tablet, smartphone, computer, desktop, monitor, music, downloads and so on

Nesta quarta-feira, 25, a nuvem computacional Tche, desenvolvida no Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville, foi apresentada durante o 13º Hangout Openstack Brasil.

O evento foi promovido pela comunidade que discute o software livre Openstack, criado em 2011 pela NASA e Rackspace, e hoje apoiado por mais de 850 organizações.

Esta foi a primeira apresentação de uma nuvem desenvolvida em universidade, no evento. A iniciativa foi considerada pela comunidade Openstack Brasil como uma das maiores implantações em produção no país na área acadêmica.

Em 13 de maio, Sandro Rodrigues, um dos principais mantenedores da OpenStack Brasil, visitou a Udesc Joinville para saber mais sobre a Nuvem Tche, e disse que ficou impressionado com o nível avançado de instalação e uso.

A Nuvem Tche foi criada no Laboratório de Processamento Paralelo e Distribuído (LabP2D) do Departamento de Ciência da Computação e é mantida pelo Grupo Colmeia e por membros do Grupo de Redes e Aplicações Distribuídas (Gradis). Atualmente, a nuvem é utilizada por todo o campus para diferentes demandas. Os principais responsáveis são os professores Charles Christian Miers e Guilherme Piegas Koslovski.

Com informações da Ascom Udesc Joinville

Câncer de pele é o que tem maior incidência no país

PalavraLivre-dicas-prevencao-cancer-peleSegundo o Instituto Nacional do Câncer serão cerca de 175 mil novos casos em 2016. No dia 1º de maio celebra-se o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Pele.

O Centro de Hematologia e Oncologia de Joinville destaca a importância da prevenção. Segundo o médico oncologista Celio Kussumoto, o câncer de pele é o mais frequente no Brasil e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no país.

“Apesar da alta incidência, a grande maioria dos tumores é do tipo não-melanoma, que apresenta baixa mortalidade”, explica.

O combate ao Câncer de Pele é simples e algumas medidas básicas são essenciais na prevenção. “O uso diário do protetor solar e evitar a exposição ao sol nos períodos entre 10 e 16 horas são as ações principais de combate à doença”, enfatiza o oncologista.

“Também orientamos para que as pessoas consultem periodicamente um dermatologista para uma avaliação mais detalhada na pele para identificação de lesões suspeitas”, diz.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que 176.760 novos casos serão diagnosticados apenas em 2016. O número de casos de câncer de pele vem aumentando nos últimos anos.

“Isso se dá à combinação de um melhor diagnóstico do câncer de pele, pessoas expostas por mais tempo ao sol e ao fato de viverem mais tempo”, diz Kussumoto.

A maior incidência de casos de câncer de pele está em pessoas com mais de 40 anos, de pele clara ou que já têm outras doenças cutâneas.

Com informações da Ass. Imprensa – Fernanda Ourique

Dia Internacional da Sindrome de Down é hoje (21/3)

PalavraLivre-down-cromossomos-dia-internacional-sindromeA ciência ainda não consegue explicar por que, na fase embrionária, alguns indivíduos passam a ter 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente.

Esse material genético extra provoca uma série de alterações que variam de pessoa para pessoa, mas que preservam algumas características comuns, como olhinhos puxados, flacidez muscular, desenvolvimento físico e mental mais lento.

Um exame de ecografia feito entre a 11ª e a 13ª semana de gestação, chamado de Translucência Nucal, pode detectar sinais de que o bebê tem Síndrome de Down. Muitas mães, no entanto, só descobrem que seus filhos têm essas características depois do parto.

Geralmente, a notícia causa espanto, medo, dúvidas. Algumas passam por um período de tristeza denominado “fase de luto”. Aos poucos, aceitam a nova realidade e começam a busca por oferecer aos seus filhos o melhor que podem em termos de estímulos, desenvolvimento e qualidade de vida.

A equipe do Portal EBC reuniu depoimentos de sete mães que passaram por isso. No vídeo, Marinalva, Izabel, Marcilene, Cléo, Raimunda, Zenaide e Ana Lúcia contam como superaram momentos de incertezas e se entregaram à missão de oferecer a seus filhos as oportunidades de ter uma vida normal.

Confira:

Anvisa libera medicamentos com canabidiol

PalavraLivre-canabidiol-maconha-saúde-A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou hoje (21) a prescrição médica e a importação, por pessoa física, de medicamentos e produtos com canabidiol e tetrahidrocannabinol (THC) em sua formulação, desde que exclusivamente para uso próprio e para tratamento de saúde.

Por meio de nota, a Anvisa destacou que os produtos não foram registrados no país e, portanto, não têm sua segurança e eficácia avaliadas e comprovadas pela vigilância sanitária brasileira. A agência alertou que, por essa razão, os produtos à base de canabidiol e THC podem causar reações adversas inesperadas.

“Muitos desses produtos não são registrados como medicamentos em seus países de origem, não tendo sido, portanto, avaliados por qualquer autoridade sanitária competente. Assim sendo, não é possível garantir a dosagem adequada e a ausência de contaminantes e tampouco prever os possíveis efeitos adversos, o que implica riscos imprevisíveis para a saúde dos pacientes que os utilizarão.”, informou.

Extraído da Cannabis sativa, o canabidiol, conhecido como CBD, é utilizado no combate a convulsões provocadas por diversas enfermidades, entre elas a epilepsia. Em janeiro de 2015, a Anvisa retirou o canabidiol da lista de substâncias proibidas e o classificou como medicamento de uso controlado.

Em seguida, a agência facilitou a importação de medicamentos à base de canabidiol. A norma prevê que o paciente ou seu responsável legal solicite à Anvisa, em formulário próprio, uma autorização excepcional para a importação e utilização do produto, apresentando prescrição médica, laudo médico e declaração de responsabilidade e esclarecimento assinada pelo médico e paciente ou responsável legal. A decisão da Anvisa foi publicada no Diário Oficial da União.

Com informações da Anvisa

Mestrado em Química será oferecido pela Udesc Joinville (SC) a partir de agosto

Aulas iniciam em agosto deste ano
Aulas iniciam em agosto deste ano

Após a autorização da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no final do ano passado, a Udesc Joinville oferecerá seu 12º curso de pós-graduação stricto sensu. O Mestrado Acadêmico em Química Aplicada é o terceiro do Estado e o primeiro da região norte de Santa Catarina.

O processo seletivo, para o preenchimento de 15 vagas, ocorrerá em maio. Os candidatos deverão realizar a inscrição pela internet, apresentar currículo e fazer uma prova escrita. A previsão é de que as aulas iniciem em 8 de agosto. O curso é gratuito e ainda há possibilidade de bolsa de estudos para os primeiros colocados.

Para a coordenadora do mestrado, Marcia Margarete Meier, a implantação do curso criará novas perspectivas para os profissionais da área.

“Além de químicos, podem se inscrever engenheiros químicos e sanitaristas, engenheiros de plásticos e de alimentos, farmacêuticos, bioquímicos, entre outros”, destaca.

Mais informações podem ser obtidas na página www.cct.udesc.br ou pelos telefones (47) 3481-7913 e (47) 3481-7691.

Associação Florestal lança segunda edição de anuário estatístico

PalavraLivre-produtos-florestais-sc-silviculturaA Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), com sede em Lages (SC), irá lançar nesta quinta-feira (17) o segundo volume do anuário estatístico de base florestal. A edição concentra informações de área plantada; mercado; importância das florestas plantadas; e os destaques de Santa Catarina no setor.

O estado catarinense é presença crescente no mercado nacional e nas exportações de produtos florestais do país, a partir da expansão de sua produção diversificada e vendas a diferentes mercados.

Em 2015, as exportações brasileiras totalizaram US$ 191,1 bilhões. Santa Catarina exportou US$ 7,6 bilhões respondendo por 4,0% do total nacional. No que tange o setor florestal-madeireiro, a participação de Santa Catarina atingiu cerca de 10%, com US$ 1,0 bilhão do total nacional de US$ 10,3 bilhões.

Pequenas e médias
A indústria brasileira de móveis, com predominância de madeira, se caracteriza pelo perfil de pequenas e médias empresas que atuam em um mercado muito segmentado, e ainda intensivo em mão de obra.

Santa Catarina é um dos estados mais importantes na produção de móveis de madeira do Brasil. Os municípios de São Bento do Sul e Rio Negrinho apresentam a maior concentração de empresas deste segmento no estado e corroboram com a balança comercial estadual ao destinar à exportação grande parte de sua produção.

O Brasil exportou US$ 433,0 milhões em móveis de madeira em 2015. Os Estados Unidos foram o principal destino do produto brasileiro, importando 25% (US$ 109,5 milhões) do total.

O Reino Unido e o Peru seguiram, respectivamente com 19% (US$ 82,4 milhões) e 8% (US$ 36,0 milhões). Incluindo Uruguai e Bolívia, estes cinco países foram o destino de quase dois terços (especificamente 64%) das exportações brasileiras de móveis em 2015.

Santa Catarina é o principal estado exportador de móveis de madeira no Brasil. Em 2015, exportou US$ 192,7 milhões, o que representa 44,5% do total nacional. Entre 2006-2015 houve queda acentuada na taxa de crescimento das exportações de Santa Catarina com -6,3% a.a. e -44,5% no período.

A importância da silvicultura
Após queda registrada desde 2006, ainda sob efeito da crise global, a indústria de móveis de Santa Catarina aumentou a exportação em 2014 e em 2015, estimulada pela alta cambial, principalmente aos Estados Unidos e Europa.

Para aumentar sua participação no mercado externo, as empresas do setor também vêm investindo em qualidade. Atualmente, São Bento do Sul, no Norte do estado, é a cidade que concentra o maior montante da exportação.

Todas estas informações estão no Anuário Estatístico de Base Florestal para o Estado de Santa Catarina 2016 – ano base 2015.

Segundo o presidente da ACR, José Valmir Calori, a intenção é trazer para a sociedade um material que consolida as principais informações do setor florestal em um só documento.

“É mais que um instrumento de pesquisa. O material evidencia, com dados e informações técnicas, a importância que o setor florestal tem para Santa Catarina, para o Brasil e para o mundo todo. Pretendemos, com esta publicação, chamar a atenção das mais diversas instituições para aos benefícios sociais, econômicos e ambientais, diretamente ligados à silvicultura e também como o nosso estado pode ser beneficiado por essa atividade”, explica Calori. Conheça mais sobre a ACR em www.acr.org.br.

Com informações da Ass. de Imprensa

Fundação lança edital de R$ 6 milhões para apoiar pesquisas contra Aedes aegypti

PalavraLivre-dengue-zika-mosquito-combateA Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP) do Distrito Federal lançou hoje (10) edital de apoio a projetos de pesquisa sobre o Aedes aegypti e as arboviroses Zika, chikungunya e dengue no valor de R$ 6 milhões. Arboviroses são viroses transmitidas por artrópodes, como os mosquitos.

De acordo com a entidade, o objetivo da seleção pública é fortalecer redes de pesquisa e consolidar a base científica e tecnológica sobre o mosquito, além de contribuir com o bem-estar e a saúde da população do Distrito Federal.

As propostas devem ser submetidas à fundação como projetos cooperativos, em formato de rede de colaboração com outros pesquisadores.

Além de técnicos e estudantes, podem participar pesquisadores com vínculo empregatício ou funcional de laboratórios e secretarias do governo de Brasília; instituições de ensino ou pesquisa públicas e privadas; e empresas de base tecnológica sediadas no DF ou em outras unidades da federação.

A rede de pesquisadores deverá ser formada por pelo menos três bolsistas, com experiência comprovada por currículo nas seguintes linhas de pesquisa prioritárias:

a) Estudos de prevenção, controle, monitoramento de vetores e desenvolvimento de novos produtos como inseticidas e larvicidas;

b) Estudos de ecologia, mecanismos de resistência, genética de populações e interação vetor-vírus;

c) Estudos relativos aos diversos aspectos das doenças, como clínicos, novas metodologias de diagnóstico, epidemiologia e fisiopatologia;

d) Caracterização e variabilidade genética de vírus circulantes no DF;

e) Criação de um banco de dados com informação genômica e proteômica;

f) Produção de kits de diagnóstico molecular e imunológico;

g) Produção de vacinas e desenvolvimento de drogas antivirais.

As propostas devem ser encaminhadas entre os dias 17de março e 25 de abril, pelo site da FAP. O valor máximo por projeto de pesquisa é de R$ 3 milhões. Acesse aqui o edital completo.

Com informações da FAP, EBC