Sinal vermelho para a violência contra as mulheres

“Sinal Vermelho para a violência contra a mulher” é o slogan adotado este ano pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Joinville que realiza, de 19 a 23 de novembro, uma semana alusiva ao Dia Internacional de Não Violência à Mulher. Com o apoio de diversas instituições, estão programadas palestras e panfletagens com o objetivo de chamar atenção da comunidade para a violência contra, principalmente, mulheres, crianças, idosos.

História
A data de 25 de novembro de 1960 ficou conhecida mundialmente por conta do maior ato de violência cometido contra as mulheres. As irmãs Dominicanas Pátria, Minerva, e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, que lutavam por soluções para problemas sociais de seu país foram perseguidas, diversas vezes presas até serem brutalmente assassinadas.

A data de 25 de novembro é o “Dia da Não Violência Contra a Mulher” por uma decisão das organizações de mulheres de todo o mundo reunidas em Bogotá, na Colômbia, em 1981, em homenagem às irmãs, que responderam com sua dignidade à violência, não somente contra a mulher, mas contra todo um povo. Desde então, esta data passou a ser conhecida como o “Dia Latino Americano da Não Violência Contra a Mulher”.

Telefones para denunciar ou alertar sobre algum tipo de violência

– Delegacia de Polícia de Proteção à mulher: 3433-9737

– Disque denúncia nacional: 180

– Conselho Municipal de Direitos da Mulher de Joinville: 3432-8543

– Creas Sul Bucarein: 3422-6925

– Creas Sul Floresta: 3429-9956

– Creas Norte: 3445-0851 ou 3433-3166

– Centro de Referência em Direitos Humanos: 3423-3435

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

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