PSOL repudia campanha de Kennedy Nunes por uso indevido da logo partidária

A campanha de Kennedy Nunes recebeu repúdio do PSOL, por uso indevido da imagem do partido em materiais gráficos de campanha. Segundo o partido, a campanha do PSD produziu adesivos tentando induzir o eleitor de que os simpatizantes do PSOL – 50 votam no segundo turno no PSD 55. A nota, dura, mostra que a campanha eleitoral do segundo turno toma rumos mais agressivos, e jogadas de todos os lados. Confira abaixo a nota oficial do PSOL:

” O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) vem, por meio desta, esclarecer à sociedade joinvilense sobre a utilização de logomarcas do nosso partido, assim como a menções explícitas no horário eleitoral, na campanha de Kennedy Nunes (PSD) à Prefeitura de Joinville.

Por meio das redes sociais, chegaram-nos registros fotográficos de que a campanha de Kennedy Nunes produziu pelo menos 200 adesivos perfurados, que estão sendo utilizados em veículos, com os dizeres “Votei 50. Agora voto 55”. Além de se apropriar sem autorização de uma logotipo do PSOL com o número 50, utilizada na campanha municipal de Florianópolis, a campanha do candidato tenta, indevida e irresponsavelmente, associar a sua imagem à do PSOL.

Portanto, o PSOL esclarece à sociedade:

1. Conforme declaramos em 11 de outubro, o PSOL indica o voto nulo neste segundo turno aos seus filiados, por entender que nenhum dos dois candidatos representa um projeto que vá de acordo com o interesse da maiora da população joinvilense.

2. Não autorizamos e repudiamos a utilização de logotipos do PSOL na campanha de Kennedy Nunes. Para nós do PSOL, este tipo de prática revela uma ação de tremendo mau caratismo por parte da campanha do PSD.

3. Procuraremos a via judicial, se necessário, para que todo o material de propaganda que vincule o PSOL ao PSD seja recolhido das ruas e tenha sua utilização vetada pela Justiça Eleitoral.

Joinville, 18 de outubro de 2012

Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) Joinville

Autor: Salvador Neto

Jornalista, escritor, e consultor. Editor do Palavra Livre, apresentou o programa de entrevistas Xeque Mate na TV Babitonga Canal 9 da NET entre 2012/2014 e vários programas de rádio em SC. Tem mais de 30 anos de experiência nas áreas de jornalismo, comunicação, marketing e planejamento. É autor dos livros Na Teia da Mídia (2011) e Gente Nossa (2014). Tem vários textos publicados em antologias da Associação Confraria das Letras, onde é membro fundador e foi diretor de comunicação. Como freelance, escreve para vários veículos de comunicação do país.

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